Comissão Da Câmara Dos Deputados Debate Os Impactos Da Dermatite Atópica E O Reconhecimento Do Dia Nacional De Conscientização Sobre A Doença



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12 de setembro de 2022 0

A Comissão Externa da Câmara dos Deputados que trata sobre a primeira infância realizou, nesta segunda-feira (09), audiência pública para instituir a data de 23 de setembro como o Dia Nacional de Conscientização sobre a doença Dermatite Atópica. O debate foi solicitado pela deputada pela Paula Belmonte (Cidadania-DF).

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Fonte: Associação Médica Brasileira (AMB)

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8 de setembro de 2022 0

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI) conjuntamente elaboraram uma carta na qual destacam a importância de discutir sobre a elaboração de um Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para a dermatite atópica. Para as entidades médicas, o melhor caminho para aliar a assistência médica à otimização dos recursos públicos é a elaboração de um PCDT sobre a doença.

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Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP)

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16 de agosto de 2022 0

É muito comum que as doenças de pele sejam invisibilizadas, e que a maioria das pessoas não considere sua gravidade e efeitos reais na vida de quem sofre com elas. É o que acontece com a dermatite atópica, distúrbio dermatológico que afeta de 15% a 25% das crianças e cerca de 7% dos adultos no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia.

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Fonte: Revista Galileu

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5 de agosto de 2022 0

É, o preconceito parece não ter fim. Três em cada dez brasileiros acreditam que a dermatite atópica, uma doença caracterizada por pele seca, lesões avermelhadas e coceira intensa, é um problema de saúde contagioso, que pode ser transmitido pelo contato direto. Essa visão equivocada indica o preconceito com respeito a esse quadro que afeta de 15% a 25% das crianças e cerca de 7% dos adultos.

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Fonte: ES Brasil

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15 de setembro de 2021 0

A dermatite atópica é uma doença genética, crônica e não contagiosa, cujos principais sintomas são pele seca e erupções que coçam, provocando a descamação da região afetada. Ela acomete principalmente braços, joelhos e pescoço. Rosana Lazzarini, assessora do Departamento de Alergia Dermatológica e Dermatoses Ocupacionais da SBD, destaca que, apesar do incômodo, esse problema de saúde dermatológico tem tratamento.

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Fonte: Portal Doutor Jairo


25 de agosto de 2021 0

Um dos maiores especialistas em hanseníase do Brasil passou a figurar com destaque no ranking divulgado pela consultoria Expertscape que enumera os cientistas de diversos países que mais contribuíram com estudos relacionados a doenças negligenciadas no mundo na última década. O médico dermatologista Gerson Penna, docente do Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical (PPGMT) da Universidade de Brasília (UnB) e ex-diretor da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em Brasília, figura na oitava posição. O professor também alcançou a primeira colocação no ranking entre profissionais da dermatologia.

“Estar entre os dez cientistas que lideram este ranking e ser o primeiro colocado entre os dermatologistas me honra. Mas não trabalho sozinho. Para o nosso grupo de pesquisa, é um reconhecimento à entrega e ao trabalho diários", ressalta o professor sobre os esforços de pesquisadores da UnB e da Fiocruz em estudos sobre a hanseníase.

Levantamento – Para apontar este resultado, a Expertscape realizou levantamento em 3.489 artigos publicados na base de dados Publimed. Os textos foram publicados entre 2010 e 2021. Ao longo de sua trajetória, Gerson Penna registra mais de 200 artigos divulgados sobre hanseníase, numa produção relacionada a pesquisas sobre novos tratamentos e medicamentos, determinantes sociais e determinação genética de transmissão da doença.

Ao longo dos anos, Gerson Penna tem trabalhado em sintonia com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), colaborando em iniciativas para aperfeiçoar a assistência oferecida à população brasileira. Isso inclui a elaboração de relatórios que subsidiam a formulação de políticas públicas para doenças negligenciadas, coordenadas pelo Ministério da Saúde. 

Sua contribuição repercute também na formação dos dermatologistas e mesmo na capacitação de médicos de outras especialidades e de equipes de saúde para atuarem na prevenção, diagnóstico e tratamento da hanseníase no País. No entanto, ele alerta: “ainda existe um longo caminho a ser percorrido no combate às doenças negligenciadas”.

