Relação entre covid-19 e manifestações cutâneas é o destaque da nova edição do Jornal da SBD




23 de junho de 2021 0

A associação entre covid-19 e manifestações de pele, tema que vem ganhando cada vez mais relevância na investigação clínica dos pacientes acometidos pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), é o principal destaque da nova edição do Jornal da Sociedade Brasileira de Dermatologia (JSBD). A publicação online já está disponível para acesso exclusivo dos associados.

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A SBD divulgou, recentemente, documento científico com ampla revisão de estudos nacionais e internacionais relacionados ao tema. O texto foi disponibilizado para ajudar na atualização dos médicos dermatologistas implicados no tratamento de pacientes com covid-19 ou em fase de recuperação da doença. Nesta edição do JSBD, é apresentado aos leitores um resumo desse documento.

Entrevista – Além disso, na coluna “Entrevista”, a dermatologista Lília Guadanhim discorre sobre a suplementação oral de colágeno, demanda crescente nos consultórios de todo o Brasil. A edição do JSBD aborda ainda outros assuntos de relevância para os associados. Dentre eles, estão: a disponibilização da EBSCO como plataforma exclusiva de atualização do associado; a relação entre os psicofármacos e a dermatologia; e a realização do curso de capacitação para prevenção, diagnóstico e tratamento da hanseníase, como resultado de parceria com o Ministério da Saúde (MS), a Organização Pan-americana de Saúde (Opas) e a DAHW Brasil (ONG alemã).

 


16 de junho de 2021 0

Muitos dermatologistas têm dúvidas sobre como escolher o fio e a agulha de sutura ideais para um procedimento. A resposta está em um episódio do SBDcast feito sob medida sobre este assunto. Na conversa com Luís Henrique Barbizan de Moura, especialista em Cirurgia Dermatológica e em Cirurgia Micrográfica de Mohs, pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), ficam claros os critérios que devem ser observados.

Segundo Barbizan, o perfil do paciente, o tipo de ferida operatória e de tecido a ser suturado, assim como a localização do corte, estão entre os aspectos que precisam ser levados em conta. Completam o check-list:  o custo e a disponibilidade do material, e as preferências do cirurgião dermatológico.

Profundidade – Mas essa foi apenas uma amostra do que foi discutido no SBDcast dedicado ao tema “Fios e agulhas de sutura na cirurgia dermatológica”. Durante a conversa, conduzida por Mauro Enokihara, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), várias outras questões foram tratadas com leveza e dinamismo, sempre com foco na prática clínica.

O SBDcast é um serviço de educação continuada, criado pela Gestão 2021-2022, exclusivo para associados. Semanalmente, é exibido um episódio inédito sobre tema de interesse para a rotina do dermatologista. Para conferir este programa sobre fios e agulhas e as edições anteriores, basta acessar o aplicativo ou a área do associado no portal da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

 

 


10 de junho de 2021 0

As características que diferenciam casos de dermatite em crianças e em adultos, quando fazer a indicação de testes de contato, os cuidados tópicos recomendados, as particularidades da prescrição da fototerapia e os critérios para uso de imunossupressores e imunobiológicos. Todos esses temas, que suscitam dúvidas na prática clínica, além de outros, foram discutidos no SBDcast.

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O episódio que abordou aspectos relacionados à “Dermatite atópica no adulto” já está disponível para o associado. O esclarecimento das dúvidas sobre este tipo de manifestação ficou sob a responsabilidade da médica dermatologista Tania Cestari, professora titular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS), especialista reconhecida na área.

Bate-papo – Conduzido de forma leve e descontraída, esse episódio contou ainda com a participação da coordenadora Científica da SBD, Flávia Vasques Bittencourt, que moderou o bate-papo. Ao final, ficou um saldo positivo de informação atualizada e útil para os especialistas.

O SBDcast é um serviço semanal de educação continuada, criado pela Gestão 2021-2022, exclusivo para associados da entidade. Para conferir este programa e as edições anteriores, basta acessar o aplicativo ou a área do associado no portal da Sociedade Brasileira de Dermatologia.


