Homens também podem ter estrias iguais às das mulheres




22 de maio de 2010 0

Fatores como genética, obesidade e excesso de musculação podem favorecer o surgimento das estrias

Engana-se quem pensa que estrias teimam em marcar apenas o corpo feminino. As linhas inicialmente vermelhas e, depois, brancas também incomodam os homens, embora em menor escala. De acordo com o dermatologista Jorge Mariz, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e responsável pela Personal Clinic, no Rio de Janeiro, é cinco vezes mais comum em mulheres.

‘Não existe muita explicação para acometer mais mulheres. Pode-se dizer que 90% dos casos de gravidez evoluem para estria e o homem não fica grávido. Tem também o fator hormonal. Não é comum aparecer estria após os 45 anos, mas tem se observado que, com a reposição hormonal, surge depois dessa idade’, disse o médico.

O aspecto clínico em ambos os sexos é igual e o rompimento das fibras elásticas por conta do estiramento da pele acontece principalmente dos 15 aos 20 anos. É que uma das causas do incômodo estético é justamente o grande crescimento durante a adolescência. Enquanto o homem aumenta muito a altura, a mulher desenvolve as mamas e alarga o quadril. As moças ficam com marcas principalmente nas nádegas, abdômen e mamas; e os rapazes nas costas e parte externa das coxas.

Os outros motivos são predisposição genética, obesidade, musculação excessiva (normalmente em homens) e automedicação tópica (em especial, corticoides fluorados).

PREVENÇÃO

A prevenção consiste em evitar o ganho excessivo de peso – por meio de dieta balanceada e exercícios físicos – e hidratar a pele, para deixá-la mais elástica, com produtos à base de ureia, óleo de macadâmia ou de semente de uva, entre outros. Essas medidas não afastam a possibilidade de surgir estrias, mas conseguem diminuir o problema. ‘Homens não costumam procurar aspectos preventivos, apesar de essa cultura estar mudando um pouco. No entanto, se tiver histórico familiar, seria interessante tentar prevenir.’

TRATAMENTOS

Nenhum tratamento cura totalmente as linhas indesejáveis, apenas as minimiza. Vale lembrar que o resultado dos procedimentos é melhor nas estrias recentes, quando ainda estão vermelhas e elevadas (processo inflamatório).

Basicamente, a aposta é associar luz, laser e radiofreqüência, de acordo com cada caso. De maneira geral, o recomendado é cerca de cinco sessões. O médico pode ainda prescrever o uso de cremes, principalmente com ácido retinoico. Essas opções podem ser utilizadas por adolescentes


22 de maio de 2010 0

Professora norte-americana conclui pesquisa que mostra o tamanho do estrago emocional nos jovens atingidos pela acne

Tão desconcertantes quanto as dúvidas e os conflitos naturais da adolescência, as espinhas comprometem não apenas a aparência, mas a autoestima de meninos e meninas que enfrentam a ebulição hormonal própria da transição para a vida adulta. Uma pesquisa norte-americana revela que a maior parte dos jovens que sofrem com a acne tornam-se introvertidos e retraídos, porque sentem dificuldades em interagir — tanto com amigos quanto com desconhecidos. O estudo, resultado de uma parceria entre a Sociedade Americana de Acne e Rosácea e a fabricante de produtos dermatológicos Galderma, evidencia que a doença influencia a percepção e a formação da imagem dos indivíduos. Os pesquisadores ouviram 1,2 mil pessoas de etnias variadas, entre 12 e 22 anos e das classes A a D.

Os participantes foram convidados a revelar suas percepções a respeito de um grupo de adolescentes com base em fotos de rostos com pele saudável ou modificados digitalmente para simular a acne. O resultado indicou que, comparados aos jovens com a pele sem espinhas, aqueles atingidos pela mazela têm maior probabilidade de serem percebidos como tímidos (39% versus 27%), nerds (31% versus 17%) e solitários (23% versus 13%). Quem sofre com a doença tem menos chance de ser visto como líder (29% versus 49%).

