Alimente seus fios




14 de janeiro de 2011 0

DICAS DO QUE COMER PARA MANTER OS CABELOS LINDOS E SAUDÁVEIS

É famosa a expressão ‘Você é o que você come’, inspirada no best-seller internacional de Gillian McKeith, nutricionista holística americana que prega a mudança de estilo de vida (e do físico) através da alimentação natural. A beleza seria o resultado do que você põe no prato. Pois bem, assim é também com seus cabelos: o processo de hidratação dos fios deve ser feito de dentro para fora. Que tal aproveitar a leveza alimentar característica do verão e começar já a nutrir as madeixas?

Na estação do calor os cabelos tendem a ficar queimados e ressecados por causa do sol, vento, areia, cloro, água salgada e pelo excesso de suor. ‘Para evitar este tipo de problema, é necessário que os fios fiquem sempre hidratados e saudáveis’, explica a dermatologista Carolina Ferolla, membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Não sabe como? A gente ensina:

FORTALECIMENTO – Os alimentos com vitamina A, como vegetais amarelos, vegetais verde-escuros, pêssego e melão cumprem esse papel de fortalecer os fios.

FAÇA A NUTRIÇÃO DO COURO CABELUDO – Consuma alimentos ricos em vitaminas do complexo B, como carnes, peixes, leite e cereais integrais.

CRESCIMENTO – Alimentos ricos em ferro como fígado, gema de ovo e vegetais com folhas escuras auxiliam neste processo.

LUBRIFICAÇÃO – Deve ficar por conta dos alimentos com gorduras insaturadas, como azeite de oliva, que ajudará no funcionamento das glândulas sebáceas, garantindo a lubrificação dos fios.

CUIDADOS EXTERNOS TAMBÉM SÃO IMPORTANTES: É necessário fazer uma hidratação semanal em casa, uma hidratação mais potente a cada quinze dias no salão e usar xampu, condicionador e cremes específicos para o seu tipo de cabelo e que tenham filtro solar, para uma maior proteção dos fios.


13 de janeiro de 2011 0

É POSSÍVEL DETECTAR A DOENÇA PRECOCEMENTE EM ALGUNS CASOS E, CONSEQUENTEMENTE, AUMENTAR AS CHANCES DE CURA

Pintas, feridas que não cicatrizam, nódulos e pontos doloridos que não saram são sinais de que algo não está muito bem. Como é verão e época de maior incidência de radiação solar, inclusive em função da destruição da camada de ozônio, as preocupações com os tumores malignos de pele aumentam.

“A principal razão para isso é que a ocorrência é maior nas faixas etárias mais avançadas, justamente a fatia da população brasileira que aumentará nas próximas décadas”, comenta a dermatologista Patrícia Fagundes, do serviço de dermatologia e tumores cutâneos do Hospital 9 de Julho, em São Paulo.

Diante dessa situação a prevenção e a detecção precoce são fundamentais para a cura do câncer de pele e, com isso, o autoexame é necessário em todos os casos. Com a ajuda de espelhos, toda a pele pode ser inspecionada. Assim, o aparecimento de lesões novas ou modificações de lesões preexistentes precisam ser valorizadas.

“Manchas e lesões que apresentem alteração de cor, forma ou tamanho, sangramento, dificuldade na cicatrização e dor local deve ser relatado ao médico”, alerta a médica dermatologista.

NEM TODA PINTA É CÂNCER, MAS NÃO DEIXE DE VERIFICAR

Os tipos de câncer de pele podem apresentar-se de várias formas. De uma maneira geral, o carcinoma basocelular, que representa 70% dos casos no Brasil, tende a aparecer inicialmente como uma lesão elevada, pequena, arredondada, da cor da pele ou avermelhada e contendo alguns vasinhos na superfície.

Ele pode aparecer em qualquer parte do corpo, mas costuma surgir em áreas de exposição ao sol. Com o passar do tempo, pode aumentar de tamanho formar úlceras. O basocelular acomete homens e mulheres praticamente na mesma proporção e é muito raro em pessoas com pele negra.

