SBD participa da 1ª Reunião do Grupo de Trabalho para a discussão do PLC 77/2016




5 de junho de 2017 0

 Nesta segunda-feira (5/6), o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Sérgio Palma, participou da 1ª Reunião do Grupo de Trabalho para a discussão do PLC 77/2016, que regulamenta as profissões de esteticista, cosmetólogo e técnico em estética. Durante o encontro, ocorrido no gabinete da senadora Ana Amélia, representantes das categorias profissionais de Dermatologia, Estética e Fisioterapia iniciaram o trabalho de revisão do texto final do projeto. Em breve, será realizada nova reunião para analisar o texto e alinhar os entendimentos.  Fotos: Site da Senadora Ana Amélia Lemos – Senado Federal.

 

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2 de junho de 2017 0

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) junto com parceiros da área de comunicação desenvolveram uma rápida pesquisa com o objetivo de entender as atuais necessidades dos pacientes e os desafios do dermatologista nesse cenário e também da especialidade. Para isso, solicitamos sua participação na enquete, que estará disponível aqui no site da SBD até o dia 8 de junho. Sua opinião é muito importante para a estruturação dos futuros projetos da Sociedade Brasileira de Dermatologia.


2 de junho de 2017 0

Nesta sexta-feira (2/6), a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) participou da terceira edição do ano do Bem Estar Global, no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande. Das 7h às 14h, uma equipe de 18 dermatologistas da Regional Mato Grosso do Sul e residentes do Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian atendeu aproximadamente 400 pessoas sobre cuidados com cabelos e unhas.

“A ação permitiu orientar a população sobre as principais dermatoses de pele, incluindo casos de lesões pré-malignas. A população normalmente entende que o dermatologista é o especialista da pele e esquece que ele também trata das doenças dos cabelos e unhas. A avaliação médica dessas áreas é extremamente relevante, porque elas podem ser indicativos de doenças com manifestação sistêmica, como lúpus, anemia ferropriva, doenças pulmonares, alguma deficiência de zinco", considerou o presidente da Regional Mato Grosso do Sul, Alexandre Moretti.

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Para a administradora Adriana Torres, de 34 anos, o evento foi uma oportunidade para obter esclarecimentos com especialista sobre um problema que afeta milhões de brasileiros: a queda de cabelo. “Tenho sofrido com queda de cabelo nos últimos três anos. Aqui, fui avaliada pelo dermatologista, que me orientou a procurar tratamento adequado para o caso, em médio prazo. O atendimento foi ótimo. Estou muito satisfeita, só de saber que um médico me passou o caminho para me livrar desse problema de uma vez”.

A perda de fios, ou alopecia areata, é uma doença que faz com que o cabelo caia em uma ou mais pequenas áreas, sendo comum em pessoas que sofrem doenças autoimunes, como o lúpus, diagnosticado em uma paciente de 40 anos atendida na Tenda das Unhas e da Pele. Ela foi orientada a buscar tratamento especializado para o controle da doença.

Também participaram da ação em Campo Grande, a dermatologista e membro da Câmara Técnica de Dermatologia do Conselho Federal de Medicina (CFM), Elza Garcia, e a dermatologista e assessora do departamento de Cosmiatria da SBD, Thaís Sakuma.

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Júlia Benites, de 1 ano e oito meses, lendo a revistinha da SBD sobre os cuidados com cabelos, peles e unhas

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Em entrevista à  TV Globo local, o presidente da SBD-MS, Alexandre Moretti, ressalta a importância do atendimento com médico especializado em dermatologia

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Pessoas formam fila para atendimento na Tenda das Unhas e da Pele da SBD


1 de junho de 2017 0

À Sociedade Brasileira de Dermatologia

 

São Paulo, 24 de maio de 2017

 

Prezados senhores,

 

Agradecemos a reunião realizada no dia 22 de maio último na sede da Sociedade Brasileira de Dermatologia com o Presidente Dr. José Antonio Sanches, o Vice-Presidente Dr. Sérgio Palma, o Secretário Geral Dr. Flávio Barbosa Luz, e a 2ª Secretária Dra Silvia Schmidt e, a respeito da correspondência enviada por esta Sociedade à Allergan em 18 de maio de 2017, temos os seguintes comentários:

Inicialmente gostaríamos de salientar que a Dermatologia sempre foi o foco da Allergan que, histórica e consistentemente, tem destinado grande parte de seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento de produtos relacionados a esta especialidade. Apenas no último ano realizamos cinco importantes aquisições de empresas com produtos em desenvolvimento ou já em comercialização direcionados a dermatologia estética eterapêutica, ampliando o nosso já diferenciado portfolio de produtos.

