SBD lança cartilha com dicas práticas sobre uso ético da publicidade na medicina




26 de julho de 2021 0

Dúvidas sobre como divulgar seu trabalho nas redes sociais e se portar em entrevistas na imprensa são comuns para muitos médicos. Pensando nisso, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) preparou uma cartilha com dicas práticas sobre como dar visibilidade à sua atuação profissional sem desrespeitar as regras da Resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) sobre o tema.

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O lançamento do documento ocorreu durante o Conexão SBD Especial, realizado no sábado (24), cujo tema foi “Fronteiras da publicidade médica”. Na cartilha, são apresentadas orientações simples e objetivas para os especialistas sobre temas como, relacionamento com os jornalistas, divulgação de habilidades, anúncio de equipamentos e exibição de fotos na internet. 

Divulgação – Segundo Geraldo Magela Magalhães, 1º secretário da SBD e responsável pelo Conexão Especial, as redes sociais têm sido uma das principais formas de divulgação do trabalho médico e, por isso, devem ser usadas de forma cautelosa, seguindo padrões éticos para evitar abusos e preservar a credibilidade da medicina e dos médicos. 

“De tempos em tempos, surge uma nova rede e os dermatologistas têm que se adaptar de forma rápida à linguagem da plataforma para apresentar seu trabalho. Para tanto, é preciso que o especialista saiba quais são seus limites de divulgação dentro desse espectro”, enfatiza. 

Defesa – Dentro do escopo da defesa profissional, a SBD tem trabalhado para auxiliar os especialistas neste sentido. Já foram promovidos encontros sobre o assunto e, por meio de seus representantes, tem apresentado em reuniões da Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos (Codame) do CFM as preocupações das dermatologistas sobre o tema. A realização do Conexão, em edição especial, e a distribuição desta cartilha são as ações mais recentes. 

O Conexão SBD com foco na publicidade médica aconteceu no sábado (24), pela manhã. Os expositores convidados foram: Adriano Meira (CFM), Dênis Calazans (SBCP), Marcelo Versiani (CRM-MG), Claudia Maia (SBD) e Sérgio Palma (SBD). A moderação ficou a cargo de Mauro Enokihara (presidente) e Geraldo Magela Magalhães (1º secretário). O evento foi gratuito, ao vivo e exclusivo para os associados da SBD. 

A Sociedade Brasileira de Dermatologia lembra que a responsabilidade pela regulamentação das normas da publicidade e propaganda médicas cabe ao CFM. Atualmente, o Conselho está trabalhando na revisão do documento em vigor (Resolução nº 1.974/2011), assim como de outras normas que também abordam o assunto em aspectos específicos (Resoluções nº 2.126/2015 e nº 2.133/2015). 
 


22 de julho de 2021 0

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) comunica o falecimento do médico micologista Bodo Wanke. O fato ocorreu na quinta-feira (22). Aos 80 anos, ele faleceu devido a complicações provocadas pela covid-19, deixando a esposa Márcia Lazera, também renomada pesquisadora do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI), e dois filhos, Bruna e Peter.

O especialista era pesquisador Titular do INI e pesquisador Emérito da Fiocruz. Ao longo de sua trajetória, foi coordenador do Laboratório de Referência Nacional para Micoses Sistêmicas (CGLAB/SVS/MS) e diretor do INI, no período de 1994 a 1997.

Bodo Wanke se graduou em medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde se especializou e obteve o título de médico e doutor em Doenças Infecciosas e Parasitárias. Como bolsista da Deutscher Akademischer Austauschdienst (DAAD/Alemanha), especializou-se em micologia médica, na Universität Freiburg (UNI FREIBURG/Alemanha), e em medicina tropical e parasitologia médica, no Bernhard-Nocht-Institut für Tropenmedizin, na Universität Hamburg (UH, Alemanha).