Já o carcinoma espinocelular, responsável por 20% dos tumores de pele do País, em geral, apresenta-se como uma lesão mais espessa e em forma de verruga. Pode ulcerar também e, eventualmente, invadir tecidos vizinhos ou originar metástases. “Tanto o basocelular quanto o espinocelular são relatados na consulta médica como uma feridinha que nunca cicatriza”, comenta Patrícia.


3 de janeiro de 2011 0

Com o corpo mais exposto do que nas outras épocas do ano, não é só o sol que se transforma em um inimigo da saúde. Assim como as pessoas mudam de hábitos nas estações mais quentes, os insetos também. E é no verão que eles fazem mais vítimas.

Segundo o especialista titulado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, José Riccardi Guimarães, as consequências do contato com insetos podem ser desde alergias como vermelhidão, coceira e ardor, até doenças graves, como a dengue e a doença de Chagas.

Riccardi explica que a reação de cada pessoa a uma picada de inseto depende também da sensibilidade ou do estado imunológico de cada um:

— Alguns têm reações anafilactóides, apresentando dificuldade respiratória, edema de glote, que bloqueia a respiração, queda de pressão e até podem correr risco de morte. Isso é frequente e pode ocorrer ante qualquer picada de inseto —alerta o médico.

Segundo ele, pessoas com histórico de rinite, asma, bronquite e dermatite atópica são mais suscetíveis a ter uma reação forte, portanto devem ter cuidados redobrados.

Não são só os mosquitos que podem trazer problemas no verão. Abelhas, vespas, formigas, escorpiões, mutucas e aranhas são exemplos de animais que causam acidentes nessa época de calor.

COMO PROTEGER O CORPO

O dermatologista sugere o uso de repelentes e mosquiteiros como principais formas de evitar as picadas. Porém, ele alerta que os repelentes não são 100% eficazes. Além disso, é preciso consultar um médico antes de optar por um tipo de produto.

Em locais próximos de mata fechada, o dermatologista recomenda a proteção do corpo com botas, roupas longas e chapéus. Na praia, em lagoas, ou lugares onde haja animais, como chiqueiros, o uso de calçados é essencial. Os famosos bicho geográfico (larva migrans) e bicho de pé (tunga penetruns, um tipo de pulga), costumam fazer muitas vítimas desprevenidas nesses locais.

O QUE FAZER QUANDO SOFRER UMA PICADA

Riccardi é taxativo quanto ao procedimento após uma picada de inseto:

— É preciso procurar uma emergência imediatamente.

SINTOMAS DE UMA PICADA DE INSETO

Coceira (prurido);


29 de dezembro de 2010 0

Segundo tipo mais frequente no mundo, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres. E, de acordo com uma pesquisa francesa, uma dieta com fontes de vitamina D combinada à exposição solar (que também produz vitamina D) pode reduzir o risco da doença. Cientistas do Centro de Investigação em Epidemiologia e Saúde da População acompanharam 67.721 pessoas do sexo feminino entre 41 e 72 anos ao longo de uma década. Suas dietas e os níveis de raios ultravioletas de onde viviam foram levados em consideração. Até o fim do período de análise, 2871 desenvolveram a patologia. A equipe constatou que habitar regiões com maiores níveis de raios UV está associado a uma probabilidade menor (de quase 10%) de ter o problema em comparação com quem está em locais com taxas menores de UV. Mas o maior efeito protetor foi observado na associação de elevada radiação ultravioleta e mais consumo de vitamina D (alimentos ou suplementos). As chances são até 43% menores. Dieta rica em vitamina D, mas sem sol, não trouxe benefícios. O pesquisador Pierre Engel disse ao jornal Daily Mail que é importante lembrar do crescimento do risco de câncer de pele ao mencionar o sol. Mas afirmou que acredita que o aumento dos níveis de vitamina D por exposição razoável ao sol (tomando as precauções necessárias) e alimentos específicos deva ser incentivado. Testes sugerem que a vitamina D possa ter uma série de efeitos anticâncer, como retardar a propagação das células doentes. O levantamento mostrou que cerca de 45% da vitamina D referente à alimentação das voluntárias veio de peixes e frutos do mar, 16% de ovos, 11% de produtos lácteos, 10% de óleos e margarinas, e 6% de bolos.