Carreira – Membro do Comitê Assessor em Hanseníase do Ministério da Saúde, Penna tem extensa trajetória dentro do serviço público, com participação em atividades nas áreas de ensino e de gestão em saúde, em especial na alta complexidade. Essa experiência tem reflexos em sua atuação, por conhecer as diferentes realidades e o impacto das medidas adotadas na ponta. “Costumo dizer que as pessoas pelas quais a gente trabalha nem sabem e nunca sequer saberão que existimos. Isso nos dá a humildade necessária [para atuar] nesses momentos”, ressaltou. 

Doutor em Medicina Tropical, pela Universidade de Brasília, e com pós-Doutoramento em Saúde Pública, pelo Instituto de Saúde Coletiva na Universidade Federal da Bahia, Penna também é Deputy Editor do PLOS Neglected Tropical Diseases. Para a SBD, o reconhecimento alcançado pelo professor é exemplo do compromisso com a luta contra as desigualdades na área da saúde. 

“Gerson Penna é um profissional que serve de exemplo para a dermatologia brasileira, pela forma como tem atuado, sempre preocupado em criar condições para impedir o surgimento de novos casos de hanseníase e dar atendimento digno aos pacientes com diagnóstico. Esperamos contar com sua contínua colaboração para reforçar essa frente de batalha no campo da saúde pública”, avaliou o vice-presidente da SBD, Heitor de Sá Gonçalves. 

Eliminação – Considerada uma doença negligenciada, a hanseníase esteve, por volta dos anos 2000, próxima da eliminação. Atualmente, ela tem avançado em muitos países, incluindo o Brasil, que perde apenas para a Índia em número de novos registros. Os dados do Ministério da Saúde apontam uma média de 30 mil novos casos da doença por ano no País. 

“Estamos atuando fortemente para prevenir o avanço da hanseníase. O professor Gerson Penna, juntamente com vários outros especialistas, tem oferecido conhecimento essencial a adoção de protocolos e práticas que beneficiam, em especial, o paciente. Trata-se de trajetória brilhante e digna de reconhecimento”, concluiu Sandra Durães, coordenadora do Departamento de Hanseníase da SBD. (Com informações das assessorias da UnB e Fiocruz)

 


10 de junho de 2021 0

Apesar de avanços tecnológicos que têm surgido, o papel do médico dermatologista ainda é fundamental para o diagnóstico de doenças que afetam pele, cabelos e unhas. Essa é a avaliação de especialistas no uso da telemedicina ao avaliar anúncio de lançamento de uma ferramenta pelo Google que ajudaria na identificação de lesões. O serviço, que se chama Derm Assist, pode entrar em operação até o fim do ano, nos Estados Unidos, mas ainda aguarda autorização da Food and Drug Administration (FDA), agência federal de saúde dos Estados Unidos. No Brasil, não há previsão de lançamento.

O coordenador do Departamento de Teledermatologia da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Daniel Holthausen Nunes, considera que esse tipo de mecanismo pode ser útil, mas não substitui a atuação do médico no fechamento do diagnóstico sobre eventuais problemas. Segundo ele, o objetivo do Derm Assist é útil ao apontar possíveis doenças existentes, ficando a cargo do dermatologista confirmar, ou não, a suspeita.

Software – O Google explica que pelo Derm Assist o usuário poderá encaminhar fotos de sua erupção, lesão ou mancha para análise do software abastecido com imagens de referência de 288 doenças de pele. Após buscar correspondências, a ferramenta indica possíveis transtornos associados ao material enviado, mas não é capaz de fazer o diagnóstico definitivo.  

“Essa tecnologia pode acelerar a ida ao consultório médico, facilitando diagnósticos precoces, especialmente na triagem de lesões graves, como o câncer de pele, que normalmente não causa sintomas evidentes nos primeiros momentos. Não é raro o paciente só buscar por um dermatologista quando a situação já está avançada, com prognóstico negativo”, disse Daniel Holthausen Nunes.