Ele se integrou ao Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), em 1980. Seis anos depois, transferiu-se para o Hospital Evandro Chagas (HEC), hoje Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), onde criou o Laboratório de Micologia Médica e desenvolveu uma brilhante carreira de pesquisador e professor.

Sob a sua liderança o Laboratório de Micologia do INI/Fiocruz tornou-se referência nacional, desempenhando papel estratégico no Sistema Único de Saúde (SUS) no diagnóstico de micoses profundas, desenvolvimento de técnicas inovadoras de diagnóstico e capacitação de profissionais de todo o País.

Fundador da Sociedade Brasileira de Micologia, membro honorário da Academia Nacional de Medicina (ANM) e da Sociedade Internacional de Micologia Humana e Animal (International Society for Human and Animal Micology – ISHAM), o professor Bodo Wanke teve como foco principal de suas pesquisas as micoses sistêmicas (Paracoccidioidomicose, Histoplasmose, Coccidioidomicose e Criptococose) e oportunísticas (Candidíase, Aspergiloses, Mucormicose, Hialohifomicose e Feohifomicose) e seus respectivos agentes.

Carinhosamente chamado de “Bodo” pelos seus amigos, colegas de trabalho, colaboradores e alunos, ele será sempre lembrado por sua excelência como pesquisador e professor, bem como pela sua humildade, generosidade, integridade e afeto pelas pessoas. A SBD manifesta solidariedade aos familiares, colegas e amigos do professor Bodo Wanke. (Com informações da assessoria do INI)
 


25 de junho de 2021 0

Problemas no acesso a equipamentos que permitem tratamento e inexistência de medicamentos específicos para o controle da doença são realidades que afetam as pessoas que vivem com vitiligo. No Brasil, mais de um milhão de pessoas manifestam essa condição (0,5% dos brasileiros). No mundo, a doença atinge, em média, 1% da população. Em 25 de junho, dia dedicado ao tema pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) se une ao movimento em pela conscientização sobre esse tema diversas vezes negligenciado pela população e aponta gargalos no campo da assistência que devem ser superados.

Uma das críticas da SBD com relação ao manejo dos pacientes reside na dificuldade de acesso desse grupo às câmaras de fototerapia espalhadas pelo País, fenômeno que ocorria mesmo antes da pandemia de covid-19.

“Temos essas câmaras em hospitais universitários e serviços particulares. A SBD tem ajudado, ao longo das gestões, os serviços credenciados a desenvolverem um serviço de fototerapia, mas há outras doenças que também necessitam desse tratamento, como psoríase, linfoma cutâneo, por exemplo. Muitas vezes, os hospitais conseguem colocar alguns pacientes de vitiligo na fototerapia, mas não dão vazão à demanda. É uma luta para que nós aumentemos o acesso deles a um tratamento adequado do vitiligo, incluindo o tratamento fototerápico”, declara a coordenadora do Departamento de Fotobiologia da SBD, Ivonise Follador.

Medicação – O assessor do Departamento de Biologia Molecular Genética e Imunologia da SBD, Caio de Castro, concorda que existe, no Brasil, pouca oferta de máquinas de fototerapia para a população. Além disso, ele aponta um outro problema para as pessoas com vitiligo, no mundo inteiro: a falta de medicação específica para a doença.

Além da inexistência de produtos específicos, o especialista alerta que os pacientes com vitiligo devem evitar cremes à base de hidroquinona, que podem piorar os sinais da doença. Castro faz ainda uma recomendação ao portador: se tem tendência a ter vitiligo em área de trauma, evite esportes de contato. A dica é principalmente para as crianças. “Se em áreas onde há trauma surge uma nova lesão, o paciente deve trocar, por exemplo, o jiu-jitsu pela natação”, finaliza.

