Prefeitura de Natal adere à Campanha Janeiro Roxo da SBD sobre hanseníase



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27 de janeiro de 2022 0

A cúpula e o anexo I do Senado Federal serão iluminados de roxo, de terça-feira (25) até a próxima segunda-feira (31), em alusão à campanha nacional Todos Contra a Hanseníase. A solicitação de iluminação especial partiu do senador Izalci Lucas (PSDB-DF) e da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), responsável pela campanha, que visa a alertar a população sobre a importância do diagnóstico e do tratamento precoces, informar sobre as opções terapêuticas disponíveis na rede pública e combater o preconceito em relação aos portadores desta doença.

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Fonte: Agência Senado

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21 de janeiro de 2022 0

As atrizes Tatiana Tiburcio e Claudia Mauro, Julia Gama (Miss Brasil 2020) e o tenente Pedro Aihara, porta-voz do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) declararam apoio à Campanha Nacional de Prevenção à Hanseníase – Janeiro Roxo, promovida pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Em vídeos especialmente gravados para a iniciativa, eles emprestam sua imagem e voz para sensibilizar a população, os profissionais da saúde e os governantes para o desafio de enfrentar essa doença que ainda registra 30 mil novos casos por ano no Brasil.

“Os governantes devem fazer sua parte, oferecendo apoio ao treinamento para médicos e equipes de saúde que atuam no acolhimento dos pacientes. Além disso, deve garantir consultas, exames e remédios necessários ao tratamento. Por sua vez, a população pode ajudar muito, disseminando informações sobre essa doença e buscando ajuda médica em caso de sinais e sintomas”, alertou a atriz Tatiana Tiburcio. Em sua participação, ela chamou a atenção para a importância do diagnóstico e do tratamento precoces.

Preconceito – O combate ao estigma e ao preconceito relacionados à hanseníase também foram abordados pela campanha. “Isso é por conta da falta de informação. Em pleno século 21 ainda tem gente que trata a pessoa com hanseníase de forma estigmatizada. Possivelmente, quem age assim não sabe que o paciente com hanseníase em tratamento, que toma sua medicação, não transmite a doença. A hanseníase tem cura e pode nem deixar sequelas, se for diagnosticada e tratada precocemente “, enfatizou a atriz Claudia Mauro.

Por sua vez, o tenente Pedro Aihara ressaltou que pequenos cuidados fazem a diferença. “Saiba como prevenir doenças, como a hanseníase. No caso dela, o melhor a fazer é estar atento aos sinais e sintomas. Informe-se sobre eles no site da SBD. Em caso de suspeita, procure imediatamente ajuda médica”, explicou. Sua participação dialoga com o tema da campanha neste ano: “Precisamos falar sobre a hanseníase”.

Nervos – A hanseníase é uma doença infectocontagiosa, causada pela bactéria Mycobacterium leprae. Ela afeta primariamente a pele e os nervos periféricos. A transmissão acontece pelo ar. Entre os sinais e sintomas da doença estão: manchas esbranquiçadas, amarronzadas e avermelhadas, com perda ou diminuição da sensibilidade à temperatura, à dor ou ao toque. Também podem surgir caroços e infiltrações (áreas vermelhas elevadas).

O corpo também pode apresentar outras manifestações: sensação de fisgada, choque, dormência e formigamento nos membros. Os pacientes podem apresentar queda dos pelos, sensação de nariz entupido e diminuição da sensibilidade e/ou perda da força muscular dos pés e mãos, justamente pelo acometimento dos nervos periféricos.

O diagnóstico da hanseníase é essencialmente clínico, ou seja, o médico capacitado consegue diagnosticar a doença apenas pelo exame físico dermato-neurológico do paciente. O tratamento da hanseníase é feito com antibióticos, o que torna o paciente incapaz de transmitir a doença. Os medicamentos são fornecidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

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21 de janeiro de 2022 0

Neste mês, prédios, monumentos e pontos turísticos em diferentes pontos do Brasil ganharam iluminação na cor roxa, simbolizando o engajamento na luta contra a hanseníase. Esta faz parte da Campanha Nacional de Prevenção à Hanseníase – Janeiro Roxo, organizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), com o objetivo de conscientizar a população sobre essa doença.

“Precisamos falar sobre a hanseníase”: essa é a mensagem central da campanha que, com o apoio de profissionais, pacientes e de instituições públicas e privadas, pretende conscientizar os brasileiros sobre esse problema de saúde pública. Para tanto, a ação distribui conteúdo feito para ressaltar a importância do diagnóstico e do tratamento precoces, combater o preconceito contra as pessoas acometidas pela doença e ajuda na identificação de sinais e sintomas.