29 de dezembro de 2010 0

Dos cabelos às unhas dos pés, o verão exige cuidados especiais com a pele. A médica dermatologista Christiana Blattner, membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia, dá algumas dicas:

PREVINA-SE CONTRA DOENÇAS DE PELE

O verão é época propícia para o aparecimento de algumas doenças da pele, como micoses e herpes. “Sugiro secar bem a virilha após o banho, principalmente por causa das sungas e biquínis molhados típicos do verão, e também verificar os espaços entre os dedos dos pés, pois a umidade favorece a proliferação dos fungos causadores das micoses”, explica a dermatologista de Campinas. Contra o herpes, especialmente aquele provocado pelos raios ultravioletas, a dica é não esquecer o protetor labial.

DEIXE A PELE “RESPIRAR”

Use roupas confortáveis, de tecidos mais leves, como o algodão, evitando roupas quentes, justas e tecidos sintéticos, especialmente nas roupas de baixo. Quando possível, fuja dos sapatos fechados.

CUIDADO COM A ACNE

Com o verão, muita gente se engana achando que o sol vai resolver o problema das espinhas. “Num primeiro momento o sol até pode ajudar a secar as espinhas, mas, na sequência, ele vai promover um aumento da sebácea e piora da acne”, alerta Christiana Blattner. Segundo ela, o médico dermatologista é o profissional mais indicado para combater a acne. “Hoje, é grande o arsenal à disposição para tratar do problema. Na juventude, quando o problema é mais freqüente,o acompanhamento do dermatologista é fundamental para eliminar a acne, sem deixar marcas. Para quem já convive com as cicatrizes, existem alguns tratamentos a laser que conseguem eliminá-las”.

PROTEJA-SE DO SOL COM OS PRODUTOS CORRETOS

As áreas do corpo que envelhecem com mais rapidez são justamente aquelas mais expostas ao sol, como braços, colo, pescoço, orelhas e rosto. “São áreas que merecem atenção especial quando aplicamos o filtro solar”, explica a dermatologista Christiana Blatter.

A médica aconselha: “cuidado com os filtros solares muito oleosos. Associados ao clima quente e úmido e ao aumento da exposição solar, eles podem promover a formação de cravos e espinhas nas peles acneicas”. E co


29 de dezembro de 2010 0

Comuns, as olheiras se caracterizam pelo escurecimento da região em torno dos olhos. Formam-se até em crianças. Muitos convivem com elas sem problemas, mas outros, em especial quando têm também bolsas de gordura, flacidez e rugas na região dos olhos, se sentem diminuídos e às vezes sua autoestima despenca. Felizmente, o fenômeno já conta com tratamento eficaz.

Fenômeno que incomoda muitas pessoas, a olheira se caracteriza pelo escurecimento da região em torno dos olhos. Não há estatísticas sobre o problema, mas se sabe que é comum. Pode formar-se em qualquer fase da vida de homens e mulheres, até em crianças. Manifesta-se em todas as raças, sendo mais frequente e acentuada, contudo, nos árabes. Quando aparece e não recebe tratamento, tende a agravar-se.

São três as causas básicas das olheiras: deposição de pigmentos escuros produzidos pelos melanócitos – um tipo de célula da pele – nas células queratinosas existentes em torno dos olhos; pele fina demais, permitindo a visualização dos vasos capilares (vasinhos externos); e presença de vasos capilares tão exuberantes que sua coloração escura, que é dada pelo sangue, fica perceptível na pele.

Uma quarta causa, pouco citada na literatura médica mas constatada no consultório, é a formação de uma espécie de ‘degrauzinho’ na pele abaixo dos olhos. Ele produz um pouco de sombra, que pode ser classificada como ‘pseudo-olheira’.

A olheira tem traços familiares, ou seja, se uma pessoa a desenvolve, outras na família podem tê-la apresentado no passado ou virem a apresentá-la no futuro. A produção e a deposição de pigmentos escuros em torno dos olhos podem resultar da simples exposição ao sol; de tendência genética; da fricção ao limpar e/ou coçar demais a área em torno dos olhos; de respiração bucal, porque prejudica a irrigação e a oxigenação na região dos olhos; do ato de provocar o vômito pelos portadores de bulimia; dos distúrbios do sono; e do tabagismo, pelo fato de prejudicar a oxigenação e a irrigação sanguínea e ainda danificar os pequenos vasos na área dos olhos.