Outro ponto importante para esse segmento da população é o suporte psicológico, conforme destaca Ivonise Follador. “Precisamos perceber o impacto negativo da mancha no paciente, os medos que existem, e estimular, se for o caso, a busca do suporte em psicoterapia. Isso pode ajudar a prevenir a diminuição da autoestima, o surgimento da insegurança, da depressão e da ansiedade”, ressaltou, lembrando ainda da relevância do papel do médico no seguimento dos casos.

Orientações – Preocupada com o tema, em 2020, a SBD publicou o “Manual Prático de Fototerapia”. Com textos objetivos e didáticos, tem uso garantido em consultório, clínicas e hospitais que atendem pacientes em busca desse procedimento, inclusive pessoas com vitiligo. No mesmo ano, os Anais Brasileiros de Dermatologia (ABD), divulgaram o “Consenso sobre Tratamento do Vitiligo”. O trabalho constitui um guia para tratamento clínico e cirúrgico da doença.

Coloração – O vitiligo é caracterizado pela perda da coloração da pele em virtude da destruição dos melanócitos, células que formam a melanina. Ele não é contagioso, mas causa sequelas emocionais em virtude da discriminação sofrida por pessoas portadoras.

Segundo Ivonise, 25% dos casos aparecem antes dos 10 anos de idade, 50% até 20 anos, e de 70% a 80% antes dos 30 anos. “O Dia Mundial é importante, pois ajuda os pacientes a verem que não estão sós, que existem perspectivas e que há casos de regressão importante das manchas. O mais importante acreditar e fazer um tratamento sério. Existem resultados muito positivos no tratamento. Não ter cura, não quer dizer não ter tratamento”, disse.

O vitiligo pode se manifestar de seis formas: focal (manchas pequenas em uma área específica do corpo); mucosal (manchas somente nas mucosas, como lábios e região genital); segmentar (manchas distribuídas unilateralmente, apenas em uma parte do corpo); acrofacial (manchas nos dedos e em volta da boca, dos olhos, do ânus e genitais); comum (manchas no tórax, abdome, pernas, nádegas, braços, pescoço, axilas e demais áreas acrofaciais); e universal (manchas espalhadas por várias regiões do corpo).

Atualmente, o tratamento do vitiligo é feito com fototerapia com radiação ultravioleta B banda estreita (UVB-nb), fototerapia com ultravioleta A (PUVA), laser, além de técnicas cirúrgicas de transplante de melanócitos. “Estão sendo pesquisados ainda tratamentos tópicos, à base de inibidores de prostaglandinas e à base de inibidores de JAK, por exemplo. Mas, certamente, aparecerão outras medicações em médio prazo. O importante é que o paciente procure ajuda, tenha apoio médico e psicológico e não deixe que a doença o tire do seu propósito de vida”, explica Ivonise.


16 de junho de 2021 0

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) convida os médicos dermatologistas a participarem da Consulta Pública nº52/2021 da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec). O tema em análise é a definição de “critérios de diagnóstico, métodos de avaliação da gravidade e extensão das lesões, bem como condutas terapêuticas da psoríase”. As contribuições podem ser feitas até o dia 5 de julho.

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Antes do envio dos comentários, a SBD sugere aos médicos dermatologistas que façam a leitura atenta do relatório cujas informações embasaram a recomendação preliminar da Conitec para a atualização do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da Psoríase.

A proposta é uma demanda proveniente da Portaria SCTIE/MS nº 40, de 18 de setembro de 2020, que incorporou o risanquizumabe para tratamento, no âmbito do SUS, de pacientes adultos com psoríase em placas moderada a grave.

CONFIRA AQUI A PROPOSTA DE PCDT

Após o fim do período da Consulta Pública, a Secretaria-Executiva da Conitec avaliará as contribuições apresentadas a respeito da matéria. Os envios serão sistematizados e servirão de insumo para a recomendação final de atualização da assistência. 
 


