Conheça os principais sinais da doença



Conheça os principais sinais da doença

18 de outubro de 2015
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A psoríase apresenta um conjunto variado de sintomas, que às vezes podem ser confundidos com sinais de outras doenças de pele. Mas os sintomas mais comuns são lesões róseas ou avermelhadas, recobertas por escamas esbranquiçadas, que afetam a pele, especialmente nos cotovelos, joelhos, couro cabeludo, unhas, palmas das mãos e plantas dos pés. Além de lesões da pele, o paciente pode apresentar coceira, queimação e dor. As unhas também podem estar comprometidas pela psoríase, podendo apresentar alteração da cor, da textura e descolamento do leito ungueal. Quando a doença atinge as articulações, provoca dor e artrite. o-que-e O diagnóstico nem sempre é simples, podendo não ser feito até que o paciente seja avaliado por um dermatologista. O ideal é que o paciente consiga atendimento multidisciplinar, que inclui nutricionista e terapeuta nos casos em que há comprometimento emocional. No Brasil, ainda há poucos hospitais de referência. Alguns fatores podem aumentar as chances de uma pessoa desenvolver a psoríase ou piorar um quadro existente:

  • Histórico familiar – a genética pode ser um fator de risco sério a ser levado em consideração;

 

  • Estresse – indivíduos que vivem em grande estresse normalmente têm o sistema imunológico debilitado, o que se torna um risco para o aparecimento da doença;

 

  • Obesidade –  um tipo de psoríase, a invertida, é mais comum em pessoas com sobrepeso. Manter o peso sob controle elimina parte do risco de contrair a doença;

 

  • Bebidas alcoólicas e tabagismo – cigarro e bebida aumentam as chances de a doença aparecer. Para quem já sofre com a psoríase, beber e fumar pode levar a um agravamento no quadro.

Não custa lembrar que a psoríase não é transmissível por toque, compartilhamento de objetos ou relação sexual. Não transmita preconceito. O dermatologista é o especialista no tratamento da doença. Para diagnosticá-la, o exame clínico, ou seja, a avaliação feita em consultório, é o principal recurso. Em alguns casos, o médico pode solicitar uma biópsia. O procedimento é feito com a retirada de um fragmento da pele na área afetada. A amostra é enviada para análise em microscópio.





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