2 de junho de 2021 0

A atual crise ocasionada pela pandemia de covid-10 reforça a relevância do desenvolvimento de pesquisas científicas no campo da saúde. Ciente desse contexto, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) convida os seus associados, dermatologistas e população em geral a participarem de um levantamento que busca informações sobre manifestações dermatológicas pós-covid em pacientes portadores de doenças inflamatórias crônicas, como hidradenite supurativa, urticária, psoríase, dermatite atópica, hanseníase, entre outras.

O estudo é vinculado às Faculdades de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Centro Universitário FMABC, Universidade Federal de Goiás (UFG), Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) e Universidade do Estado do Amazonas (UEA). A pesquisa conta com o apoio da SBD, por meio do seu Departamento de Dermatologia e Medicina Interna, sob a coordenação do professor Paulo Criado.

Conhecimento – Conforme destaca o especialista, as informações coletadas serão úteis para promover mais conhecimento sobre a doença e sobretudo proporcionar melhores cuidados aos pacientes. “É um questionário objetivo, que não leva nem cinco minutos para ser respondido. Esperamos contar com o apoio do maior número possível de dermatologistas nessa empreitada”, afirma.

Os resultados do estudo serão comunicados posteriormente nos canais de comunicação das faculdades participantes e das sociedades médicas apoiadora do projeto. Para contribuir com este trabalho que ajudará no avanço de conhecimentos sobre a relação entre covid-19 e a saúde da pele, basta acessar o link abaixo.

PARA PARTICIPAR DA PESQUISA APOIADA PELA SBD, CLIQUE AQUI

 

 


14 de abril de 2021 0

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) informa que o edital para a prova do Título de Especialista (TED) de 2021 está em fase de elaboração, devendo ser publicado nas próximas semanas.

O trabalho está sendo conduzido pela Comissão do Título de Especialista da SBD, sob o acompanhamento da diretoria da Gestão 2021-2022.

A previsão é de que a primeira etapa do exame seja realizada em agosto desse ano, de forma online, com a divulgação dos resultados finais do TED até dezembro, na dependência da aprovação da AMB.

Devido à pandemia de covid-19 e às exigências de distanciamento social, entre outras, o TED 2021 não aconteceu no primeiro trimestre, como previsto. Diante desse cenário, a SBD ressalta que está empenhando esforços para assegurar a condução desse processo com base em critérios técnicos e éticos que mantenham o nível de excelência da avaliação observada em anos anteriores.

Rio de Janeiro, 13 de abril de 2021.

 

SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA
Gestão 2021-2022


2 de abril de 2021 0

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) expressa pesar pelo falecimento da médica dermatologista Tania Nely Rocha, aos 63 anos, em decorrência da covid-19. O fato ocorreu na manhã deste sábado (2), na capital mineira.

Nascida em Itabira, em 1957, atuava em Belo Horizonte, e se formou na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, em 1981. Posteriormente, concluiu residência médica em Dermatologia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Na SBD Nacional, participou de importantes debates sobre saúde mental e pele, sendo coordenadora do Departamento de Psicodermatologia entre 2015 e 2016, e assessora do mesmo Departamento de 2013 a 2014.

Além das atividades como médica, foi coautora do livro Psicodermatologia: pele, mente e emoções (2014), e do capítulo sobre vitiligo no idoso na obra Geriatric Psycodermatology (2015), ao lado do filho, Rafael Rocha, também dermatologista. Ao longo da trajetória profissional, prestou relevantes contribuições para o tratamento do vitiligo, envolvendo-se em atividades de pesquisa e de educação em saúde, por meio da atuação em grupos de apoio ao paciente com doenças excludentes.

A seguir, o ex-presidente da SBD Gabriel Gontijo (2015-2016) manifesta pesar em nota de homenagem à médica.

NOTA DE DESPEDIDA E DE UMA BOA LEMBRANÇA!

Jamais imaginava que iria escrever uma nota de despedida de uma querida amiga e colega! A Tania, Tania Nely Rocha, Taninha! Em nome de todos os associados da SBD, transmitimos à família da Tânia, nosso profundo pesar e nosso abraço bem apertado ao filho Rafael Rocha, também dermatologista muito querido, à querida filha Letícia e à netinha Ayla, que era a maior razão de viver da nossa amiga e colega Tânia.

