Janeiro Roxo alerta para a importância do combate à hanseníase




25 de janeiro de 2021 0

O mês de janeiro chama a atenção para a prevenção da hanseníase. O Maranhão ocupa o primeiro lugar em casos da doença no Brasil. O diagnóstico precoce pode fazer toda diferença no tratamento da doença.

"É importante que o diagnóstico precoce seja feito o mais cedo possível para evitar as sequelas", disse o médico dermatologista Eduardo Lago.

Saiba mais na reportagem veiculada no site Suacidade de São Luis/MA.

 

 


25 de janeiro de 2021 0

A uma semana do dia Mundial da Luta Contra a Hanseníase, o Brasil não tem motivos para comemorar.

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o remédio para o tratamento da doença já está em falta em Mato Grosso, Pernambuco, Ceará e Amazonas.

A situação é preocupante, já que em média 30 mil novos casos da doença são diagnosticados por ano.

O problema começou no ano passado, quando a Coordenadoria Geral de Doenças em Eliminação (CGDE) do Ministério da Saúde alertou em uma reunião pública que haveria redução dos estoques dos medicamentos.

Entre os argumentos descritos estavam dificuldades de logística de transporte das drogas, que são fabricadas apenas num laboratório na Índia, e falta de insumos básicos para sua produção em nível global.

Apesar dessas justificativas, grupos que reúnem especialistas e pesquisadores internacionais sobre a hanseníase não identificam situações semelhantes na maioria dos países.

Após o diagnóstico da hanseníase, o acesso a estas drogas, que são fornecidas gratuitamente pelo SUS, é fundamental para o êxito do tratamento.

A falta dos medicamentos (clofazimina, dapsona e rifampicina) pode comprometer a recuperação dos casos diagnosticados, que já recebem os remédios periodicamente.

“Há milhares de pacientes que aguardam a entrega dessas cartelas para darem seguimento aos seus tratamentos. Sem uma solução imediata, essa doença que há muito deveria ter sido erradicada continuará a trazer sofrimento para os brasileiros”, disse o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Heitor de Sá Gonçalves.

Fonte: Época.

Foto: Berg Silva/Agência O Globo


25 de janeiro de 2021 0

Aproximadamente duas mil pessoas foram diagnosticadas com incapacitações provocadas pela hanseníase no Espírito Santo, entre 2010 e 2019. O número corresponde a 27% do total de casos registrados no estado e sinaliza que grande parte dos pacientes ainda chega ao consultório em estados avançados da doença. O alerta faz parte de um levantamento inédito da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), baseado em dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde.

Ao todo, a entidade identificou a ocorrência de 6.814 casos novos da doença no estado na última década. As incapacidades da hanseníase são geralmente representadas por alguma deformidade física e diminuição ou perda de sensibilidade nos olhos, nas mãos e nos pés.

JANEIRO ROXO – Como janeiro é o mês dedicado à conscientização, combate e prevenção da hanseníase no País, a SBD somou forças para apontar a importância de se enfrentar essa doença tropical de evolução crônica, que se manifesta principalmente por meio de lesões na pele e sintomas neurológicos, como dormência e diminuição de força nas mãos e nos pés.

A Região Sudeste do País figura na quarta posição em número de casos novos detectados ao longo da última década: 15% do total, o equivalente a 47.272 mil casos. Em primeiro lugar aparece o Nordeste, com 43% dos registros, seguido do Centro-Oeste, com 19,5%. Na terceira posição, está a Região Norte (19%). Somente 3,5% dos novos pacientes identificados nos últimos dez anos estão no Sul do Brasil.

Entre os estados, o Espírito Santo aparece na décima primeira posição, com 2% dos pacientes registrados de 2010 a 2019. Na liderança do ranking estão: Maranhão, com 36.482 registros (12%); Mato Grosso, com 33.104 (11%); e Pará, com 31.611 (10%). Os estados de Roraima, Rio Grande do Sul e Amapá apresentam os melhores índices, diagnosticaram menos de 1.500 casos novos da doença na década.