Para Eva Ritvo, psiquiatra e professora do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de Miami, que desenvolveu a pesquisa, a aparência, mais do que nunca, é um fator determinante na sociedade globalizada. “Verificamos que adolescentes com pele saudável arrumam emprego com maior facilidade também. No convívio familiar, os parentes nem sempre entendem os problemas que as espinhas causam na vida dos jovens, que, em sua maioria, preferem ficar reclusos em casa aos fins de semana”, observa.

A médica explica que os adolescentes com acne são mesmo mais tímidos devido ao comprometimento da pele e ao fato de serem julgados desfavoravelmente tanto por adultos quanto por colegas da mesma faixa etária. “Essa é a principal conclusão do estudo. Vivemos em um mundo extremamente competitivo. Para o jovem, a imagem que os outros têm do seu exterior exerce enorme impacto na maneira como ele vê a si próprio. As marcas dos problemas decorrentes da acne ficam não apenas na pele, elas comprometem o lado emocional”, avalia Ritvo.

DESCONFORTO

No Brasil, a história não é diferente. Para o estudante Hudson Felipe dos Santos Soares, 16 anos, as espinhas eram, de certa forma, esperadas. A mãe dele passou pelo mesmo problema na adolescência. “Elas chegaram de mansinho, mas causaram estragos. Quando percebi, já estava com espinhas grandes no rosto. Fiquei apavorado, pois minha pele era lisin…


22 de maio de 2010 0

Quem tem herpes sabe o quanto é chato entrar em uma crise e acabar com feridas na boca bem na época de uma festa ou de um casamento. Para a sorte de quem sofre da doença, foi desenvolvido um teste genético que ajuda o dermatologsla a prever com que frequência o paciente desenvolverá herpes. ‘Além de possibilitar a antecipação de como a manifestação se apresentará, o teste permite preparar um tratamento personalizado e mais eficaz de combate ao vírus’, explica o Dr. Omar Lupi, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia. O procedimento é realizado a partir da coleta de munosa buail e é indolor!


22 de maio de 2010 0

Conhecer o próprio corpo é a melhor forma de detectar precocemente um câncer de pele, o mais incidente tumor maligno no mundo – no Brasil, corresponde a 25% dos casos de câncer. Para isso, os médicos recomendam o autoexame. ‘O ideal é que a pessoa se olhe no espelho todos os dias à procura de lesões ásperas, feridas que não cicatrizam, especialmente nas áreas mais expostas do corpo. E, se achar alguma alteração, procurar um médico’, diz Márcia Grieco, dermatologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos. As pintas merecem um cuidado especial nessa análise. A partir delas se desenvolve o tipo de câncer de pele mais perigoso: o melanoma. Felizmente, ele é também o menos incidente. O dermatologista Agnaldo Augusto Mirandez, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, diz que o paciente deve seguir a regra do ABCD ao olhar as pintas. As letras representam os seguintes aspectos: assimetria, borda, cor e diâmetro.


22 de maio de 2010 0

Cientistas norte-americanos da Rush University, em Chicago, estão empenhados em estudar com profundidade a vacina que atua no combate a herpes. O motivo é que a droga teve efeitos positivos para o tratamento do mais perigoso tipo de câncer de pele, o melanoma. O estudo entra na terceira fase. Tudo começou quando a vacina foi aplicada de forma acidental em uma amostra de célula cancerosa e um vírus presente no medicamento foi modificado e convertido em um agente que combate as células doentes sem causas danos às células saudáveis. Associado a isso, foi descoberto que a vacina contra a herpes tem agentes biológicos que auxiliam o sistema imunológico a responder ao melanoma. Na segunda fase da pesquisa, oito pacientes dos 50 que estavam fazendo o tratamento para o melanoma e receberam a vacina da herpes se recuperaram do câncer. Outros quatro tiveram uma excelente resposta a vacina e se curaram depois de uma cirurgia. Agora, na terceira fase, os pesquisadores irão aplicar a vacina em 430 pacientes norte-americanos. Eles receberão a injeção nos tumores de 15 em 15 dias durante cerca de 24 sessões. Os cientistas irão acompanhar os pacientes por dois anos.