Tânia deixa um legado à nossa especialidade, nos ensinando a cuidar do ser humano na sua integralidade, jamais separando o corpo da alma e do espírito. Por isso, esteve sempre envolvida no Departamento de Dermatoses Psicossomáticas da SBD. Criamos juntos o GEDERMA – Grupo de Espiritualidade da Dermatologia, onde nos ensinava a ser gente! E gente do bem! Seu prisma diante dos pacientes e dos colegas era sublime! Vamos nos lembrar da Taninha com aquele afeto profundo, aquele sorriso sincero e aquela risada gostosa de quem faz muita diferença na vida das pessoas!

Com nossos sinceros e profundos sentimentos, sigamos inspirados pela Tânia a sermos médicos do corpo e da alma!  

Gabriel Gontijo

 


1 de abril de 2021 0

A Justiça concedeu liminar a pedido da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional Bahia e derrubou trecho do Decreto nº 33.688, emitido pela Prefeitura de Salvador, que suspendia por 10 dias o funcionamento de consultórios e clínicas da especialidade. O governo municipal afirmou que este ato ajudaria na combate à pandemia de covid-19, dentre outros pontos. Em sua decisão, a juíza Marielza Maués Pinheiro Lima considerou os argumentos improcedentes e determinou a retomada das atividades.

LEIA A ÍNTEGRA DA DECISÃO 

Em seu parecer, ela ressaltou que, com o Decreto, a Prefeitura desconsiderou o caráter de essencialidade da dermatologia, distinguindo-a de outras especialidades, cujo funcionamento não sofreu restrições. A juíza acrescentou que o ato da gestão municipal também compromete o direito à saúde daqueles que necessitam de auxílio médico para o diagnóstico e prescrição de tratamentos para doenças dermatológicas, algumas que oferecem alto risco aos pacientes.

Tutela – Ainda na justificativa pelo deferimento da tutela antecipada por meio de mandado de segurança em favor da SBD, a Justiça acrescentou que a medida da Prefeitura foi excessiva, comparando-a com o Decreto Federal nº 10.282/2020. Este texto ao regular os serviços públicos e atividades essenciais, em seu artigo 3o, não faz distinção entre especialidades médicas.

Além disso, a juíza reiterou ser a dermatologia especialidade médica indispensável à manutenção da saúde. “Não se pode privar a população do acesso a serviço que tem por escopo concretizar seu direito à saúde já que doenças, a exemplo do câncer de pele, são descobertas através das consultas médicas dermatológicas eletivas que são realizadas diariamente”, afirma o documento da justiça brasiliense.

Nesta semana, em apoio à SBD-Bahia, a Gestão 2021-2022 da Sociedade Brasileira de Dermatologia, divulgou críticas à decisão da Prefeitura de Salvador. O texto também pedia a revisão dos termos do Decreto nº 33.688 pela Prefeitura e ressaltou que “a assistência a esses pacientes, e outros que apresentam diferentes manifestações dermatológicas, exige acompanhamento em consultas, exames e procedimentos realizados em clínicas e consultórios da especialidade”, diz trecho da nota.

ACESSE A NOTA DA SBD 

 

 

 

 

 

 

 

 


31 de março de 2021 0

Manchas avermelhadas, arroxeadas, urticárias e outras manifestações de pele são sintomas dermatológicos verificados em pacientes acometidos pela covid-19. Conforme alerta a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), apesar de menos comuns que os sinais clássicos (febre, tosse seca, falta de ar e cansaço), alguns desses sinais que acometem a pele podem demorar um longo período para desaparecer, persistindo mesmo após o término da infecção pelo coronavírus.

Segundo esclarece a assessora do Departamento de Dermatologia e Medicina Interna da SBD, Camila Arai Seque, diferentes pesquisas estão sendo desenvolvidas ao redor do mundo para oferecer respostas sólidas às muitas dúvidas que ainda permeiam a associação entre covid-19 e repercussões dermatológicas.

Um dos pontos que suscita dúvidas é com relação à frequência dessas manifestações dermatológicas. De acordo com a especialista, ainda não há um consenso se os quadros são recorrentes ou raros, o que pode ser percebido em diferentes trabalhos publicados. Na tentativa de esclarecer dúvidas, a SBD, por meio de seu Departamento Científico, prepara documento para os associados com uma atualização sobre tema.

Pesquisa – Desde maio de 2020, a própria especialista da SBD coordena um estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), realizado em quatro hospitais com ampla amostragem de pacientes, em busca de evidências científicas para a questão.