Muita gente não dá importância a olheiras e convive com elas sem maiores problemas. Pessoas mais preocupadas com a estética, sobretudo em função de sua atividade profissional – nas últimas décadas, até uma parte dos homens -, ou as mais sensíveis e frágeis psicologicamente, porém, sofrem com o fenômeno, em especial quando apresentam outros problemas comuns em torno dos olhos, como flacidez, rugas e bolsas de gordura. Estas se acham feias, com o olhar cansado, envelhecidas, diminuídas e sua autoestima às vezes despenca.

Pessoas que se sentem incomodadas com as olheiras devem consultar um dermatologista. Boa alternativa é buscar no site da Sociedade Brasileira de Dermatologia<…


21 de dezembro de 2010 0

Com a explosão da oferta de esmaltes no país, os branquinhos perderam lugar para os coloridos. Mas, além de se preocupar com a tendência, é bom você dar um tempo entre uma sessão de manicure e outra, para não prejudicar a saúde da unha e evitar uma surpresa desagradável na hora de retirar o esmalte.

‘O uso ininterrupto de esmalte resseca as unhas’, alerta a a dermatologista Andreia Leverone, do Centro de Estudos de Unha do Instituto de Dermatologia Professor Rubem David Azulay. ‘Devemos dar intervalos de no mínimo três dias entre as passadas de esmalte.’

Caso contrário, as unhas ganham manchas brancas, ficam fracas e quebradiças. Deixe uns dias sem pintar, para permitir a hidratação da película unhal. ‘Manter o esmalte por muito tempo abafa demais a unha e, se ela for propensa a micose, facilita o desenvolvimento de fungos’, diz a especialista.

SINAIS

Robertha Nakamura, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, ensina a observar alguns sinais como ausência de meia-lua, descamações em volta da unha, fendas e estrias. Nesses casos, diz a médica, será preciso tratar a unha antes de pensar em usar esmalte.

Nakamura lembra que os esmaltes coloridos deixam as unhas amareladas. ‘O retorno da tonalidade natural só acontece com o crescimento da unha.’

A necessidade de deixar as unhas respirarem entre um esmalte e outro vale também para os pés. A diferença entre as unhas das mãos e dos pés está na espessura das lâminas. Como as dos pés crescem mais devagar, elas são mais espessas e resistentes. ‘Em compensação, estão mais expostas a traumas, umidade e infecções’, alerta Leverone. No verão, o melhor é usar calçados abertos e secar bem os pés, para evitar fungos e bactérias.


20 de dezembro de 2010 0

O LASER É UMA BOA ALTERNATIVA PARA ELIMINAR AS ESTRIAS?

Ainda não há, cientificamente, nenhum tratamento que elimine em 100% as estrias. A melhor opção é a combinação de métodos. Por exemplo: o uso do laser CO2 em combinação com o Erbium e o Yag. O de CO2 é mais superficial e os outros dois agem mais profundamente, remodelando o colágeno e encolhendo a derme, assim dando um novo aspecto à pele.

POR QUE NÃO HÁ UM TRATAMENTO TOTALMENTE EFICAZ?

A indústria farmacêutica adoraria achar um creme para estrias, pois esse é um problema que afeta as mulheres de todo o mundo. Assim como a celulite, 99% das mulheres apresentam algum grau de estrias, devido a problemas hormonais. Os laboratórios investem muito, mas ainda não há uma solução. As estrias são cicatrizes e, se for obtido um tratamento para elas, a medicina também resolverá o problema da cicatriz.

QUAL TÉCNICA APRESENTA MELHOR EFEITO: A CIRURGIA OU O LASER?

Na minha opinião, a técnica de subcisão tem melhor resultado no tratamento da celulite. No caso das estrias, o procedimento pode causar hemorragias e deixar manchas na pele. Para mim, o laser é superior à cirurgia.

EXISTEM DOENÇAS QUE FACILITAM O APARECIMENTO DE ESTRIAS?

Existem. Há distúrbios endócrinos, como a síndrome de Cushing, que provocam estrias. E até a obesidade, hoje considerada doença, é uma das principais causas desse problema, pois com o ganho de peso, a pele da mulher estica e rasga as células epiteliais, formando as estrias.