O material será divulgado pela SBD em suas redes sociais. Além de peças gráficas, também foram preparados vídeos e podcasts sobre o assunto. A campanha dos dermatologistas prevê ainda a realização de lives voltadas para a população em geral e para os médicos e outros profissionais de saúde, assim como a distribuição de orientações técnicas específicas para as equipes que atuam na prevenção.

Até o momento, órgãos públicos e privados de 16 estados anunciaram apoio ao Janeiro Roxo. Para a coordenação da campanha, esse envolvimento demonstra o potencial da ação que luta contra um problema que ainda gera o registro de 30 mil novos casos por ano no País. Confira abaixo alguns dos prédios, monumentos e pontos turísticos que aderiram à iniciativa.

Acre (AC): A Prefeitura de Rio Branco aderiu à campanha através da divulgação do material.

Amazonas (AM): Principal símbolo cultural e arquitetônico do Estado e tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional, o Teatro Amazonas será iluminado na cor roxa no dia 24 de janeiro, em alusão à importância da conscientização sobre a hanseníase.

Bahia (BA): O prédio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Sedur) recebeu iluminação especial em apoio à campanha sobre a hanseníase. Além da iluminação, a Sedur também irá divulgar os materiais da ação para a população.

Distrito Federal (DF): Em Brasília, vários ministérios foram iluminados na cor roxa, como os da Saúde, Economia e Infraestrutura. As unidades administrativas do Banco de Brasília S.A (BRB) também recebem durante todo o mês de janeiro iluminação especial. A cúpula e o anexo I do Senado Federal serão iluminados entre 25 e 31 de janeiro, em alusão à Campanha Janeiro Roxo da SBD. O Senado Federal também ofereceu apoio na divulgação de material alusivo. O Congresso Nacional, o Teatro Nacional Claudio Santoro, o Palácio do Planalto e o Museu Nacional da República também aderiram à campanha e foram iluminados na cor roxa. A sede do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) recebeu iluminação na cor roxa entre 3 e 31 de janeiro, em adesão à campanha, assim como divulgou em suas redes sociais o material alusivo ao tema. O Conselho Federal de Medicina (CFM) manifestou seu apoio através da divulgação do material da campanha.

Espírito Santo (ES): Em Vitória, a prefeitura e a secretaria de Saúde irão divulgar o material da campanha para alertar os capixabas sobre a hanseníase.

Goiás (GO): A Controladoria Geral do Município (CGM), em Goiânia, como forma de demonstrar apoio à campanha, irá divulgar o material para a população.

Mato Grosso do Sul (MS): A sede do governo do Estado e a Secretaria de Saúde do Estado serão iluminadas na cor roxa entre 17 e 31 de janeiro, para apoiar a campanha promovida pela SBD, assim como vão ajudar com a divulgação de material alusivo.

Minas Gerais (MG): Em Belo Horizonte, entre os espaços culturais com iluminação especial estão: Espaço do Conhecimento UFMG, Memorial Minas Gerais Vale, Museu das Minas e do Metal – MM Gerdau, Complexo Itamar Franco, CCBB e Cine Theatro Brasil Vallourec. Todos eles fazem parte do Circuito Liberdade. Os espaços culturais que aderiram à campanha ficarão iluminados até o dia 31 de janeiro. As secretarias de Estado de Cultura e Turismo e de Saúde e as Prefeituras de Belo Horizonte e Itabira também aderiram à campanha através da divulgação das ações realizadas neste mês.

Paraná (PR): Em apoio ao Janeiro Roxo, a Assembleia Legislativa do Paraná e a Prefeitura de Curitiba irão divulgar os materiais da campanha para conscientizar a população sobre os riscos da doença.

Pernambuco (PE): O material da campanha será divulgado pela Prefeitura de Recife, como forma de adesão ao Janeiro Roxo.

Rio de Janeiro (RJ): A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a mais destacada instituição de ciência e tecnologia em saúde da América Latina, terá o Castelo Mourisco iluminado na cor roxa entre 25 e 27 de janeiro. Além do apoio por meio da iluminação, a Fiocruz também irá divulgar o material da campanha. Os Arcos da Lapa, o Monumento Estácio de Sá, a Passarela da Rocinha e a Estação Cesarão (BRT) serão iluminados a partir das 18 horas do dia 25 de janeiro até o dia 1º de fevereiro. A sede da Câmara Municipal do Rio – o Palácio Pedro Ernesto -, também foi iluminado na cor roxa em alusão à Campanha Janeiro Roxo. A Prefeitura do Rio e o Governo do Estado do Rio de Janeiro, através das suas secretarias de Saúde, assumiram o compromisso de divulgar o material da campanha. Em hospitais e unidades de saúde da rede pública, foram fixados cartazes.