“Já sabemos que existem alguns sintomas dermatológicos relacionados à covid-19. Os mais prevalentes são erupção maculopapular, urticária, erupção vesicular e alterações vasculares. Atualmente, o objetivo dos pesquisadores é elucidar se essas manifestações estão diretamente relacionadas à atuação do vírus na pele ou se elas são apenas um reflexo de repercussões sistêmicas”, afirma.

Em outras doenças virais, como dengue, zika e chikungunya, as manifestações são justamente de caráter secundário, ou seja, derivadas de respostas exacerbadas do sistema imune (reações inflamatórias, vasculares, de coagulação, entre outras).  

Persistente – De modo amplo, a gravidade das repercussões cutâneas é proporcional ao quadro geral do paciente. Segundo aponta Camila Arai Seque, casos leves ou assintomáticos costumam gerar sintomas brandos na pele, já os episódios de infecção grave – como aqueles que requerem internação em UTI – apresentam os sinais mais preocupantes.

Na maioria das vezes, os sintomas tendem a desaparecer com a melhora do paciente. No entanto, há relatos – menos comuns – de manifestações que perduram por longo período, como o pseudo eritema pérnio, também conhecido como dedos de covid.

“Nesses casos surgem manchas arroxeadas nas extremidades das mãos e pés. Ainda não há respostas definitivas sobre o porquê dessas lesões perdurarem. As hipóteses atuais indicam justamente para uma reação imunológica ao vírus, mas ainda há dúvidas e os debates estão sendo travados no campo científico. De toda forma, se compararmos com os relatos da Europa, no Brasil foram descritos poucos casos desse tipo”, disse a assessora.

Na avaliação da especialista, é fundamental esclarecer que as manifestações dermatológicas parecem ser raras em comparação a outros sintomas da covid-19. Na literatura médica, a frequência é discutível, com variações que vão de 45% a 0,2%. Além disso, quando verificadas, elas são inespecíficas em sua apresentação. Dessa maneira, sem a avaliação por um especialista, é complicado para a população reconhecer e utilizar esses sinais da pele como marcador de suspeita para covid-19.

Segundo Camila Arai Seque, no contexto atual, em que a pandemia está em franca expansão, o surgimento de manchas ou outras mudanças na pele deve ser valorizado especialmente quando houver contato próximo com algum infectado ou se for uma manifestação exuberante e atípica. Sobre as alterações da pele como único sintoma da covid-19, ainda é cedo para afirmar sua real frequência, qual tipo de lesão geram e se devemos ou não testar esses pacientes. “Somente no futuro, conforme avançarem as pesquisas, é que esses sinais poderão auxiliar os médicos, como critérios diagnósticos para a covid-19”.

Tratamento – O tratamento para aqueles que apresentam sintomas de pele associados à covid-19 está sempre condicionado ao grau e tipo de repercussão observada, informa a assessora da SBD. Para obter uma indicação terapêutica adequada, ao perceber alguma alteração mais significativa, a recomendação é procurar um dermatologista.

“As pesquisas ainda estão em andamento e, no momento, há poucas certezas. O conselho para os pacientes é sempre procurar um especialista para cuidar dos problemas na pele, já para os médicos a recomendação é buscar atualização e valorizar com atenção esses achados, em função nosso contexto pandêmico”, finaliza a médica.

 


30 de março de 2021 0

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) pediu à Prefeitura de Salvador que anule o trecho do Decreto Municipal nº 33.688, publicado na terça-feira (29/3), que determina o fechamento de clínicas e consultórios de dermatologistas por um período de dez dias como uma das medidas de contenção do avanço da covid-19.  A solicitação consta de nota divulgada pela entidade na qual são relacionados aspectos que sustentam a necessidade de mudança urgente dessa medida. .

CONFIRA A ÍNTEGRA DO DOCUMENTO DA SBD

Em sua argumentação, em apoio à Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional Bahia, a entidade nacional lembra às autoridades locais que a atuação desses médicos é necessária para o atendimento de milhares de pacientes que enfrentam doenças de diferentes tipos, como infecciosas (hanseníase, tuberculose cutânea, leishmaniose), autoimunes (lúpus), alérgicas e neoplásicas (câncer de pele), dentre outras.