Investimos fortemente em plataformas de educação médica voltadas a Dermatologistas, promovemos workshops teóricos e práticos, reuniões científicas, participamos dos principais congressos oficiais da especialidade, além de apoiarmos projetos específicos, como, por exemplo, o programa de Residentes da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Quanto à utilização de preenchedores de ácido hialurônico e de toxina botulínica tipo A por outros profissionais de saúde, esclarecemos que qualquer profissional que tenha legalmente o direito de utilizá-los em seus pacientes tem também o direito de adquiri-los junto aos fabricantes e distribuidores destes produtos. A Allergan tem acompanhado o andamento das ações interpostas pelas Sociedades Médicas contra os Conselhos de Classe e aguarda o desfecho definitivo por parte do Judiciário.

Tal como afirmado em nossa reunião, reiteramos que não há qualquer diferenciação de preços na política comercial praticada pela Allergan junto aos diferentes profissionais de saúde legalmente habilitados para a realização de procedimentos com toxina botulínica e preenchedores de ácido hialurônico.

Na expectativa de termos dirimido suas questões satisfatoriamente, permanecemos à disposição para qualquer esclarecimento adicional e renovamos nosso empenho e esforços para oferecer o que há de mais moderno aos profissionais dermatologistas e seus pacientes.

 

Atenciosamente,

Odair Homma

Direção de Promoção & Vendas – Medical Aesthetics

Allergan Produtos Farmacêuticos

 


1 de junho de 2017 0

Estão abertas as inscrições para os cursos prévios do 2o Simpósio Internacional de Cabelos e Unhas da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), que ocorrerá nos dias 4 e 5 de agosto, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Confira a programação aqui no site da SBD e inscreva-se. A Comissão Organizadora informa que as inscrições para essas atividades serão aceitas apenas para os participantes do evento.


25 de maio de 2017 0

A SBD apoia o uso responsável das ferramentas de comunicação on-line, pois reconhece os benefícios profissionais, institucionais e sociais da atuação dos médicos nessas mídias. No entanto, a entidade reforça a importância do cuidado com o tipo de conteúdo que você compartilha e com as palavras que você usa. Veja algumas orientações no banner a seguir ou no card animado.

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18 de maio de 2017 0

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Você já se queimou com água-viva ou caravela? Pisou num ouriço do mar? Essas e outras questões foram discutidas durante toda a quinta-feira (18/5), nas colônias de pescadores de Arembepe (Z-14) e Itapuã (Z-6). Quase 100 trabalhadores, entre pescadores e marisqueiras, foram orientados sobre o que fazer nesses e em outros casos e tiraram suas dúvidas. A iniciativa, em parceria com a Federação dos Pescadores e Aquicultores do Estado da Bahia (FEPESBA), faz parte das ações de responsabilidade social do 72º Congresso Brasileiro de Dermatologia – Dermato Bahia 2017, a ocorrer de 7 a 10 de setembro, na Costa do Sauípe, e visa esclarecer pescadores e suas famílias sobre medidas de primeiros socorros e de prevenção de ferimentos, envenenamentos e infecções causadas por acidentes com animais marinhos em seu cotidiano.

 As palestras foram ministradas pelo especialista Vidal Haddad Junior (foto acima) e autor da cartilha "História de Pescador: acidentes com animais marinhos". Ele é dermatologista, professor, pesquisador da Faculdade de Medicina da Unesp e responsável pelo projeto "Pescadores do Brasil". "Procurei orientá-los para que saibam o que fazer na hora dos acidentes, muitos deles dolorosos, alguns até insuportáveis. Desenvolvemos alguns métodos muito importantes, sem a necessidade de orientação médica, em que a pessoa pode autoaplicar no local, como a água quente para tirar a dor de acidente de peixe, água gelada do mar com vinagre para acidentes com as águas-vivas e caravelas e além de esclarecimentos para evitar infecção", disse.

