Bronzeamento artificial ligado a câncer de pele




22 de junho de 2010 0

O bronzeamento artificial quase duplica o risco do grave câncer de pele melanoma – e quanto mais horas são passadas no bronzeamento, maiores os riscos, de acordo com um novo estudo.

Aqueles que usaram máquinas de bronzeamento tinham 1,74 vezes mais chances de desenvolver melanoma do que os que não usaram.

Usuários frequentes – que tiveram mais de 100 sessões ou 50 horas de bronzeamento artificial durante 10 anos – tinham riscos 2,5 vezes maiores do que os não-usuários, segundo o estudo.

Essa correlação, chamada de reação a dosagem, ‘é muito importante para ajudar na defesa de que esta é uma influência causal’, disse DeAnn Lazovich, um epidemiologista da Universidade de Minnesota que é o principal autor do estudo, publicado online na última quarta-feira em ‘Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention’.

No ano passado, a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer, parte da Organização Mundial de Saúde, classificou as câmaras de bronzeamento como carcinogênicas a seres humanos, e a agência FDA dos Estados Unidos está considerando rever as exigências para câmaras bronzeadoras e fortalecer os rótulos de advertência a respeito dos riscos.

O novo estudo comparou 1.167 moradores de Minnesota que tiveram um diagnóstico de melanoma invasivo de 2004 a 2007 com 1.101 indivíduos saudáveis.

Sessenta e dois por cento dos pacientes com melanoma haviam utilizado o bronzeamento artificial, contra 51,1% do grupo de comparação.


22 de junho de 2010 0

Se você é mulher e não tem celulite, vai chegar sua hora. Um estudo da Sociedade Brasileira de Dermatologia afirma que 99% das mulheres têm celulite após os 30 anos, enquanto, no máximo 20% dos homens têm as marcas.

E POR QUE EXISTE ESSA DIFERENÇA TÃO GRANDE?

Há duas razões. E elas estão ligadas aos benditos, ou malditos, hormônios. Celulite é basicamente causado por excesso de gordura. As mulheres produzem estrogênio, fazendo com que retenham mais líquido. Logo a variação de peso é maior (tirando a gravidez e o ciclo menstrual, quando engordam mais). Porém o principal motivo está ligado a distribuição de gordura pelo corpo. E a má notícia. Segundo pesquisadores, ‘Uma vez lá, os furinhos não desaparecem, é irreversível’.

O tal hormõnio, estrogênio, faz com que a gordura, no caso das mulheres, mulheres vá para coxas e glúteos. Por baixo dessa área, os músculos são muito fortes. Quando são contraídos, a pele é puxada e os furinhos, aparecem, para o horror das mulheres.

E os homens? Eles produzem testosterona, esse hormônio que faz com que a gordura vá para o abdômen – a típica barriguinha de chopp. E para a sorte masculina, essa musculatura debaixo da barriga é fraca. Por mais que se contraia os buracos não aparecem.

É, homens e mulheres são diferentes.


22 de junho de 2010 0

Quem ainda se arrisca nas máquinas de bronzeamento artificial por aí já choca pela falta de responsabilidade com a própria pele. Mas, pior do que isso, um estudo americano descobriu que mulheres jovens deixariam a prática de lado se soubesse que há grande risco de ganharem rugas! A vaidade é maior que a preocupação com o câncer de pele – suas cirurgias, cicatrizes, quimioterapia e até a morte.

Esse mesmo estudo descobriu uma redução no número de usuárias que foram avisadas quanto às rugas que a máquina pode levar.

Saber que as câmaras de bronzeamento aumentam em 75% o risco de câncer de pele não foi suficiente. ‘Elas não estão preocupadas com o câncer de pele, mas sim em ficarem menos atraentes’, disse June Robinson, professora de dermatologia da Northwestern University Feinberg School of Medicine, autora do estudo, já publicado no ‘Archives of Dermatology’. ‘O medo de ficar feia é maior que todos os outros’.