Rio Grande do Norte (RN): A Prefeitura de Natal, através da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), iluminou o Palácio Felipe Camarão, em adesão à campanha sobre hanseníase promovida pela SBD. A sede da prefeitura ficará iluminada entre 19 e 31 de janeiro. A prefeitura também irá divulgar o material da campanha.

Rio Grande do Sul (RS): O Palácio Piratini, sede do governo do Estado, ganha iluminação na cor roxa em apoio à campanha entre 20 e 31 de janeiro. A Prefeitura de Porto Alegre irá divulgar o material da campanha em suas redes sociais e canais de comunicação digitais.

Santa Catarina (SC): A população de Florianópolis poderá assistir à iluminação da Praça XV e do bolsão da Beira-Mar até 31 de janeiro. A Prefeitura também irá divulgar o material da campanha através dos relógios digitais espalhados pela cidade e em seus canais de comunicação. Outro local que ganhou a cor que simboliza a luta contra a hanseníase janeiro foi a sede da Justiça Federal de Santa Catarina (JFSC), que também divulgará o material da campanha.

São Paulo (SP): O Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do Estado, receberá iluminação na cor roxa entre 26 a 31 de janeiro, em sinal de adesão à campanha. Ainda em São Paulo, a sede da Associação Médica Brasileira (AMB) ganhou tons de roxo e assim permanecerá durante todo mês de janeiro. A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) confirmou a iluminação da sua sede entre 24 e 28 de janeiro. A sede da Prefeitura de São Paulo (Edifício Matarazzo), o Viaduto do Chá, a Biblioteca Mário de Andrade, a Ponte Estaiada (Ponte Octávio Frias de Oliveira), o Monumento às Bandeiras (Ibirapuera) e uma série de hospitais públicos (Servidor Municipal, Alípio Correa Netto, Dr. Fernando Mauro Pires da Rocha, Dr. Carmino Caricchio, Dr. Arthur Ribeiro de Saboya, Menino Jesus e Carmem Prudente) serão iluminados na cor roxa no dia 31 de janeiro. O Governo do Estado, AMB, Arsesp e Prefeitura de São Paulo também demonstraram apoio na divulgação de materiais alusivos ao tema.

Sergipe (SE): O governo do Estado de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Saúde, demonstrou seu apoio à Campanha Janeiro Roxo da SBD com uma série de ações realizadas no Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU/UFS) e na divulgação de material alusivo a hanseníase.

 


26 de janeiro de 2021 0

Manchas brancas ou avermelhadas pelo corpo, sensação de dormência e não sentir calor ou frio são sintomas de uma doença que tem cura, mas ainda é estigmatizada e negligenciada por muitos brasileiros: a hanseníase.

No Brasil, foram 312 mil novos casos registrados nos últimos dez anos, o que coloca nosso país na segunda posição no ranking mundial da doença, atrás da Índia. Aqui, a média é de 30 mil novos casos por ano. O número vem se mantendo com uma discreta queda, mas ela ainda não é considerada significativa para se dizer que a doença está em declínio, destacou o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Heitor Gonçalves, em entrevista à Agência Brasil.

Atenção aos sintomas
O vice-presidente da SBD, diz que, mesmo áreas sem manchas, em que a pessoa se queime e não perceba, ou que se machuque e não sinta dor, indicam falta de sensibilidade no local. Isso é provocado por lesões nos nervos causadas pela hanseníase. “Esses casos de mancha, dormência ou insensibilidade são suspeitos e necessitam formalmente de uma assistência para diagnóstico médico clínico”, observou.

O período de incubação da hanseníase, desde o momento em que a pessoa entra em contato com a micróbio até a doença aparecer, vai de dois até dez anos pois a bactéria responsável pelos sintomas se multiplica muito lentamente. Por isso, a doença atinge muitas crianças e jovens. “Quanto mais jovem a pessoa, mais anos ela vai viver e mais chances tem de adoecer”, afirma Gonçalves.

Do total dos 312 mil registros feitos de 2010 até 2019, 30% foram diagnosticados com algum grau de incapacidade física, ou seja, apresentavam perda de força ou da sensibilidade ou ainda deformidades visíveis nas mãos, pés ou olhos, o que compromete o trabalho ou a realização de atividades do dia a dia, alertou o especialista.

Para o presidente da SBD, Mauro Enokihara, a detecção e o tratamento precoces da doença são fundamentais para que o paciente possa se tratar e não apresente sequelas, além de diminuir a chance de transmissão para outras pessoas, em especial aquelas com as quais convive.

Incidência e transmissão
Heitor Gonçalves explicou que o maior fator de risco para a hanseníase são condições socioeconômicas de aglomerações. Um exemplo são as deficiências de habitação que fazem com que mais pessoas morem juntas e acabem transmitindo a doença por meio da tosse. A aglomeração no transporte é outro fator. Contribuem ainda o baixo nível educacional e a dificuldade de acesso a sistemas de saúde. Eles dificultam diagnóstico precoce e facilitam a transmissão.

