Bronzeamento artificial volta a ser proibido em São Paulo




22 de maio de 2010 0

Continua a briga sobre o bronzeamento artificial. A prática para fins estéticos voltou a ser proibida no estado de São Paulo. A decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região restabeleceu no estado os efeitos de resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em novembro de 2009, a resolução proibiu o bronzeamento em todo o país.

A decisão suspendeu a liminar que permitia a utilização das câmaras de bronzeamento pelas empresas associadas ao Sindicato Patronal dos Empregadores em Empresas e Profissionais Liberais em Estética e Cosmetologia do Estado de São Paulo (Seemples). Entre as argumentações usadas para derrubar a liminar, está o direito à proteção da saúde que deve prevalecer sobre o direito ao livre exercício da atividade econômica.

CÂNCER DE PELE

A resolução da Anvisa foi motivada pelos indícios de problemas de saúde relacionados ao uso das câmaras de bronzeamento. Um estudo do grupo de trabalho da Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (IARC), ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS), indica que o bronzeamento artificial aumenta em 75% o risco do desenvolvimento de melanoma (câncer de pele) em pessoas que se submetem ao procedimento até os 35 anos de idade.

De acordo com um estudo feito por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), os fatores de risco mais importantes são a freqüência anual em que é feito bronzeamento artificial e a duração em anos. Aparentemente, o início antes dos 30 anos resulta em maior elevação do risco. Ou seja, a chance de desenvolver câncer é maior para usuários habituais e que iniciam a prática mais cedo.

Segundo a Anvisa, estima-se que, em 2008, tenham ocorrido 126 mil casos de câncer de pele no país. O que demandou investimentos em torno de R$ 24 milhões do Ministério da Saúde para assegurar o tratamento dos pacientes pelo SUS. Além disso, entre os cânceres de pele, o melanoma é um dos tipos que apresenta maior letalidade.

* A Sociedade Brasileira de Dermatologia posiciona-se A FAVOR DA PROIBIÇÃO do uso de câmaras de bronzeamento artificial. Esta prática é prejudicial à saúde da população não só ao causar cânceres da pele, mas também fotoenvelhecimento, fotodermatoses, reações alérgicas e piora de algumas dermatoses. A SBD acredita que o procedimento só deve ser utilizado em dermatoses que comprovadamente se beneficiariam do mesmo.


22 de maio de 2010 0

Tratamento conjunto com radioterapia reduziu tumores ou suspendeu seu crescimento, mesmo em estágio avançado

Um vírus inofensivo encontrado nos sistemas respiratório e gástrico pode ser uma nova arma para auxiliar os tratamentos por radioterapia mesmo em cânceres em estágio avançado, segundo indica um estudo de pesquisadores britânicos.

Segundo a pesquisa, publicada na última edição da revista especializada Clinical Cancer Research, os tumores tratados com o reovírus em conjunção com radioterapia pararam de crescer ou diminuíram de tamanho em todos os casos analisados.

Os 23 pacientes estudados tinham tumores de diferentes tipos, incluindo cânceres de pulmão, intestino, ovário e pele.

Todos eles tinham parado de responder positivamente aos tratamentos tradicionais, mas ainda eram capazes de ter um alívio para a dor com o tratamento por radioterapia.

Durante o estudo, eles receberam entre duas e seis injeções com doses crescentes da droga Reolysin, produzida com partículas do reovírus, para acompanhar a radioterapia.

SEGURANÇA

O principal objetivo do estudo era testar a segurança do tratamento, mas os pesquisadores também mediram o comportamento dos tumores de 14 dos pacientes.

Segundo os pesquisadores, os tumores de todos eles pararam de crescer ou diminuíram com o tratamento.

Entre os pacientes que receberam doses baixas de radioterapia, dois tiveram os tumores reduzidos e cinco pararam de crescer. Entre os que receberam doses altas, cinco tiveram os tumores reduzidos e os demais viram a interrupção do avanço da doença.

Um paciente tinha um grande tumor na glândula salivar que diminuiu de tamanho o suficiente para ser retirado cirurgicamente.

Outro paciente com uma forma agressiva de câncer de pele que havia sido considerado próximo à morte permanecia vivo 17 meses após o início do tratamento alternativo.

Segundo os pesquisadores, os efeitos colaterais do tratamento foram leves e típicos de pacientes que recebem tratamento por radioterapia sozinho.

‘A ausência de qualquer efeito colateral significativo neste estudo é extremamente tranquilizadora sobre testes futuros em pacientes que recebam tratamento por radioterapia com o objetivo de curar seu câncer’, afirma o coordenador do estudo, Kevin Harrington, do Instituto de Pesquisas sobre Câncer, de Londres.