19 de maio de 2021 0

A lavagem frequente das mãos e o uso do álcool gel são hábitos de higiene fundamentais no combate à pandemia de covid-19. O comportamento, no entanto, tem aumentado o número de pacientes que chegam aos consultórios dermatológicos com reclamações de irritação na pele. Diante desse cenário, o SBDcast recebeu Rosana Lazzarini, médica assistente da Clínica de Dermatologia da Santa Casa de São Paulo, para debater o tema “Eczema nas mãos”.

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No programa, moderado pela coordenadora Científica da SBD, Flávia Bittencourt, a convidada ofereceu explicações relevantes a respeito das causas do eczema, além de fornecer dicas de cuidado, destacando sobretudo questões como a hidratação das mãos e a escolha adequada do sabonete.

Reações – “O uso diário e contínuo de luvas é outro fator que também pode desencadear reações cutâneas. Para quem trabalha em áreas nas quais esse equipamento de proteção é indispensável, como na saúde, há hábitos que podem ser incorporados na rotina que ajudam a prevenir ou amenizar o problema”, salienta.

O SBDcast é uma ferramenta de educação continuada à distância, desenvolvida pela Gestão 2021-2022 da SBD, para atualizar os dermatologistas sobre temas relevantes para a especialidade. O projeto traz semanalmente – sempre às quartas-feiras – conteúdo inédito, e exclusivo aos associados, apresentado por experts em suas respectivas áreas. Para ouvir todas as edições, basta acessar a área restrita do site ou o aplicativo da SBD.

 


14 de maio de 2021 0

A união de esforços em defesa dos interesses dos médicos e dos pacientes motivou a realização de encontro nesta sexta-feira (14) com a participação dos presidentes de três grandes entidades: Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF). Na pauta, ações que visam o aumento da segurança e da eficácia nos atendimentos.

Este foi o segundo encontro envolvendo o grupo de entidades, realizado em maio. A proteção do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013) foi abordada novamente, a partir de denúncias recentes de invasão de competências por profissionais não médicos, com consequências graves para a população.

Prerrogativa médica – As situações divulgadas pela imprensa alcançaram repercussão nacional. “Entendemos que a realização de procedimentos estéticos invasivos é uma prerrogativa da medicina por conta do grau de complexidade que encerram”, disse o presidente da SBD, Mauro Enokihara.

Na avaliação das entidades reunidas, é preciso alinhar esforços para conscientizar a população e os tomadores de decisão sobre tema. Segundo o presidente da SBPC, Denis Calazans, é importante buscar a sensibilização de todos para essa questão, apresentando argumentos técnicos, científicos, éticos e legais. O presidente da ABORL-CCF, Eduardo Baptistella, apoiou a iniciativa e chamou a atenção para a necessidade de se implementar uma estratégia conjunta, envolvendo as diretorias e assessorias das três entidades, para atingir os objetivos esperados. Novas reuniões, estão previstas para acontecer de forma periódica para a discussão de futuros encaminhamentos.


12 de maio de 2021 0

Estudos realizados ao longo de décadas demonstram que a finasterida é uma droga segura, com efeitos colaterais raros e transitórios. No entanto, mais recentemente, vem ganhando bastante notoriedade os debates a respeito da chamada “Síndrome pós-finasterida”, um vasto conjunto de sintomas (sexuais, neuropsiquiátricos e físicos) que perduraria por meses, mesmo após a suspensão do medicamento.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR O PROGRAMA NA ÍNTEGRA

Para esclarecer as dúvidas a respeito desse assunto controverso, o SBDcast recebeu Ana Francisca Junqueira Ribeiro Pereira, dermatologista pelo Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HC/UFMG) e mestre em Ciências da Saúde do Adulto. Durante a conversa, com moderação de Geraldo Magela Magalhães, 1º secretário da entidade, ela ressaltou que a comunidade científica observa com cautela as pesquisas sobre essa suposta “Síndrome”.