A pesquisa, feita com 435 universitárias, entre 18 e 22 anos que fazem bronzeamento artificial, mostrou que avisar sobre os efeitos na aparência causou 35% de queda nas visitas em clínicas. Joel Hillhouse, outro autor da pesquisa, afirmou que algumas das que participaram da pesquisa até deixaram o advento hi-tech para trás.

O grupo pesquisado foi formado por mulheres que vão a clínicas quatro vezes por semana e que querem o bronzeado por razões psicológicas, e não um evento especial. Muitas não gostam da cor da pele. Outras, disseram se sentir melhor e mais relaxadas após o bronzeamento. ‘Elas estavam medicando a própria depressão’, afirma Robinson.

Depois de lerem um livreto elaborado pelos pesquisadores, que discutia os efeitos do bronzeamento na aparência e explicava como os raios ultravioletas destroem o colágeno da pele, as participantes tinham que colocar suas atitudes num diário, duas vezes por semana. E o resultado surpreendeu, já que muitas declararam muito mais medo das rugas que de doenças como o câncer.

‘Mostrando como o bronzeamento artificial atinge a aparência conseguimos que elas parassem para pensar e procurassem alternativas às máquinas’, comemora Joel. Então, se a vaidade motiva mais que os problemas (reais) de saúde, a ideia de fazer campanhas nesse sentido poderia ser repetida em outras áreas, como com o cigarro ou a bebida. Faria, será, mais efeito?


22 de junho de 2010 0

Tratamentos contra câncer de pele e pulmão entusiasmam cientistas

Terapias experimentais apresentadas na 46ª Conferência sobre o Câncer da Asco (American Society of Clinical Oncology), realizada em Chicago, se revelaram promissoras para o tratamento de diferentes tipos de câncer, do melanona (câncer de pele grave) e de pulmão.

Os resultados mais alentadores revelados durante a conferência do fim de semana confirmam o crescente papel das terapias dirigidas a funções ‘vitais’ de tumores ou que dopam o sistema imunológico para destruir as células cancerígenas, em comparação com a quimioterapia padrão.

Um anticorpo experimental monoclonal (Ipilimumab), que ativa as células T (timócitos) do sistema imunológico para destruir o câncer, deu pela primeira vez ‘resultados muito encorajadores’ contra o melanoma avançado, um câncer de pele cuja incidência disparou há 30 anos.

Segundo Douglas Blayney, professor de medicina interna na Universidade de Michigan (norte dos Estados Unidos) e presidente da Asco, “estes avanços mostraram aumento da sobrevivência sobretudo em doentes que sofrem de tipos de câncer avançados ou com metástase, como o melanoma, contra os quais existem poucos ou nenhum tratamento”.

NOVIDADES EM TRATAMENTO DE CÂNCER DE PULMÃO E PRÓSTATA

Uma terapia experimental (crizonitinib), que neutraliza a enzima cinase de linfoma anaplásico (ALK), essencial para o crescimento das células cancerígenas, também se revelou muito promissora contra a forma mais frequente de câncer de pulmão avançado em pacientes com um perfil genético particular. Este é o tipo de câncer mais frequente e mortal do mundo.

Outro ensaio clínico demonstrou que o tratamento específico Avastin, que bloqueia o crescimento dos vasos sanguíneos que levam os nutrientes e oxigênio necessários para o tumor, combinado com uma quimioterapia, permitiu prolongar o período que transcorre sem que um câncer de ovário progrida.

Um estudo demonstrou também que a radioterapia combinada com um tratamento hormonal reduz em 43% o risco de mortalidade dos homens afetados por um câncer localizado e avançado da próstata. Mas, apesar de todos esses progressos e da melhora dos tratamentos, a doença segue muito frequente nos Estados Unidos, lamenta a ASC (Associação americana do Câncer), segundo a qual foram registrados cerca de 1,5 milhão de novos casos em 2009, que provocaram mais de 560 mil mortes.