22 de maio de 2010 0

Engana-se quem pensa que a acne ataca somente os adolescentes.Mulheres adultas precisam lidar com esse mesmo problema: espinhas que insistem em aparecer

A confraternização de fim de ano estava próxima e todos os amigos do novo trabalho do marido de Cleide Formentini estariam lá. Ninguém a conhecia, exceto pelos intermináveis elogios que o companheiro fazia de sua esposa perfeita. A estudante de Direito realmente tinha um corpo de dar inveja, traços faciais bem delineados, cabelos brilhantes e compridos e dentes de um branco invejável. Apenas uma característica destoava de toda a beleza da mulher de 30: as temidas espinhas. Elas vinham aos montes. Cada olhada ao espelho contemplava um novo pontinho vermelho em seu rosto que, aos poucos, inundava bochechas, testa e queixo. Desesperada, por várias vezes Cleide espremeu as espinhas na esperança de que fossem eliminadas, mas não tinha sucesso. Agora, no lugar de pontinhos vermelhos, haviam hematomas causados pela pressão dos dedos.

Quando o dia da confraternização chegou, a acne ainda marcava presença, mas agora estava visivelmente coberta com maquiagem. Tudo em vão. Persistentes, passado o efeito do corretivo e da base no rosto, as espinhas não demoraram a dar o ar da graça novamente.

DESAGRADÁVEL SURPRESA

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 80% dos jovens entre 12 e 21 têm espinhas. Mas como explicar o caso de Cleide, uma mulher de 30 anos, com acne? Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o problema pode atingir até 5% das mulheres adultas, perdurando até os 35 anos de idade. A dermatologista Daniela Nunes, membro da SBD, afirma que as espinhas aparecem, na maioria das vezes, devido às alterações hormonais decorrentes da puberdade, na adolescência. No caso da mulher adulta, o problema também se relaciona aos hormônios, mas está ligado a alterações fisiológicas, como a síndrome dos ovários policísticos.

A dermatologista Carolina Marçon ensina como surgem essas “pequenas gigantes” capazes de aniquilar a autoestima de quem as tem como pano de fundo no rosto. “Tudo começa na unidade pilossebácea, ou seja, no orifício formado por pelo e a glândula sebácea, que é responsável por secretar o sebo que protege a nossa pele. Assim, quando há uma mudança no padrão de secreção, formam-se ‘tampões’ — os chamados comedões (cravos) — que representam as ‘bombas-relógios’ da acne”, explica a médica. Sob a influência dos hormônios sexuais (androgênios) que estimulam as glândulas sebáceas a produzir maiores quantidades de sebo, esses tampões encontram na pele mais um fator para o surgimento das espinhas: as bactérias. O resultado é um só: inflamação e, consequentemente, a acne.


22 de maio de 2010 0

A Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (de Direito Público) determinou que o Estado de Mato Grosso forneça mensalmente três frascos de protetor solar, Fator de Proteção 60, à adolescente que comprovou hipossuficiência e ser portadora da patologia de vitiligo. O amparo legal se deu em decorrência de farta jurisprudência, bem como dos termos do artigo 196 da Constituição Federal, que assegura o acesso à saúde como direito de todos e dever do Estado, devendo este garantir aos cidadãos o fornecimento de medicamentos indispensáveis para manutenção e tratamento da saúde.