Leia a íntegra da matéria publicada na Folha Vitória aqui.


22 de janeiro de 2021 0

“No Brasil, cerca de 30 mil novos casos de hanseníase são detectados todos os anos. Esse número revela a dimensão do problema de saúde pública que a doença ainda representa. Ciente desse cenário, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) entende que prevenir e combater a hanseníase são desafios que dependem da ação contínua de todos: do poder público, dos pacientes, dermatologistas, médicos de outras especialidades e demais profissionais de saúde”.

Com essas palavras, o presidente da SBD, Mauro Enokihara, deu início à superlive organizada pela entidade, nesta sexta-feira (22/1). O evento que durou três horas, de 9h às 12h, é uma das iniciativas organizadas pela entidade como forma de lembrar a passagem do Janeiro Roxo, mês dedicado à conscientização e ao enfrentamento da doença.

Janeiro Roxo – Na abertura do evento online, transmitido pelo canal da SBD em rede aberta, Mauro Enokihara destacou ainda a participação ativa dos associados e o empenho da atual diretoria da SBD na construção do Janeiro Roxo, primeira campanha coordenada pelo novo grupo gestor da entidade, que coordenará as ações no período de 2021 a 2022. O conteúdo foi gravado e está disponível no perfil da SBD no YouTube.

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O vice-presidente da SBD, Heitor de Sá Gonçalves, salientou também que nos próximos dois anos temas da dermatologia sanitária, assim como é o caso da hanseníase, serão enfatizados pela atual gestão. “Capitaneados por Mauro Enokihara, estaremos empenhados em dar visibilidade a problemas de saúde, como as manifestações dermatológicas, ainda negligenciadas, sempre com o intuito de prover melhores condições de tratamento à população e destacar o papel central dos dermatologistas nesses atendimentos”, disse.

Esquema terapêutico – Sá Gonçalves deu início à série de explanações técnicas e científicas da superlive. Ele abordou o tema “Novos métodos diagnósticos para a hanseníase”. O especialista foi sucedido pelo assessor do Departamento de Hanseníase, Maurício Lisboa Nobre, que discorreu sobre “Evidências da poliquimioterapia (PQT) ”, esquema terapêutico estabelecido como padrão de tratamento no Brasil.

A grade de apresentações técnicas contou também com a participação do coordenador do Departamento de Doenças Infecciosas, Egon Daxbacher, falando sobre “Efeitos adversos da PQT”; e das assessoras do Departamento de Hanseníase, Maria Araci Andrade Pontes e Lucia Martins Diniz, discorrendo respectivamente a respeito do “Tratamento com Esquema Uniforme de Multidrogas (UMDT) ” e “Quadro clínico dos Estados reacionais”.

Estados reacionais – Na oportunidade, a coordenadora do Departamento de Hanseníase, Sandra Durães, ainda protagonizou a sessão de comentários sobre “Tratamento dos Estados reacionais”. Durante a sua palestra, a especialista também ressaltou o compromisso da SBD de promover eventos com alto padrão científico, elaborados para fornecer aos espectadores as informações mais atualizadas segundo as evidências da literatura médica.

Coube à professora da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Janeiro (UFRJ), Maria Leide Wand del Rey de Oliveira, encerrar as palestras individuais, fornecendo ponderações técnicas sobre os “Prós e contras da quimioprofilaxia”. Ao final das apresentações, os experts da superlive da SBD responderam ainda uma série de questões encaminhadas pelo público, entre elas: baciloscopia no acompanhamento após a alta do paciente; análise de exames diagnósticos após medicação; inclusão de insumos nos protocolos do Ministério da Saúde; tratamento indicado para estados reacionais; entre outras.

 


22 de janeiro de 2021 0

A campanha Janeiro Roxo tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a prevenção à hanseníase. É iniciativa do Ministério da Saúde com o apoio de entidades como as Sociedades Brasileiras de Dermatologia e de Hansenologia. A hanseníase é uma doença crônica e transmissível, causada por uma bactéria que se multiplica lentamente, levando a sintomas que podem demorar até 20 anos para aparecer. Entre os efeitos mais comuns da doença estão deformidades nas mãos e nos pés e até perda de visão.