Um recente informe da OMS (Organização Mundial de Saúde) estima que o número mundial de mortos por câncer pode duplicar até 2030 e alcançar os 13 milhões. Com o envelhecimento da população nos países industrializados, cerca de um homem em cada dois …


22 de junho de 2010 0

Produto é alternativa para quem não suporta a dor da injeção

A toxina botulínica, conhecida como botox, está sendo testada em uma versão em creme. A substância, na forma injetável, é usada em tratamentos dermatológicos há mais de 20 anos. Indicado para pessoas com sensibilidade à dor causada pela aplicação com agulhas, o creme foi testado em pacientes com hiperidrose -suor excessivo nas axilas, nas mãos e nos pés. Os dados preliminares de um estudo feito no México com dez pacientes foram apresentados na reunião anual da Academia Americana de Dermatologia, realizada nos Estados Unidos.

A nova técnica é simples: o paciente recebe uma aplicação local do creme e um aparelho ajuda a penetração das substâncias na pele. O botox em creme, no entanto, não é tão eficiente quando comparado ao injetável: a técnica convencional reduz em 100% a sudorese, enquanto o creme mostrou 70% de eficácia. Além disso, segundo o estudo, a toxina injetada tem uma durabilidade quase 16% maior do que a em creme -que precisa ser reaplicada cerca de sete meses depois.
‘Apesar de um pouco inferior, a eficácia da aplicação do creme é boa porque não é invasiva e é mais bem tolerada por não causar dor’, diz a dermatologista Lilian Mayumi Odo, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, regional São Paulo.

Segundo Odo, muitas pessoas sentem dores fortes na região da aplicação. ‘Nas mãos, por exemplo, há muitas terminações nervosas. A injeção é bastante dolorida.’ Mesmo com os benefícios aparentes, o botox em creme ainda não está aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e não tem data para chegar no Brasil. ‘Outros estudos ainda precisam comprovar esses resultados’, diz Odo.


22 de junho de 2010 0

Trabalhador rural é o principal beneficiado pela nova lei

A edição desta terça-feira do Diário Oficial do Estado do Rio Grande do Sul publicou a sanção da governadora Yeda Crusius à lei que dispõe sobre a prevenção e o combate às doenças associadas à exposição solar do trabalhador rural. De autoria do deputado estadual Heitor Schuch (PSB), a lei tem por diretrizes a implantação de medidas que reduzam a exposição do agricultor ao sol, nos períodos do dia com maior incidência de irradiação, e o estabelecimento de parcerias com empresas e entidades para pesquisa, produção e fornecimento de meios protetivos ao homem do campo.

Entre os objetivos da lei está dotar a rede de saúde e demais serviços públicos dos meios necessários para acompanhar a exposição da população a fatores de risco e realizar a prevenção, o controle e o tratamento de doenças decorrentes da exposição solar. A norma também visa estimular o uso de protetores solares e a realização de exames para detecção de câncer e de outras enfermidades de pele.

Pesquisas apontam que em dez anos a incidência de câncer de pele será ainda maior no Rio Grande do Sul. Os números levaram a Sociedade Brasileira de Dermatologia a criar, em 1999, o Programa Nacional de Controle do Câncer de Pele (PNCC). Campanhas são feitas anualmente no período que antecede as férias de verão.


22 de junho de 2010 0

Procedimentos poderão ser usados para combater queimaduras e calvícies, entre outros problemas relacionados à estética Procedimentos ainda não estão disponíveis comercialmente Um novo método de coleta de células-tronco está revolucionando as pesquisas dermatológicas: cientistas descobriram como transformar células maduras da pele em células-tronco a partir de um processo chamado desdiferenciação.