Os protetores solares devem ser repassados de forma regular e contínua, conforme indicação médica. O Estado também deve providenciar o necessário à adolescente no decorrer do tratamento, sob pena de multa diária no valor de R$1,5 mil, cabendo até medida de busca e apreensão do medicamento (Apelação nº 22384/2010). Participaram do julgamento a juíza Substituta de Segundo Grau Marilsen Andrade Addario, relatora, e os desembargadores Rubens de Oliveira Santos Filho, revisor, e Evandro Stábile, vogal. No apelo, o Estado invocou o artigo 197 da Constituição Federal para asseverar a indispensabilidade de prévia regulamentação pública na distribuição, controle e fiscalização de fármacos. Asseverou ainda que o custeio do medicamento implicaria em despesa sem previsão orçamentária, afrontando o insculpido no artigo 167, II, da CF. Sustentou que não quis se furtar à responsabilidade pela prestação contínua do medicamento, mas apenas evitar que recursos orçamentários destinados ao atendimento da coletividade fossem desviados em favor de interesse pessoal e sem ressarcimento pela União.

A relatora observou o laudo e o receituário acostados aos autos, que comprovaram que a representada é albina e portadora da doença de vitiligo, necessitando do medicamento pretendido na inicial em aplicação contínua. Constatou ainda, por intermédio de documentação, que a Secretaria de Saúde do Estado informou que não poderia fornecer o medicamento sob argumento de que o fármaco requisitado não seria contemplado pelas legislações, por ser de alto custo, mas que a requisitante não poderia adquirir o produto sem que tal gasto afetasse o sustento de sua família. Assim, a câmara julgadora entendeu ser dever de o Estado fornecer o medicamento necessário ao tratamento da moléstia, tendo em vista que a saúde é direito de todos e dever do Estado, efetivamente garantido pela Constituição Federal (artigo 196 CF), assim como estabelecido pela Lei nº 8.080/1990, que regula o direito constitucional à saúde.


22 de maio de 2010 0

A Advocacia-Geral da União (AGU), por meio da Procuradoria Regional Federal da 1ª Região (PRF1) e da Procuradoria Federal junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (PF/Anvisa), conseguiu derrubar mais uma liminar, na Justiça, que solicitava desconsideração das disposições da Resolução Anvisa nº 56/2009, que proibiu, em todo o território nacional, a comercialização e o uso de equipamentos para bronzeamento artificial. Esses aparelhos são nocivos à saúde por emitirem alto nível de raios ultravioletas.

No caso, a empresa Dawson Alves Cavalheiro ME entrou com pedido de liminar para retomar as atividades de bronzeamento artificial com finalidade estética, argumentando que a Resolução da Anvisa seria inconstitucional por afrontar o Art. 7º, inc. XV, da Constituição Federal, que diz que somente uma lei pode impor restrições ao livre exercício de qualquer atividade econômica. Acrescentou que a decisão afronta os princípios da publicidade, da ampla defesa e do contraditório no procedimento de consulta pública, além de violar o princípio da segurança jurídica por ter sido impedido a empresa de exercer sua atividade comercial causando prejuízo ao seu sustento.

Em defesa da Anvisa, a AGU apresentou informações baseadas nos termos do art. 7º e 8º da Lei 9.782/99, que defende a competência do órgão na regularização, controle e fiscalização dos produtos e serviços que envolvam risco à saúde pública. Acrescentou que a Resolução proibidora da prática de bronzeamento artificial para fins estéticos foi fundamentada em estudos realizados pela International Agency for Research on Cancer (IARC), entidade associada à Organização Mundial de Saúde (OMS), que incluiu as câmaras de bronzeamento artificial dentre as práticas e produtos que provocam câncer maligno. Argumentou, ainda, que o direito à proteção da saúde deve prevalecer sobre o direito ao livre exercício da atividade econômica por ter maior relevância. Para finalizar, informou que a norma foi editada após debate com a sociedade, por meio de audiências públicas devidamente divulgadas. Após analisar o caso, a 6ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal acolheu os argumentos da AGU e negou o pedido de liminar à empresa. Para a Justiça, o interesse pessoal deve ser colocado em segundo plano para priorizar o interesse maior e primar pela saúde pública.