Acompanhe a reportagem de Pedro Pincer, da Rádio Senado.


22 de janeiro de 2021 0

A Bahia ocupa o quinto lugar no Brasil em número de casos novos de hanseníase, segundo o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde. No estado, foram 24.393 casos novos entre 2010 e 2019. Deste total, cerca de 21,8% chegaram aos consultórios e ambulatórios com algum grau de incapacidade, quando a doença causa alguma deformidade física ou causa diminuição ou perda de sensibilidade nos olhos, nas mãos e nos pés.

O mês de janeiro é dedicado à conscientização no combate e prevenção da hanseníase no Brasil. Proporcionalmente, a região Nordeste do país concentra o maior número de casos novos detectados ao longo da última década: 43% do total, equivalente a 132,7 mil casos. Já em segundo lugar, aparece o Centro-Oeste, com 19,5% dos casos, seguido do Norte (19%) e Sudeste (15%). Somente 3,5% dos novos pacientes identificados nos últimos dez anos estão no Sul do Brasil.

No Brasil, 41% dos casos novos registrados na população geral durante o período se concentraram em apenas quatro estados: Bahia (24.393), Maranhão (36.482), Mato Grosso (33.104) e Pará (31.611). Enquanto que, os estados de Roraima, Rio Grande do Sul e Amapá têm os melhores índices, pois diagnosticaram menos de 1.500 casos novos da doença na década.

"São números alarmantes e, apesar disso, a hanseníase ainda é considerada uma doença negligenciada", afirmou Mauro Henokihara, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

"Infelizmente, observamos um aumento na proporção de novos casos que chegam ao médico com o que chamamos de Grau 1 e 2 de incapacidade física, deformidades e incapacidades físicas às vezes irreversíveis", pontuou o dermatologista.

Perfil do paciente

Na maior parte do mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as mulheres são as mais afetadas pela hanseníase. No Brasil, no entanto, são os homens os mais afetados: 55% dos casos novos detectados na última década.

No país, mais da metade dos pacientes com diagnóstico de hanseníase na década tinham entre 50 e 59 anos (18%), 40 e 49 anos (18%) e 30 e 39 anos (17%). Outra parcela significativa tinha mais de 60 anos (22%) ou estava na faixa entre 20 e 29 anos (12%).

Fonte: A Tarde


21 de janeiro de 2021 0

Pacientes com hanseníase estão com a saúde em risco por falta de remédios nas farmácias públicas. E não há previsão de quando eles vão chegar. Sem medicamento adequado, quem tem a doença volta a sofrer com sintomas. Além dos remédios, médicos defendem políticas públicas destinadas à informação e atenção básica da saúde.

Clique na imagem para assistir à reportagem sobre o assunto, veiculada nesta quinta-feira (21/1), no Bom dia MT.

 

 


21 de janeiro de 2021 0

Oficializada em 2016 pelo Ministério da Saúde, a Campanha Janeiro Roxo busca em mais um melhorar o controle da hanseníase e conscientizar a população sobre a gravida­de da doença, a importân­cia do diagnóstico precoce e do tratamento imediato. Por muito tempo, a enfer­midade causada pela bac­téria Mycobacterium leprae ou bacilo de Hansen foi co­nhecida como lepra, cau­sando grande estigma e pre­conceito que até hoje  di­ficultam o tratamento e o combate de sua dissemi­nação. Segundo um estu­do divulgado pela Sociedade Brasileira de Dermato­logia (SBD), os números da doença cresceram em todo país na última década, com destaque para o Pará, que passou a ocupar o terceiro lugar no ranking dos esta­dos com maiores registros.