De acordo com o Omar Lupi, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, o procedimento consiste em retornar a célula à sua estrutura embrionária, permitindo que, através de uma biopsia simples e indolor, seja possível ter acesso ilimitado às células-mãe sem agressão. As duas principais terapias celulares estão voltadas para o desenvolvimento da pele e para a queda de cabelo.

Com o processo de desdiferenciação é possível, por exemplo, cicatrizar totalmente a pele queimada ou reparar doenças genéticas como a epidermólise bolhosa, caracterizada pelo surgimento de bolhas e consequentes feridas quando a pele sofre um trauma mínimo. O procedimento é consideravelmente simples: basta localizar o gene alterado, manipulá-lo através de células-tronco e reimplantá-lo, depois de curado, na pele.

A ação é instantânea e sem efeitos colaterais. Já nos tratamentos contra calvície, o implante de cabelo possibilita o transplante das células-tronco presentes no bulbo capilar, um reservatório natural chamado Bulge, permitindo assim o nascimento de cabelo onde antes já não havia mais fios.

O método é antigo, mas não se sabia que o sucesso do tratamento se dava graças às células-tronco. Omar lembra, no entanto, que esses procedimentos ainda não estão disponíveis comercialmente. “É preciso que algumas questões éticas, técnicas e até mesmo religiosas sejam resolvidas antes de se pensar na comercialização dos tratamentos, mas em um futuro próximo será possível executar todos eles no consultório”, prevê o especialista.


22 de junho de 2010 0

Na tarde de quinta-feira, 24 de junho, o trabalho desenvolvido pela Comissão de Valorização do Título de Especialista da AMB, coordenada pelo dr. Rogério Toledo Jr, da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), deu mais um passo. Em reunião realizada na sede da AMB, representantes da Editora DOC, voltada para publicações médicas, apresentaram uma proposta de divulgação para que a sociedade brasileira se conscientize da importância de procurar médicos portadores de título de especialista. A comissão analisou o material exposto e fez algumas ponderações a respeito. O principal ponto destacado é que a campanha precisa de fato ressaltar que há diferenças entre o médico que apenas fez residência, considerado especialista, e o médico que, além da residência, se submeteu à avaliação da Sociedade de Especialidade e obteve o título de especialista.


22 de junho de 2010 0

Temor de manchas e rugas faz com que jovens antecipem o início de tratamentos estéticos

Envelhecer deixou de ser uma tendência natural da vida. Cada vez mais pessoas temem que as marcas do tempo sejam expostas em seu principal cartão de visitas: o rosto. De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia no Rio Grande do Sul, Gustavo Pinto Corrêa, pacientes procurando informações sobre como prevenir o envelhecimento e ter uma aparência melhor representam hoje cerca de 70% das consultas.

Preocupações como essa fizeram a modelo fotográfico e estudante de Direito Tainá Moreira Vidal, 26 anos, de Porto Alegre, começar a cuidar da pele aos 15 anos. Agora, ela se cerca de todos os artifícios para se manter linda e jovem e não dorme sem passar um creme antissinais de idade. Tainá não é exceção.

Dermatologistas afirmam que a busca por se manter jovem tem começado aos 20 anos. Rugas, manchas e pés de galinha são as preocupações da maioria. No caso de Tainá, a vaidade se confunde com a exigência da profissão. Aos 23 anos, fez a primeira aplicação de laser para retirar manchas provocadas pelo sol.

– Quero me manter jovem e bonita. Não me importaria de aplicar toxina botulínica, mas ainda acho que não é a hora – declara a modelo, referindo-se ao método que ameniza rugas.

De acordo com Corrêa, a grande oferta de produtos gera ansiedade:

– Cada vez mais pessoas jovens procuram o consultório em busca de um creme milagroso que afaste rugas e retire imperfeições. É importante que haja um estudo sério de cada caso, com profissionais que tenham formação adequada. Médico e paciente têm de saber aonde querem chegar e até onde podem ir para atingir esse objetivo.