Entre os principais desafios para pescadores e marisqueiras estão o acidente por bagre marinho, cujos ferrões são serrilhados e de difícil extração e os acidentes provocados por arraias. Apesar de mais raras, são mais graves. A dor é violenta e as feridas na pele, mais comuns. "Todo acidente por peixe venenoso deve ter o local atingido imerso em água quente, mas tolerável, por 30 a 90 minutos, pois o veneno dos peixes degenera no calor e a dor diminui. Existem complicações como pedaços de ferrão nos ferimentos e infecções", explicou o especialista. Já os acidentes causados por águas-vivas e caravelas provocam dor e linhas avermelhadas ou marcas redondas no local do contato.

"No momento do acidente é útil o emprego de compressas de água do mar gelada ou gel gelado (gelox) envolto por um pano e banhos de vinagre no local atingido para controle da dor e inativação do veneno. "Se a dor continuar ou aparecer batedeira e falta de ar, procure auxílio médico", completou o professor.      

O presidente da colônia de pescadores de Arembepe, Manoel de Brito, disse que a palestra esclareceu muito as dúvidas dos pescadores. "Sobre o niquim, por exemplo, que encontramos constantemente na região, o professor explicou como ter o alívio imediato". Para a marisqueira Ednalva Maria de Souza, 53 anos, a palestra foi muito importante, pois pode aprender que cuidados deve ter ao entrar em contato com animais marinhos. Ela atua na atividade desde os sete anos de idade e já foi atingida inúmeras vezes por baiacu e bagre. "Muitos peixes que eu vi aqui, como bagre e baiacu, eu não sabia que tinham tanto veneno", disse.

“Levar informações para essas pessoas é um grande avanço. Orientá-los nos deixa muito satisfeitos, sobretudo porque vemos resultados muito bons ao longo desses anos de trabalho”, reforça Vidal. A iniciativa já foi realizada em várias colônias de pescadores em diversos locais do país.

 

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17 de maio de 2017 0

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Dani Andrade, paciente beneficiada ano passado pela campanha

 

De janeiro a março deste ano, a campanha #fortalizese recebeu 2.500 doações de cabelos e 183 perucas. Trata-se de uma ação da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) em parceria com a Exímia, que, este ano, acontece pela segunda vez. Em 2016, foram mais de 13 mil doações. Oficialmente, a #fortalizese começou em abril, e a atriz Alexandra Richter segue como embaixadora da ação. Neste ano, a campanha produziu vídeo incentivando o corte solidário. Chama-se “Entrevista”. Nele, Patrícia Gil, que estrelou o primeiro ano de #fortalizese, contracena com a paciente Dani Andrade (foto), uma das milhares de mulheres que foram beneficiadas em 2016. Juntas, elas conversam sobre a superação de Patrícia, já curada, e a luta de Dani no combate à doença.  

 

Fonte: O Globo


16 de maio de 2017 0

Médicos brasileiros começam a se beneficiar, a partir de janeiro de 2018, de uma importante conquista do ponto de vista tributário: a aprovação da Lei Complementar nº 155, de 27 de outubro de 2016, que atualiza as regras para o enquadramento das empresas no Simples Nacional e beneficia diretamente a categoria, que tem sua tributação reduzida.

O Simples Nacional é um regime simplificado de pagamento de tributos que beneficia microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP). Como as mudanças positivas para a categoria médica entram em vigor em 1º de janeiro de 2018, este ano (2017) será o ano-calendário que definirá as receitas a serem auferidas para fins de opção e permanência nesse regime.

O teto para microempresa ser enquadrada aumentou cerca de 150%, passando de R$ 360 mil de receita bruta anual para R$ 900 mil. Para empresa de pequeno porte, o aumento foi de 33%: de 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões. O parcelamento de débitos do Simples Nacional apurados até maio de 2016 também aumentou de 60 para 120 meses para os pedidos de extensão realizados de 12 de dezembro de 2016 a 10 de março de 2017.

A atividade médica, inclusive laboratorial, passou do Anexo VI (que será extinto) para o III – o que é uma mudança benéfica. Para aproveitar a mudança, a razão entre folha de salários e receita bruta da pessoa jurídica deve ser igual ou superior a 28%. Caso contrário, as empresas serão tributadas na forma do Anexo V (menos vantajosa).

As empresas micro e de pequeno porte já em atividade que tenham interesse em ingressar no regime só poderão fazê-lo em janeiro do próximo ano, até o seu último dia útil. Já as empresas desses portes e recém-constituídas podem efetuar de imediato a opção.