De todos os novos casos registrados na popula­ção geral pelo Sistema de Informação de Agravos e Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, um ter­ço se concentra apenas no Pará, o que corresponde a 31.611 pacientes diagnosti­cados entre 2010 e 2019. Segundo o médico e as­sessor do Departamento de Hanseníase da SBD, Mauricio Lisboa, um dos motivos desse aumento nos números está relacionado às péssimas condições de habitação.

"O Pará é um es­tado historicamente endêmico para hanseníase, e vem registrando muitos ca­sos desde o século passa­do. Há outras áreas que historicamente também são endêmicas. Geralmente são aquelas que houve movi­mentos migratórios impor­tantes, como é o caso do Pará, desde o ciclo da borra­cha e mineração. Esses movimentos atraem um gran­de número de pessoas que são acomodadas de for­mas inadequadas, forman­do aglomerados populacio­nais sem infraestrutura, facilitando assim a transmis­são da hanseníase",explica.

Mesmo com grandes avanços nos estudos e tratamento da doença, o asses­sor do SBD diz que ainda há lacunas a serem preen­chidas. "Apesar dessa bacté­ria ser conhecida há maisde 100 anos, o tratamento que usamos hoje ainda é o mes­mo introduzido há 50 anos. Por exemplo, também ain­da não temos um teste laboratorial que auxilie nesse
di­agnóstico de pacientes. Há inclusive uma carência de estudos que suportem no­vas drogas, e de políticas de saúde que expandam o arsenal terapêutico", observa.

CONTROLE
Embora a hanseníase seja uma doença que tem cura, ela precisa ser tratada de maneira precoce para evitar possíveis sequelas no futuro. "A doença surge como lesões de pele, algu­mas mais localizadas que lembram micoses, impinges ou com lesões mais difusas contendo nódulos em partes do corpo. Outra ca­racterística muito peculiar da hanseníase é a dormên­cia. Então, essas sensações de choques nas mãos e pés, agulhadas e dormências são indicativas de um possível diagnóstico de hansenía­se", ressalta Maurício.

Mesmo com os percen­tuais elevados, o SBD pre­vê ainda o aumento de ca­sos de hanseniase nos pró­ximos anos, especialmen­te pela falta de diagnósti­cos em 2020.

"A hanseníase é uma doença silenciosa e com poucos sinais e sinto­mas. As campanhas de di­agnóstico que geralmente são feitas em escolas ou na comunidade, os exames familiares e campanhas edu­cativas precisaram ser sus­pensos por causa da pande­mia da Covid-19. Com isso. te­mos certeza de que muitos ca­sos perderam a chance de serem diagnosticados nes­se último ano e com a doença avançando", finaliza.

PRIMEIRO DIAGNÓSTICO
1873 foi o ano da descoberta da hanseníase, que é uma das enfermldades mals antigas que acometem a humanidade, com registros de casos da doença há mais de quatro mil anos.

Fonte: Diário do Pará

 

 

 

 

 


21 de janeiro de 2021 0

Levantamento inédito da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) revela que Mato Grosso ocupa o segundo lugar no Brasil em número de novos casos de hanseníase, antigamente conhecida como lepra.

Com base no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, a SBD identificou, entre 2010 e 2019, a ocorrência de 33.104 novos casos da doença, no Estado.

Do total, 33% dos pacientes chegaram aos consultórios com algum grau de incapacidade, ou seja, quando a doença causa alguma deformidade física, diminuição ou perda de sensibilidade nos olhos, nas mãos e nos pés.

“É uma região hiperendêmica e a hanseníase por ser uma doença transmissível quanto maior o número de casos maior a chance de outras pessoas também contraírem. Há a necessidade de um plano de ações, de conscientização da população e dos profissionais no sentido de fazer o diagnóstico e o tratamento precoce dos pacientes para que eles parem a transmissão”, alertou a dermatologista Araci Pontes Aires, assessora do Departamento de Hanseníase da SBD.

De acordo com o levantamento, Mato Grosso só perde para o Maranhão, com 36.482 casos.

Na terceira colocação está o Pará (31.611), seguido de Pernambuco (25.274) e da Bahia (24.393).