Também foi alertado aos autores que o Decreto Municipal prejudica o tratamento, inclusive, de pacientes com covid-19 ou se recuperam dessa doença e apresentaram manifestações dermatológicas. “A assistência a esses pacientes, e outros que apresentam diferentes manifestações dermatológicas, exige acompanhamento em consultas, exames e procedimentos realizados em clínicas e consultórios da especialidade”, diz trecho da nota divulgada pela SBD.

Cuidados médicos – Segundo o posicionamento da SBD, ao determinar a suspensão das atividades dos consultórios e clínicas dermatológicas, a Prefeitura interfere nos resultados esperados na assistência aos pacientes e os priva de acesso a cuidados médicos, com impactos em seu bem-estar e qualidade de vida. Além disso, lembram os especialistas da SBD, a suspensão contribui para o congestionamento dos serviços (hospitais, prontos-socorros e UPAs) que deveriam estar com sua atenção voltada aos casos de covid-19, bem como aumenta o fluxo de pessoas nestes locais, indo contra o preconizado distanciamento social.

“Os consultórios e clínicas dermatológicas ao atenderem pacientes com manifestações cutâneas de diferentes tipos ajudam a desafogar os serviços de urgência e emergência das redes pública e privada neste momento de crise epidemiológica”, ressalta o documento da SBD que ressalta, em seu encerramento, ser a revisão da medida adotada pela Prefeitura “importante para milhares de pacientes de Salvador e da Bahia”.

 

 

 

 

 


30 de março de 2021 0

Temas relacionados à defesa profissional na dermatologia foram o mote da oitava edição do SBDcast, série de podcasts produzidos pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Os convidados para debater a questão foram Sérgio Palma, ex-presidente da SBD na Gestão 2019-2020, e Geraldo Magela Magalhães, 1º secretário da instituição na Gestão 2021-2022. A moderação foi do atual presidente da entidade, Mauro Yoshiaki Enokihara. O programa está disponível a partir de quarta-feira (31/3), na área do associado, ou no aplicativo da SBD.

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“Defesa profissional na dermatologia consiste em ações e iniciativas que fortalecem e protegem o papel do médico dermatologista em todos os níveis e campos de atuação da especialidade. Isso inclui ações na graduação, residência médica e especialização, ao lado da Comissão Nacional de Residência Médica, e em busca do fortalecimento dos nossos Serviços Credenciados. Neste caso, a meta é otimizar o processo de ensino-aprendizagem”, explicou Sérgio Palma.

Segundo ele, o tema não se esgota e compreende iniciativas no âmbito do Judiciário; do Executivo, ao lado de comissões tais como a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec), do Ministério da Saúde, que traz acesso dos pacientes a medicamentos e melhores tratamentos; e do Legislativo. Ainda aborda a remuneração e honorários médicos junto à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), entre outros pontos.

Prioritária – Para Geraldo Magela Magalhães, 1º secretário da SBD, a defesa profissional é pauta prioritária da atual gestão, assim como foi em gestões anteriores. O objetivo do grupo atual é dar continuidade a todas as ações em andamento e promover novas iniciativas, que tragam ganho e visibilidade para os dermatologistas, conforme previsto no Artigo 3º, parágrafo 4º, do Estatuto da entidade.

Durante o bate-papo, Palma ressaltou também a importância de o associado estar cada vez mais implicado nas ações institucionais, tanto no âmbito nacional quanto regional, participando politicamente. Para ele, isso deve ocorrer desde a formação em dermatologia, ainda na residência médica.

“Temos em nosso site uma área dedicada à defesa profissional e um departamento jurídico, que acompanha as ações da SBD. Ambos os canais estão abertos aos associados para que possam enviar suas dúvidas e relatar seus problemas junto à direção da nossa instituição. No aplicativo da SBD, temos um canal para denúncias, que devem reunir o máximo de informações e provas documentais a fim de facilitar o andamento e ações a serem tomadas”, reforça.

Lançado em fevereiro deste ano como um novo canal de conhecimento, ciência e informação da entidade, o SBDcast é uma iniciativa criada pela Gestão 2021-2022 que traz exposições sobre assuntos de interesse para a dermatologia e vai ao ar, semanalmente, todas as quartas-feiras, exclusivamente para os associados.

 





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