20 de dezembro de 2010 0

Pesquisa sugere que algumas substâncias do produto são absorvidas pelo organismo e expelidas no leite materno

Um recente estudo publicado por pesquisadores suíços confirma uma suspeita antiga dos médicos: substâncias presentes em alguns tipos de protetores solares são absorvidas pelo organismo e excretadas no leite materno. Como tais substâncias podem permanecer armazenadas na gordura do corpo durante semanas, especialistas sugerem evitar seu uso desde a gestação.

A descoberta revela que bebês estão sendo expostos a composições químicas com potencial tóxico. “Cérebro, órgãos sexuais, pulmões e inúmeras glândulas estão em formação nestas crianças, ainda muito novas. Não se sabe o que essa contaminação pode causar”, alerta o cosmetologista Maurício Pupo, consultor em desenvolvimento cosmético e coordenador da pós-graduação em cosmetologia da Unicastelo.

A suspeita já existia porque estudos anteriores tinham verificado a presença de algumas substâncias de protetores na urina e no sangue de adultos. “Se o produto penetra na pele e segue para o sangue, era razoável pensar que ele também poderia ir para o leite materno, em mulheres lactantes”, comenta Pupo.

A taxa de contaminação das lactantes não é pequena. No estudo suíço, realizado com 54 mulheres na Universidade de Zurique, 85,2% das amostras de leite materno tinham algum resquício de protetor solar.

“O que chamamos de protetor solar é, na verdade, uma combinação de 20 a 30 substâncias químicas diferentes na formulação. Algumas requerem atenção”, adverte o especialista.

Existem três substâncias que são particularmente problemáticas: 4-metilbenzilideno cânfora (4-MBC), 3-benzilideno cânfora (3-BC) e octocrileno (OC). Elas são chamadas de poluentes orgânicos persistentes (POPs), que podem permanecer acumulados nos tecidos gordurosos de organismos vivos, dentre eles os seres humanos.

“Essas substâncias estão presentes em cerca de 30% dos protetores comercializados no País”, afirma Pupo. E como os protetores são produtos cosméticos, na classificação da Anvisa, todos podem ser vendidos livremente, sem qualquer receita.

DANOS À REPRODUÇÃO

O cosmetologista cita estudos mais antigos, nos quais ficou comprovado que as substâncias 4-MBC e 3-BC afetam o sistema reprodutor de animais. “Elas podem desequilibrar o comportamento sexual feminino, alterar o tamanho da próstata e causar alguns desequilíbrios endocrinológicos”, aponta o especialista. “Em ratos, o crescimento ficou mais lento e a puberdade, post…


8 de dezembro de 2010 0

O descarte de medicamentos de maneira incorreta causa grande impacto ambiental na medida em que as substâncias medicamentosas entram em contato com as redes de esgoto da cidade. Além de contaminar a água e o solo, favorece riscos à saúde. A reciclagem ou o extravio correto das drogas, dentro do prazo de validade ou vencidos, recai à população e deve estar no consciente do consumidor.

Segundo a farmacêutica da Farma Call, Fernanda Azeredo, o problema é comum e acontece ao jogar remédios no lixo doméstico ou na rede de esgoto, ‘Alguém pode encontrar o produto e consumi-lo, causando intoxicação tanto em humanos como em animais’, explica. Quando lançados na água, ocorre a contaminação, atingindo diretamente a biodiversidade.

‘Infelizmente, esse problema recai ao consumidor, que deve estar consciente das conseqüências do descarte inadequado de medicamentos, a fim de evitar poluições’, ressalta Paulo Kugnharski, diretor da Farma Call.

O destino de drogas inutilizadas são aterros credenciados e de acordo com as regulamentações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa. Por esse motivo, Fernanda aconselha que quando uma pessoa encontra um medicamento fora do prazo da validade, ela deve manter o produto intacto. ‘Deve-se deixar o medicamento na sua embalagem original e levá-lo ao ponto de coleta mais próximo’, agrega a profissional.

Em Porto Alegre/RS, medicamentos vencidos e dentro do prazo de validade podem ser encaminhados à UFRGS, na Rua Ramiro Barcelos, 2.500. ‘Os vencidos são destinados aos aterros sanitários e os remédios que estão ainda em condições de uso são doados.’, completa a farmacêutica.





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