Além disso, no mesmo período, o Estado apresentou aumento no número de registros da doença. Em 2010, foram 2.653 notificações. Em 2019, 4.617 (74%).

Contudo, esse incremento pode ser justificado pela implementação das ações de políticas públicas de saúde.

“Há locais em que está havendo uma queda, mas até que ponto essa queda é real ou simplesmente é por que os pacientes estão ficando sem serem diagnosticados? Então, se aí em Mato Grosso está havendo um aumentando também é reflexo dessa busca de casos”, observa Araci Pontes.

Ainda no Estado, os dados da SBD mostram que, em 2010, os casos novos diagnosticados com algum tipo de deformidade (grau 2) e com diminuição ou perda da sensibilidade nos olhos, mãos ou pés (grau 1) representavam 28,2% do total.

Os últimos dados nacionais disponíveis, referentes a 2019, mostram que essa proporção saltou para 40,3%.

Para evitar sequelas, a detecção precoce é fundamental e também diminui a chance de transmissão para outras pessoas, em especial, aquelas com quem convive de maneira regular e próxima.

Porém, ainda hoje, a hanseníase é uma doença estigmatizada e negligenciada que acomete, principalmente, pessoas em estado social mais desfavorável.

E, por ser uma infecção crônica que pode começar com uma mancha mais clara e avermelhada e, geralmente não incomodar, muitas vezes, o paciente retarda a procura por atendimento médico.

Outras vezes, ele até vai ao posto de Saúde mais o profissional também não valoriza e não investiga se pode ser ou não a hanseníase.

Assim, é importante a busca ativa dos casos.

“O recomendado é que todos que tiverem convívio muito próximo com alguém com diagnóstico de hanseníase sejam encaminhados para uma unidade de saúde para que se investigue não só se tem mais doentes como também para àqueles que não estejam com a doença tomem um reforço da vacina BCG, que é para tuberculose. Não temos vacina para hanseníase, mas a gente recomenda a BCG por que melhora a imunidade do paciente. Ao melhorar essa imunidade, a pessoa se resvala da hanseníase e, se ela adoecer, será da forma mais leve”, informou.

Araci Pontes reforça que a hanseníase tem cura e, se iniciado, o tratamento de forma precoce evita-se as famosas sequelas. Para conscientizar, janeiro é o mês dedicado ao combate e à prevenção da doença no país.

“Janeiro Roxo é uma campanha que a Sociedade Brasileira de Dermatologia faz anualmente, desde 2009, com o objetivo de alertar a população ou mesmo os profissionais da saúde quanto aos sinais da hanseníase e para a importância do diagnóstico precoce, do exame de contatos que são os que moram próximos do doente e da importância de se fazer o tratamento até o final porque muitos começam a tomar a medicação, começam a melhorar, acham que já estão bons e param o tratamento e isso não pode acontecer”, disse.

A hanseníase é uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Mycobacterium leprae ou bacilo de Hansen. Ela é transmitida por vias áreas, por meio de espirros e tosse.

Em caso de suspeita da doença, a pessoa deve procurar a unidade mais próxima para fazer o exame que detecta ou não o agravo.

O tratamento é fornecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e varia de seis meses a um ano.

Fonte: Diário de Cuiabá


19 de janeiro de 2021 0

Janeiro é o mês da conscientização sobre a hanseníase. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil tem 30 mil casos da doença por ano. É o segundo país com mais registros, só fica atrás da índia. A hanseníase tem cura, mas uma falha na produção dos remédios distribuidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) tem deixado os pacientes preocupados.

Na matéria veiculada no Repórter Brasil, da TV Brasil, você ficará sabendo sobre o assunto, e também a respeito da Campanha Janeiro Roxo, realizada este mês pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Coordenada pela médica dermatologista Sandra Durães, a iniciativa estimula o diagnóstico precoce e o tratamento imediato contra a doença.

Clique na imagem abaixo para assistir a íntegra da reportagem.





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