O médico explica que as pessoas têm vivido mais e querem uma melhor qualidade de vida, e essa preocupação vem começando cada vez mais cedo. No Rio Grande do Sul, a expectativa de vida é de 72 anos para os homens e de 79 anos para as mulheres, de acordo com os últimos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referentes a pesquisas feitas em 2008.

Se houve um tempo em que a valorização da aparência era vista como futilidade, agora é tida como uma necessidade pela sociedade, destaca a dermatologista Doris Hexsel:

– Estudos mostram que pessoas mais bonitas têm salários mais altos. O cuidado com a aparência é importante também no contexto profissional.


22 de maio de 2010 0

As estatísticas da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer da Pele, organizada há 11 anos pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), revelam que o brasileiro não se protege adequadamente do sol: 70% dos entrevistados afirmaram não usar nenhum tipo de proteção solar nem mesmo quando vão à praia. Os dados são alarmantes, uma vez que o Brasil é um país tropical com grande incidência de raios solares durante o ano inteiro.

“O uso do filtro solar é uma questão de saúde pública. Todo brasileiro deve se conscientizar que o filtro não é um tratamento estético ou mais uma ferramenta no combate ao envelhecimento. É, sim, uma arma poderosa contra o câncer da pele, que faz milhares de vítimas no país a cada ano”, afirma Omar Lupi, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia. No total, 34.435 pessoas foram atendidas, marca que faz da campanha brasileira a maior do mundo e forte candidata a entrar no Guiness Book.

As mulheres são mais cuidadosas do que os homens: cerca de 36,6% utilizam o filtro, contra apenas 20% dos homens, que só usam por influência direta de uma mulher, principalmente das esposas. Por isso, não é de se espantar o fato de que o câncer da pele atinja mais os homens (13,99%) do que as mulheres (8,99%).

Estes números fazem da doença o tipo de câncer mais comum no Brasil, com incidência de 10,8%, conforme mostraram os resultados das últimas campanhas realizadas pela SBD. “São números bem significativos e só reforçam a necessidade de darmos ainda mais atenção à prevenção”, destaca a coordenadora da campanha, Dra. Selma Cernea. Os atendimentos realizados na última edição da campanha revelaram, também, que 85% dos entrevistados apresentaram algum tipo de doença de pele.

Outro dado preocupante diz respeito às pessoas de pele negra. Apenas 16,12% afirmam usar o produto. O descaso é ligado ao fato de muitos acreditarem ser imunes a este tipo de câncer, teoria derrubada há muito tempo. Os brancos são os que mais se protegem (34,81%), seguidos dos amarelos (28,53%) e pardos (24,02%). Os únicos que regrediram na estatística foram os amarelos, diminuindo em 1,5% a marca de 2008.

Dentre as capitais, a cidade melhor colocada no quesito proteção solar foi Florianópolis, onde 50,63% dos entrevistados afirmaram utilizar filtro solar regularmente. No outro extremo da lista está Belém, com apenas 19,84%. Mas quem deve ligar o sinal de alerta é a população de João Pessoa. A capital da Paraíba foi campeã em números de casos da doença, diagnosticada em 20,06% dos pacientes. A cidade que apresentou menos casos foi São Luis (5,26%), no Maranhão.

Muitas cidades não-litorâneas apresentam índices de cuidados com a proteção solar maiores do que os de cidades praianas – onde, na teoria, a população seria mais cuidadosa. Brasília (33,52%), por exemplo, está na frente do Rio de Janeiro (30,6%) e de Recife (27,15%). São Paulo (28,9%) supera Salvador (24,19%) e Vitória (28,03%).

Durante a campanha realizada no final do ano passado, 3.571 dermatologistas voluntários estiveram a serviço da população em 167 postos de atendimento distribuídos por 24 estados e 108 cidades brasileiras. A próxima edição será dia 27 de novembro. “O número impressio…





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