Vítimas – “Curiosamente, esses estudos são sempre realizados pelos mesmos grupos, que geralmente são financiados por associações de pacientes autodenominados ‘vítimas da finasterida’. Os resultados são díspares e nem de perto são semelhantes aos observados nas pesquisas de outros centros”, adianta. Na sua avaliação, outro aspecto curioso é que dentro do corpo clínico dos autores desses estudos não há urologistas ou dermatologistas, especialistas habitualmente responsáveis por prescrever a finasterida.

O SBDcast é um serviço de atualização exclusivo para os associados. A iniciativa foi elaborada pela Gestão 2021-2022 no intuito de auxiliar os dermatologistas em seus estudos, de maneira prática e rápida, sempre discutindo conteúdos atuais e úteis à rotina diária dos especialistas. Para conferir edições anteriores, basta acessar a área do associado no site ou o aplicativo da SBD.

 


4 de maio de 2021 0

Os associados da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) contam com uma nova plataforma exclusiva de acesso à informação e pesquisa científica na área da especialidade. Trata-se da EBSCO, cuja base de dados oferece, de forma gratuita e ilimitada, uma série de recursos para atender às necessidades de busca por conhecimento e de desenvolvimento profissional dos dermatologistas.

A novidade acaba de ser anunciada pela Gestão 2021-2022. Para usufruir, basta entrar no site da SBD e fazer login na área restrita. O serviço pode ser acessado pelo desktop ou por meio de dispositivos móveis. O conteúdo disponível na EBSCO fornece informações necessárias para o aprimoramento do dermatologista, avaliam especialistas em ensino e pesquisa.

ACESSE A PLATAFORMA EBSCO NA ÁREA RESTRITA

“Convidamos nossos associados que se dedicam à investigação clínica e que procuram se manter atualizados a respeito da produção científica em dermatologia a utilizarem essa nova plataforma. Essa é uma importante ferramenta de atualização profissional que objetiva também promover o atendimento de excelência ao paciente”, ressalta a coordenadora da Biblioteca da SBD, Clívia Oliveira.

Educação médica – A decisão de mudança representa uma ampliação nos investimentos em educação médica continuada para o associado, sobretudo por meio do compartilhamento de conteúdo científico de qualidade. Dentre os inúmeros recursos oferecidos pela EBSCO está o Dynamed, portal de medicina baseada em evidências, que reúne mais de 3 mil respostas rápidas e precisas para auxiliar o médico dermatologista nas decisões clínicas.

A plataforma também disponibiliza o Medline Complete, que dá acesso aos principais periódicos da área da saúde. Dentre eles, estão mais de 2,4 mil indexados na Medline.  Para orientar a pesquisa acadêmica, a EBSCO conta ainda com os e-books Clinical Collection. Esta coleção soma número superior a 4,1 mil títulos de diferentes especialidades médicas e mais de 5 mil periódicos completos e indexados, como o JAAD, British Journal e Jama Dermatology.

Detalhamento – A seguir, uma lista de serviços, produtos e funcionalidades oferecidos pela EBSCO:

•    Portal Médico com e-books, periódicos, teses, dissertações e ferramenta para tomada de decisão clínica;
•    Pesquisa integrada com portais de acesso aberto como ScieLo, DOAJ, PubMed, BDTD;
•    Biblioteca com mais de 4 mil livros eletrônicos;
•    Acesso a mais de 5 mil periódicos pela assinatura com editor;
•    Base com importante revistas dermatológicas (Journal of Drugs in Dermatology, Journal of Cosmetic Dermatology, Journal of the European Academy of Dermatology and Venereology, British Journal of Dermatology, e International Journal of Dermatology);
•    Calculadora Médica;
•    Ferramenta para compatibilidade de fármacos;
•    Ferramenta para interação medicamentosa;
•    Ferramenta para busca de fármacos;
•    Criação de alerta de pesquisa;
•    Criação de pasta;
•    Utilização de aplicativos;
•    Tradução de artigos em HTML;
•    Ahead of print disponível;
•    Créditos em educação médica continuada;
•    Formatos de citação: ABNT, Vancouver etc.