Fonte: Conselho Federal de Medicina


16 de maio de 2017 0
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Foto Danilo Verpa/Folhapress

 

Uma mancha escura salta aos olhos do designer gráfico Jonas Lobo, 32, quando ele se olha no espelho pela manhã. “Dependendo do dia, chega a ser assustador.”

Depois de testar rodelas de pepino e batata sobre as olheiras, na tentativa de amenizá-las, optou por “pintar” a área arroxeada com a micropigmentação, técnica oferecida em clínicas de estética para preencher e desenhar as sobrancelhas.

“Doeu para caramba”, diz. “É como se você fizesse uma tatuagem na pálpebra.”

Mas há quem faça exatamente isso para tratar olheiras.

“Adaptei a arte da tatuagem para um procedimento permanente que resolve definitivamente o problema”, diz o tatuador de São Paulo Rodolpho Torres, que atende majoritariamente mulheres.

Ele, que batizou sua técnica de “agulha mágica”, usa a tatuagem para aplicar pigmento na região das olheiras.

Já a tinta da micropigmentação sai depois de cerca de dois anos.

“É uma técnica bastante difícil”, diz Vanessa Silveira, que é formada em relações públicas e, após fazer cursos de estética, fundou a rede de micropigmentação que leva seu nome, presente em oito Estados do país. Ela afirma ser a criadora do método.

“Se a pessoa não souber fazer, há um risco gravíssimo. Recebemos várias pessoas para corrigir a técnica feita de maneira errada.”

A micropigmentação de olheiras custa cerca de R$ 2.300 (aplicação e retoque). Torres não quis comentar quanto cobra pela sua técnica –disse apenas que o preço é semelhante ao de um implante de silicone nos seios, coisa que pode variar entre R$ 7.000 e R$ 15 mil.

É SEGURO?

Ambas as técnicas são alvo de preocupação entre especialistas da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Especialistas ouvidos pela Folha dizem que a sensibilidade ao redor dos olhos pede cuidado na hora de realizar qualquer tipo de procedimento na região e citam riscos, como os de alergia.

Para Tatiana Gabbi, médica dermatologista da SBD, não se justifica usar a tatuagem para cobrir um problema que pode ser solucionado com medidas menos drásticas.

Torres discorda: “Na verdade, eu estou resolvendo um problema que os dermatologistas e cirurgiões plásticos não resolvem”.

A dermatologista da SBD rebate e afirma que o problema estético deve ser avaliado por especialistas e que, com as técnicas existentes (veja infográfico), é possível resolver quase todos os tipos de olheiras.

Segundo Daniel Coimbra, coordenador do Departamento de Cosmiatria da SBD, a micropigmentação e a tatuagem podem dificultar tratamentos futuros, como os que usam laser. Pode haver também o risco de alergias.

Mário Motta, membro da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, também levanta ressalvas quanto às novas opções contra olheiras. Ele afirma que há um risco de as práticas provocarem crescimento anormal dos cílios –que poderiam chegar a ferir o olho– e criarem distúrbios nas glândulas que auxiliam na lubrificação dos olhos.

“Esses problemas são raros, mas, se o procedimento for feito por uma pessoa que não conhece a anatomia de pálpebra, a chance de ter problemas é maior” diz.

Ainda segundo Coimbra, as técnicas só se concentram na questão da pigmentação e não tratam da profundidade das olheiras, que pode ser causada pela flacidez da pele e pelo envelhecimento.

Também é preciso considerar o que causou as manchas, que podem ser de melanina, hemossiderina (substância presente no sangue) ou até mesmo da presença de muitos vasos sanguíneos na área (olheiras vasculares).

O que os tratamentos dermatológicos fazem é basicamente tentar desgastar essas substâncias.

O fator hereditário conta bastante para a aparição das olheiras. Alergias e o ato de coçar muito a região também podem causar as manchas.

Já as olheiras provocadas pelo cansaço e pela falta de sono costumam ser mais passageiras.

Os especialistas ouvidos pela Folha preferem ser cautelosos com os novos tratamentos e afirmam que são necessários estudos para comprovar a segurança dos mesmos.

“As pessoas precisam ter um pé atrás com tudo que parecer milagre”, afirma Daniel Coimbra.

 

Fonte: Folha de S.Paulo

 





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