22 de maio de 2010 0

Há cinco anos, a Revista do Correio questionou especialistas sobre o que havia de mais moderno para garantir o envelhecimento saudável. Repetimos essa pergunta e o resultado foi parecido: nada substitui a alimentação balanceada e a prática de exercícios. Mas surgiram alguns outros aliados no caminho

PARA MERCEDES, O SEGREDO DA BELEZA É O CONTROLE RÍGIDO DA ALIMENTAÇÃO

Os avanços da medicina há muito driblaram as regras da seleção natural das espécies, que tem como princípio básico eliminar os mais fracos e enfermos. Potentes drogas, minuciosas cirurgias, mudanças de hábitos ao longo dos anos são algumas das estratégias consideradas aliadas para fortalecer os indivíduos. Sim, o homem passou a viver mais, só não aprendeu — pelo menos, a maioria — a conviver com as dores e os desgastes provocados por anos de uso dessa máquina que é o corpo humano.

Foram descobertos inúmeros meios para prolongar a vida, mas não de frear o envelhecimento. Desde a Idade Média, os alquimistas já tentavam. Muitos vieram depois. Até hoje, no entanto, não se encontrou a fórmula para manter o corpo jovem e saudável para sempre ou pelo menos até o fim da vida. Esse é o fato, todo o resto, por enquanto, é a insistência em acreditar num milagre que não existe. “Fuja de qualquer coisa que dizem ser antienvelhecimento”, sentencia o presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia no Distrito Federal, Sabri Lakhdari.

Em outras palavras: a velhice é inevitável. A diferença hoje é saber como chegar lá muito bem. Para o médico Sabri, a qualidade de vida está escorada no seguinte tripé: praticar exercícios, ter uma alimentação balanceada e fazer exames periódicos. Mas, apesar de o elixir da juventude não passar de um desejo, alguns avanços da medicina — e aí incluem-se as descobertas em nutrição, dermatologia, medicina esportiva e genética — permitem viver mais e melhor.

Há cinco anos, a primeira edição da Revista do Correio publicou a matéria de capa Atrase seu relógio. Na ocasião, havia chegado à cidade um teste de metabolismo, a calorimetria, em que era medida, durante uma hora de repouso, a quantidade de oxigênio gasto para saber o quanto o organismo consumia de carboidratos, proteínas e açúcares. Resultado na mão, a pessoa tinha noção da idade real de seu metabolismo e o que podia fazer para melhorar o funcionamento do organismo. Veja as novidades que surgiram de lá para cá.

O TEMPO NEM SEMPRE É VILÃO

A fórmula da empresária e curadora Mercedes Urquiza para estar saudável e se manter linda é nunca exagerar nas refeições e fazer da atividade física um hábito. Vaidosa, ela prefere não dizer a idade, mas a p…


22 de maio de 2010 0

Desconhecida de boa parte dos brasileiros, a psoríase é uma doença que causa descamações na pele, geralmente com a manifestação de pequenas lesões avermelhadas, especialmente nas extremidades e áreas de atrito do corpo (joelho, pés, articulações, entre outros). Segundo dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia, a doença atinge por volta de 3 milhões de brasileiros.

Antes considerada exclusivamente um problema da pele, a Psoríase passou a ser associada à outras complicações no corpo, entre elas, problemas cardíacos. Tal afirmação se deve a estudos de pesquisadores do Hospital Universitário Gentofte, na Dinamarca, que avaliaram as complicações em mais de 40 mil pacientes que sofriam da doença, comparando-os com a população em geral.

Os dados revelaram que a psoríase moderada ou grave eleva em 24% o risco de a pessoa sofrer um infarto, em 45% o risco de ter um AVC (acidente vascular cerebral). Além disso, há 51% de probabilidade de o doente ter arritimias cardíacas.

Por isso, uma vez diagnosticada, é preciso que a doença seja tratada através de medicação oral ou por pomadas. Em casos mais específicos, há um tratamento por fototerapia.





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