22 de maio de 2010 0

A tanorexia afeta principalmente mulheres jovens, entre 20 e 30 anos de idade, que buscam atingir um tom de pele ideal.

Por mais que o indivíduo esteja bronzeado, ele se enxerga no espelho com uma cor de pele mais clara, sem o tom moreno do bronzeamento. Pessoas com essa visão distorcida do próprio corpo são portadoras de um distúrbio chamado tanorexia.

A tanorexia afeta principalmente mulheres jovens, entre 20 e 30 anos de idade, que buscam atingir um tom de pele ideal, seja por meios naturais (exposição ao Sol), ou artificiais (bronzeamento artificial ou loções auto-bronzeadoras).

Mas, apesar desses esforços frequentes, esta cor ideal nunca é conquistada, segundo o psiquiatra Alexandre Pinto de Azevedo, do Instituto de Psiquiatria da USP (Universidade de São Paulo).

– Para o indivíduo tanoréxico, estar bronzeado o torna mais aceitável, interessante, atraente e todas as qualidades que talvez ele não enxergue em si. Seria como um reforço externo à baixa autoestima que possui

RISCOS

A dermatologista Simone Karst afirma que a partir da década de 30 começou uma mudança de hábitos e conceitos de beleza, com idealização do corpo bronzeado. Ela mesma reconhece que foi vítima, durante a adolescência, da valorização do bronzeamento.

No entanto, a partir da década de 90, ficaram comprovados cientificamente os efeitos cumulativos da radiação solar na pele.

De acordo com Simone, que trabalha na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, essa exposição excessiva pode causar câncer de pele; envelhecimento da pele; manchas (claras, escuras e de coloração amarelada); melasma (que são manchas no rosto causadas pelo sol); e até catarata.

– O risco para a pele é péssimo por causa da exposição contínua, e a exposição solar intermitente com queimaduras também predispõe aos câncer de pele.

TRATAMENTO

Como forma de tratamento, Azevedo afirma que, por se tratar de apenas um possível transtorno psiquiátrico (do comportamento) e de investigação recente, não há tratamento sistematizado para a tanorexia.

– Contudo, considerando a possível distorção de percepção da tonalidade corporal, é necessário psicoterapia, com uso ou não de medicamentos.

O psiquiatra alerta ainda para que familiares e amigos fiquem atentos ao exagero do comportamento em se bronzear e a preocupação exagerada e verificar constantemente o t…


22 de maio de 2010 0

O consumidor catarinense vai pagar menos pelo filtro solar. O governo do Estado vai reduzir, a partir de 1º de junho, a alíquota do ICMS sobre o produto, que passará de 25% para 17%. Conforme a Secretaria da Fazenda, a intenção é tornar o preço do produto mais acessível ao consumidor porque, segundo o Instituto Nacional do Câncer, Santa Catarina é o Estado que lidera a incidência de câncer de pele, proporcionalmente ao número de habitantes.
Para se ter ideia do impacto da redução no preço, um protetor solar que custa ao consumidor R$ 30, paga hoje R$ 7,5 de ICMS. Com a redução da alíquota para 17%, o valor do produto deverá cair para R$ 27,60. A redução será de R$ 2,4, o que corresponde a 8% do valor anterior.

MAIS PROTEÇÃO

Levantamentos apontam que apenas cerca de 35% da população brasileira usa, diariamente, filtro solar. Para dermatologistas, a proteção deve ser diária, em todas as épocas do ano todo.


22 de maio de 2010 0

Em relação à decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, que suspendeu a liminar que permitia a utilização das câmaras de bronzeamento pelas empresas associadas ao Sindicato Patronal dos Empregadores em Empresas e Profissionais Liberais em Estética e Cosmetologia do Estado de São Paulo (Seemples), restabelecendo no estado os efeitos de resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de proibir o bronzeamento em todo o Brasil desde novembro de 2009, a Sociedade Brasileira de Dermatologia posiciona-se veementemente favorável à proibição dessa prática em virtude dos prejuízos que causa à população.

“O bronzeamento artificial causa não só cânceres da pele, mas também fotoenvelhecimento, fotodermatoses, reações alérgicas e piora de algumas dermatoses”, esclarece Dr. Omar Lupi, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia. O câncer da pele é o tipo mais comum no Brasil, atingindo 13,99% dos homens e 8,99% da mulheres brasileiras, conforme mostraram os resultados das últimas edições da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer da Pele organizada pela SBD. “São números bem significativos que só reforçam a necessidade de darmos ainda mais atenção à prevenção”, destaca a coordenadora da campanha, Dra. Selma Cernea.