Chao Lung Wen, responsável pela Disciplina de Telemedicina do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), reforça que a novidade não substituirá os dermatologistas. “Esse mecanismo não invadirá a responsabilidade e os cuidados médicos com os pacientes. Somente o médico pode assumir as condutas terapêuticas e o tratamento, traçando um raciocínio investigativo, a partir das informações clínicas de cada paciente, como o biótipo”, alerta.

Democratização – Questões éticas devem ser consideradas quanto ao uso de plataformas desse tipo, ressalta Chao Lung Wen. Na sua avaliação, a SBD pode assumir um papel importante, em nome da segurança da população, analisando – quando possível – a beneficência e a não maleficência desta ferramenta, a partir dos preceitos da bioética.

O especialista acredita que o médico moderno – com capacidade de análise crítica, investigativa e de comunicação –, com o suporte da tecnologia, pode ser capaz de aperfeiçoar sua relação de confiança com os pacientes, oferecendo assistência e contemplando aspectos de segurança, eficiência e empatia. “Assim, será viável promover maior comprometimento da população, por meio dessas condutas, ajudando-a a conhecer melhor sua saúde, as doenças e os autocuidados”, finaliza.

 


2 de junho de 2021 0

A condução da rosácea ainda representa um desafio à dermatologia. Assim, para discutir as mais recentes indicações a respeito dessa doença e abordar sua relação com outras comorbidades, o SBDcast recebe Clívia Maria Moraes de Oliveira, professora de Dermatologia da Universidade Federal do Pará (UFPA) e presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional Pará. Ela também é coordenadora da Biblioteca da SBD (Gestão 2021-2022). O programa conta com a moderação do 1º secretário-geral da SBD, Geraldo Magela Magalhães.

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Segundo a convidada, a predisposição familiar deve sempre ser observada com atenção pelos dermatologistas, no momento da avaliação dos pacientes. No entanto, ela explicou que, além da fisiopatologia da doença, também é importante estar atento a determinados gatilhos desencadeantes, como exposição solar, consumo de bebida alcóolica e condimentos, estresse e prática de atividades aeróbicas.

Para ter acesso a outras informações sobre o tema, os participantes dessa edição do SBDcast sugerem a leitura do Consenso Brasileiro sobre Tratamento de Rosácea, publicado em 2020 nos Anais Brasileiros de Dermatologia (ABD).

ACESSO O CONSENSO BRASILEIRO SOBRE ROSÁCEA

Lançado em fevereiro deste ano, o SBDcast é uma iniciativa da Gestão 2021-2022 que traz exposições sobre assuntos de interesse para a dermatologia semanalmente, todas as quartas-feiras, exclusivamente para os associados. Para conferir este programa e edições anteriores, basta acessar o aplicativo da SBD ou a área do associado, no portal.

 

 

 


13 de maio de 2021 0

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) emitiu informe, nesta quinta-feira (13), para esclarecer a população e os médicos sobre cuidados na vacinação de pacientes com dermatoses imunomediadas – tais como psoríase, dermatite atópica, hidradenite supurativa e outras.  A SBD destaca que a vacinação é recomendada a pessoas com esse perfil, pois estudos têm demonstrado que portadores dessas doenças apresentam taxas de contaminação pelo SARS-CoV-2 e de desfechos da covid-19 similares às encontradas na população geral.

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“Nota-se ainda que a maioria dos tratamentos utilizados para estas doenças, incluindo os imunobiológicos, também parece alterar pouco o desfecho da covid-19”, cita o documento que, no entanto, recomenda atenção especial em algumas situações. Por isso, reitera a SBD, cada caso deve ser avaliado de forma individualizada e a decisão da vacinação precisa ser sempre compartilhada entre médico e paciente.

“A vacinação para covid-19 é o meio mais seguro e eficaz, reconhecido até agora, para conter o avanço da pandemia causada pelo coronavírus. É importante que a imunização da maioria da população brasileira ocorra de forma rápida. No entanto, diante das dúvidas percebidas entre pacientes e médicos que acompanham doenças dermatológicas sobre possíveis efeitos da vacina, entendeu-se ser relevante a produção de um esclarecimento”, disse Heitor de Sá Gonçalves, vice-presidente da SBD.

 





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