Gonçalves informou que a maior incidência da hanseníase no Brasil está nas regiões com menor índice de desenvolvimento humano (IDH). O maior número de casos novos identificados na última década está na Região Nordeste (43% do total, ou o equivalente a 132,7 mil pacientes). Em seguida, vêm o Centro-Oeste, com 20% dos casos; o Norte (19%); e o Sudeste (15%). Apenas 4% dos novos pacientes registrados nos últimos dez anos apareceram na Região Sul do país. O vice-presidente da SBD chamou a atenção, entretanto, que, no Rio Grande do Sul, se perdeu a cultura de buscar casos de hanseníase e de se divulgar a doença no estado. Com isso, pacientes chegam nos médicos para diagnóstico já com incapacidade física. “Essa é uma sequela da falsa eliminação”.

Preconceito
O vice-presidente da SBD esclareceu que menos da metade dos pacientes com hanseníase transmite a doença, mesmo sem tratamento, porque mais de 50% têm imunidade razoável contra o micróbio.  A transmissão também não é tão fácil como muitos pensam. Segundo Gonçalves, “o bacilo não salta de dentro da pele do doente para fora”. Isso significa que tocar a mão de uma pessoa doente não transmite hanseníase. É preciso que o doente tenha um ferimento na pele, bem como a outra pessoa, e que esses ferimentos se encontrem para que o bacilo passe de um para o outro. Por isso, o dermatologista afirmou que é difícil a transmissão pela pele. O principal fator de transmissão é a tosse, reiterou.

De acordo com o Ministério da Saúde, a hanseníase acomete mais os homens do que as mulheres. Nos dez anos compreendidos entre 2010 e 2019, foram detectados 172.659 casos novos entre pessoas do sexo masculino e 139.405 em mulheres. Essa diferença, contudo, está diminuindo, indicou o vice-presidente da SBD. O que ocorre, “provavelmente, é que o homem ainda se expõe mais que as mulheres”, avaliou. Os homens, além disso, não têm costume de ir ao médico, como as mulheres. Considerando as classes sociais mais desfavorecidas, os homens saem mais do que as mulheres. “Esse talvez seja o motivo”, estimou o dermatologista.

Campanha
Gonçalves afirmou que a SBD tem como princípio e missão resgatar seu papel na abordagem das doenças negligenciadas que acometem a pele. A principal delas é a hanseníase. Há também a leishmaniose, sífilis, entre outras.

Em apoio à mobilização do Ministério da Saúde, os dermatologistas brasileiros farão circular entre médicos, pacientes e outros profissionais da saúde informações de utilidade pública preparadas por especialistas da SBD, descrevendo sinais e sintomas da hanseníase e orientando sobre onde buscar diagnóstico e iniciar o tratamento. A campanha do Janeiro Roxo, criada no Brasil em 2016, aborda também a necessidade de se combater o estigma e o preconceito contra as pessoas que têm a doença.

O tratamento para a hanseníase é gratuito no país e oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os pacientes podem se tratar em casa, com supervisão periódica nas unidades básicas de saúde. A coordenadora do Departamento de Hanseníase da SBD, Sandra Durães, salientou que apesar de ser uma doença infecciosa que pode levar a incapacidades físicas, seu tratamento precoce promove a cura. Segundo enfatizou, a prevenção consiste no diagnóstico e tratamento precoces, porque isso ajuda a evitar a transmissão e o surgimento de novos casos.

Fonte: Agência Brasil

 


25 de janeiro de 2021 0

O mês de janeiro chama a atenção para a prevenção da hanseníase. O Maranhão ocupa o primeiro lugar em casos da doença no Brasil. O diagnóstico precoce pode fazer toda diferença no tratamento da doença.

"É importante que o diagnóstico precoce seja feito o mais cedo possível para evitar as sequelas", disse o médico dermatologista Eduardo Lago.

Saiba mais na reportagem veiculada no site Suacidade de São Luis/MA.

 

 


22 de janeiro de 2021 0

A campanha Janeiro Roxo tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a prevenção à hanseníase. É iniciativa do Ministério da Saúde com o apoio de entidades como as Sociedades Brasileiras de Dermatologia e de Hansenologia. A hanseníase é uma doença crônica e transmissível, causada por uma bactéria que se multiplica lentamente, levando a sintomas que podem demorar até 20 anos para aparecer. Entre os efeitos mais comuns da doença estão deformidades nas mãos e nos pés e até perda de visão.

Acompanhe a reportagem de Pedro Pincer, da Rádio Senado.





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