22 de maio de 2010 0

A família de Cátia Franceschini, 45 anos, está planejando uma viagem e precisa que o filho Lucca, de 12 anos, tire a carteira de identidade. Para isso, ela o levou, há algumas semanas, até um posto da Polícia Civil (PC), mas ele não conseguiu o documento pela falta de impressões digitais. O problema é até comum, mas a surpresa foi a explicação dada por um dos funcionários.

‘A atendente disse que as digitais estavam desgastadas provavelmente pelo uso do computador. E ainda disse que tem sido comum casos como esse. Nunca ouvi nada parecido e nem meus amigos’, conta Cátia. Pode parecer estranho, mas os especialistas afirmam que o atrito dos dedos com o computador pode agravar a situação.

‘O uso de muitas horas das teclas provavelmente produz uma alteração. O atrito na polpa digital vai afinar ou deixar mais espessa a pele e isso depende das atividades nas quais as pessoas estão envolvidas’, explica o secretário da Sociedade Brasileira de Dermatologia no Estado, Carlos Jaques Mazzei Ferreira.

Para a dermatologista Karina Mazzini, o uso contínuo do computador pode ser uma das causas para a falta de impressões digitais, mas não é a principal explicação. ‘É comum isso acontecer com os jovens porque eles praticam muitos esportes. O contato com a bola e atividades na piscina geralmente comprometem as digitais. Até mesmo quando eles ficam em contato com aditivos químicos; em trabalhos escolares isso acontece’, afirma a médica.

Mas é possível recuperar a pele. A dermatologista acredita que um tratamento de seis meses seja o ideal. ‘Existem cremes específicos para o tratamento, por isso nada de pomadas ou remédios caseiros’.

Das 15 mil pessoas que solicitam a identidade por mês, 2% não possuem impressões digitais. ‘É necessária uma nova coleta porque, se as digitais são classificadas com erro, não haverá como identificá-la no banco de dados, que possui mais de 3 milhões impressões’, explica a chefe do Departamento de Identificação da Polícia Civil, Etelvina de Lana Encarnação.

SEM REGISTRO

300 pessoas – Essa é a média de pessoas, mensalmente, que não conseguem registrar as impressões digitais no Departamento de Identificação da Polícia Civil

COMO É O PROCESSO DE COLETA

Carteira de Identidade:
O documento é feito no Departamento de Identificação (DEI) da Polícia Civil

Procedimento:
A pessoa deve ir a qualquer um dos postos da Polícia Civil, que estão localizados em Vit&oac…


22 de abril de 2010 0

As estrias são lesões irreversíveis e portanto não existe um tratamento que faça a pele voltar às condições anteriores. Por isso, o tratamento visa melhorar o aspecto estétco, estimulando a formação de tecido colágeno nas lesões.

Dra. Vera Menezes (dermatologista)


22 de abril de 2010 0

A aquisição, avaliada em R$ 100 milhões, deverá promover a expansão do grupo na área dermatológica no pais que responde por 50% do faturamento da empresa e servirá corno base para a companhia começar a desenvolver no Brasil medicamentos genéricos, afirmou ao Valor o presidente da subsidiária brasileira, Carlos Picosse.

‘A Valeant está muito focada nos segmentos de sistema nervoso central e dermatológico. Com essa aquisição, a empresa reforça sua participação em dermatologia uma vez que já possui cerca de 20 produtos e a Delta outros 60? disse Picosse. Estratégicamente, essa aquisição terá um propósito ainda muito maior para a companhia americana. ‘Vamos começar a produzir medicamentos genéricos. Esse segmento tem um potencial enorme considerando os futuros vencimentos de patentes no mercado’ afirmou o executivo.

Segundo Picosse, a companhia quer aumentar sua presença no pais e já começou a fazer estudos em quais áreas pretende atuar em medicamentos genéricos. A fábrica da Delta instalada em Indaiatuba (SP) será a base de produção da companhia nessa primeira etapa.

‘Pretendemos lançar novos produtos.’ A companhia não descarta fazer novas aquisições para promover seu crescimento. A Valeant tem no Brasil uma fábrica na região de Campinas.’Mas essa unidade produz produtos semi sólidos. Terceirizamos a produção de outras empresas’ disse. Para este ano a farmacêutica também deverá investir cerca de US$ 5 milhões para a aquisição de equipamentos e também em novas contratações. Lemos em nosso ‘pipeline’ alguns Lançamentos’ disse o executivo.

Com faturamento global de US$ 830 milhões em 2009, um crescimento de 26% sobre o ano anterior, a Valeant, com ações negociadas na bolsa de Nova York,registrou receita de US$ 30 milhões no Brasil no ano passado de acordo com dados da IMS Health, consultoria do setor.