30 de abril de 2021 0

A 360° Comunicação Integrada, agência especializada em saúde e medicina, assume a assessoria de imprensa da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) a partir de 1º de maio (sábado). A empresa ficará responsável pelo atendimento dos jornalistas e dos veículos de comunicação, bem como pela produção e gestão de conteúdo para os diferentes canais de relacionamento mantidos pela entidade, inclusive redes sociais.

O atendimento será realizado por um time de profissionais com experiência na área, todos com passagens por outras entidades médicas e de saúde. No grupo, estão jornalistas (com especialização em gestão em saúde e análise de dados), especialistas em mídias digitais e marketing, designers, epidemiologistas e estatísticos.

Dermatologistas – Fundada em 5 de fevereiro de 1912, a SBD agrega mais de 10 mil médicos dermatologistas e tem papel chave na capacitação desses profissionais para o atendimento da população. Além disso, possui forte atuação junto ao Governo e aos tomadores de decisão, contribuindo na formulação de políticas públicas.

A entidade tem como metas o aperfeiçoamento dos profissionais, a defesa dos interesses da especialidade e a promoção da segurança dos pacientes. Atualmente, é uma das maiores sociedades médico-dermatológicas no mundo e a terceira sociedade médica mais antiga do País.

Estratégias – A parceria da SBD com a 360° teve início em 2018, quando a agência de comunicação passou a auxiliar os gestores da entidade a traçar e implementar estratégicas de comunicação com o seu público interno. Também ofereceu apoio no relacionamento da Sociedade com outras instituições e o Governo.

A partir de agora, a equipe da 360° tem como desafio valorizar ainda mais o papel do dermatologista na assistência e dar destaque às ações da SBD em favor dos médicos e da população. Para tanto, coloca a disposição sua equipe, que se desdobrará no atendimento dos jornalistas e na produção de conteúdo diferenciado de interesse para a entidade e a população em geral.


SERVIÇO: 360° Comunicação Integrada
Assessoria de imprensa da Sociedade Brasileira de Dermatologia
Contatos: (61) 99334-2442 / (61) 99345-3113
dermatologia@360comunicacao.com
Assessores responsáveis: Muller Mendonça e Paulo Henrique de Souza

 


14 de abril de 2021 0

O lançamento do SBDcast, novo espaço de conhecimento, ciência e informação para o associado é manchete de capa da edição do novo JSBD. A iniciativa da Gestão 2021-2022 traz exposições sobre assuntos de interesse da dermatologia com a participação de experts nos temas abordados. Até então, já foram ao ar dez episódios do programa. Esse conteúdo científico exclusivo vai ao ar semanalmente, sempre às quartas-feiras, e pode ser acessado pelo associado na área restrita aqui no site da SBD ou pelo aplicativo da entidade.

A edição traz também informações sobre os eventos e parcerias da SBD; ações realizadas para celebrar o Dia do Dermatologista; e atuação institucional da SBD em conjunto com outras entidades médicas para alertar a população quanto aos cuidados com a saúde em meio à pandemia da covid-19.

Outros destaques deste número são: artigo elaborado pelo coordenador do Departamento de IST & AIDS da SBD Nacional e SBD-RJ, Felipe Aguinaga, a respeito do paciente transgênero e a dermatologia; entrevista com a dermatologista e nutróloga Tatiana Villas Boas Gabbi, que fala sobre a relação entre o uso dos fitoterápicos e alopáticos no tratamento das doenças de pele; e a abordagem das alergias alimentares e a pele, com a participação do coordenador do Departamento de Alergia Dermatológica e Dermatoses Ocupacionais, Renan Bonamigo.

A íntegra da edição está disponível na plataforma eletrônica na área restrita do site. Para leitura, clique aqui.

 





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