A Delta encerrou 2009 com faturamento da ordem de US$ 28 milhões também segundo a IMS. Fundada em 1960 em Orange County Califórnia (EUA), a empresa atua no Brasil desde 1998. A Delta foi criada em 1947 e começou suas atividades no Rio de Janeiro mas transferiu nos anos 80 sua sede para Indaiatuba.

A aquisição da Delta foi feita por meio da subsidiária da Valeant no Brasil e contou com a assessoria do escritório Pinheiro Neto Advogados, que atuou do lado da farmacêutica americana, e


22 de abril de 2010 0

Comprovadamente prejudicial à saúde da pele, de acordo com dados a Organização Mundial de Saúde, o bronzeamento artificial também pode causar dependência. É o que diz um estudo norte-americano publicado no “Archives of Dermatology”, realizado com 229 pessoas que usavam o aparelho 23 vezes por ano, em média. Elas responderam a um questionário adaptado que avalia o vício em álcool e maconha – 160 apresentaram critérios de dependência.

‘Apesar de nossos esforços para alertar sobre os perigos para a saúde associados às radiações de raios UV, artificiais ou não, se observa um progressivo aumento do número de jovens e adultos que recorrem ao bronzeamento artificial’, afirmam os autores da pesquisa.

No Brasil, a prática foi proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária em novembro do ano passado, medida aprovada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia. Mas, desde então, algumas liminares vem permitindo a prática em alguns lugares do país.


22 de abril de 2010 0

Nada substitui a avaliação clínica feita por um dermatologista para verificar a saúde da tez. Mas os médicos contam agora com a tecnologia como aliada para o diagnóstico precoce de problemas na pele do rosto.

Se tem algo incômodo de imaginar é onde aparecerão as próximas manchas, rugas e vasos aparentes no rosto. Porém, os médicos dizem que essa é uma boa forma de os pacientes perceberem que é chegada a hora de se cuidar. Alguns equipamentos que têm essa função começam a aparecer nos consultórios médicos. São programas de computador que conseguem mapear a pele, fotografando todos os sinais, mesmo os mais suaves, de manchas, vasos dilatados e rugas.

O resultado é uma espécie de “ressonância magnética” do rosto, que mostra onde surgirão as próximas manchas, ou sinais, o que o olho só iria perceber quando já fosse bem evidente. “Além de acompanhar como está a pele da pessoa e decidir por um ou outro tratamento, a função dessas máquinas é educativa. O paciente consegue enxergar nossos alertas e muitas vezes é vendo essa imagem que ‘a ficha cai’, ou seja, ele percebe que tem realmente de tomar atitudes de prevenção”, diz a dermatologista Annia Cordeiro Lourenço.

A imagem é captada por uma luz polarizada, que demonstra as imperfeições, como poros abertos e flacidez. Também emite comprimentos de ondas ultravioleta, capazes de captar a pigmentação vascular e o envelhecimento da pele. Outros equipamentos ainda mostram imagens em três dimensões. “Com eles podemos ver a profundidade da cicatriz de catapora, por exemplo, o sulco de uma ruga, qual o grau de abalamento da pele. Funciona como documentação fotográfica que pode ser analisada comparativamente para acompanhamento dos tratamentos”, diz a dermatologista carioca Andréia Mateus Moreira, coordenadora do departamento de cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Para os leigos, as imagens não são agradáveis. “Assusta um pouco. Se você olha o rosto no espelho não imagina como está a pele”, diz a empresária Francelli Cavalca, que testou o equipamento. Mas, segundo Annia Cordeiro, não há motivos para ficar assustado. É um recurso a mais que pode ajudar na reversão do quadro.

Com o mapa, o médico pode decidir qual o melhor tratamento, seja cremes clareadores, luz pulsada, laser de CO2 fracionado ou outras técnicas hoje disponíveis para amenizar as imperfeições. Nada que dispense um bom filtro solar. De acordo com Annia, se usado adequadamente, o protetor é capaz de reverter manchas iniciais.

Além das manchas, uma das versões do mapeamento mostra os vasos e sinais de rosácea, um problema comum em peles claras. Trata-se de uma vermelhidão que começa suave, como se fosse um acúmulo de espinhas, e que, se não tratada, pode se acentuar e virar permanente. “O tratamento pode ser com antibióticos, laser, cremes calmantes… depende de cada caso”, diz Annia.

MELANOMA

Outra forma de detectar precocemente problemas na pele é a dermatoscopia digital computadorizada. São softwares que permitem identificar se uma lesão escura pode se transformar em um melanoma (câncer de pele). “Quem é cheio de pintas de nascença, principalmente escuras e planas,…





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