Inscrições abertas para o Prêmio Internacional de Responsabilidade Social em Dermatologia – L´oreal




29 de janeiro de 2015 0

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O Prêmio Internacional de Responsabilidade Social em Dermatologia da L’oreal vai premiar com 15 mil dólares o dermatologista que apresentar iniciativas voluntárias que visem promover o bem-estar físico e psicológico de pacientes com problemas de pele. A empresa concederá um prêmio por continente e representantes de todo o mundo poderão inscrever seus projetos sociais até o dia 6 de março. O valor permitirá ao vencedor dar continuidade a seu trabalho de melhoria da qualidade de vida de seus pacientes.

O resultado será apresentado em sessão especial durante 23º Congresso Mundial de Dermatologia (WCD), em Vancouver, de 8 a 13 de junho.

Informações detalhadas no site: http://www.inspireskinconfidence.com/


13 de janeiro de 2015 0

Nesta segunda-feira, a entrevistada do programa Roda Viva, transmitido pela TV Cultura, foi a ex-presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) Denise Steiner.

Entre os temas abordados, a dermatologista falou sobre as reivindicações dos médicos, as carências que aflingem o sistema de saúde, de como prevenir doenças da pele, da dermatologia além da estética e dos riscos da realização de procedimentos feitos por não médicos.

“A Sociedade Brasileira de Dermatologia orienta e recomenda que seja feito aquilo que é indicado, que haja equilíbrio e bom senso na hora de realizar procedimentos estéticos. Uma outra questão importante é que deve ser citada para o paciente é que existem complicações inerentes ao produto. E essas complicações passam também por conhecimentos da área da saúde.”


11 de novembro de 2014 0

O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou nesta segunda-feira (10/11) uma nota para reforçar a recomendação de que procedimentos invasivos, incluindo os estéticos, somente devem ser feitos apenas por médicos capacitados. Na nota, o CFM também alerta que procedimentos estéticos devem ser realizados somente em locais com infraestrutura adequada e com equipamentos necessários para socorrer paciente, caso haja algum tipo de complicação como anafilaxias ou paradas cardiorrespiratórias.

Veja o texto na íntegra aqui: http://bit.ly/1zi90kn

7 de novembro de 2014 0

Graças à mobilização intensa feita pela SBD no início deste ano, após Ministério da Saúde (MS) abrir consulta pública do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da artrite psoriásica, regulamentando que portadores da doença deveriam procurar exclusivamente um reumatologista sempre que os imunobiológicos fossem indicados, o texto final sofreu alteração significante.

Recentemente, o Diário Oficial da União publicou o PCDT e retirou a exigência de que apenas reumatologistas podem fazer a prescrição dos imunobiológicos, preservando, dessa forma, o direito do dermatologista em realizar tais tratamentos, e prevenindo possíveis deformidades causadas pela artrite psoriásica.

“O documento diz que a prescrição deve ser feita preferencialmente em serviços multidisciplinares, mas não coloca isso como uma exigência. Portanto, podemos considerar uma vitória da nossa especialidade e dos nossos pacientes! Graças à participação intensa da SBD, associações de pacientes e sociedade civil como um todo, conseguimos reverter uma restrição inadequada, e o direito de nossa especialidade foi resguardado e valorizado”, ressaltam os doutores Claudia Maia e Paulo Oldani, responsáveis pela contribuição enviada pela SBD e pela mobilização dos dermatologistas e associação de pacientes.

Desde 2011, quando foi criada a Conitec – comissão que assessora o MS na avaliação, incorporação ou exclusão de tecnologias em saúde e tratamentos eficazes a um custo-benefício aceitável – houve poucos casos em que o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas foi alterado (nesse caso, excluído), após consulta pública.

Para acessar o link com a Portaria SAS/MS nº 1204, de 04 de novembro de 2014, que aprova o PCDT para Artrite Psoríaca, clique aqui.


30 de outubro de 2014 0

Uma mulher de 39 anos morreu no último fim de semana após fazer um procedimento de aplicação de hidrogel “Aqualift” nos glúteos. Vítima de embolia pulmonar, a paciente realizou o procedimento com uma suposta biomédica, numa clinica de estética em Goiânia.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) vem alertando as autoridades (Ministério Público) para o risco de aplicações de substâncias na pele por não médicos. Os procedimentos estéticos podem parecer simples e inócuos, mas isso não é verdade. Para aplicação de substâncias no corpo, é preciso conhecer a anatomia, fisiologia, imunologia e as interações das drogas utilizadas. Além disso, o mais importante é conhecer as prováveis complicações inerentes aos procedimentos e saber tratá-las de forma adequada. Isso pode salvar a vida dos pacientes. Portanto, esse triste caso nos faz refletir e serve de alerta, mais uma vez, para a importância da realização de procedimentos estéticos por um médico especialista, profissional que é apto para lidar, inclusive, com as possíveis complicações.

Nossa missão é prioritariamente proteger a população, evitando o exercício da medicina em condições inadequadas, assim como o uso de produtos sem reconhecimento científico. É estarrecedor ver a banalização desses tratamentos e administração livre desses produtos, ainda que saibamos dos seus perigos.

Estamos à frente de uma situação extremamente grave, em que diariamente a população é colocada em risco. Gostaríamos de alertar a todos de que o médico é o profissional da saúde capacitado ao longo de seis a dez anos para diagnosticar complicações clinicas, como a embolia pulmonar e tratá-las de forma adequada.

DENISE STEINER – PRESIDENTE
SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA (SBD)


15 de outubro de 2014 0

A Associação Médica Brasileira (AMB), aqui representada pelo seu Conselho de Defesa Profissional, consoante aos seus fundamentos e ideais democráticos e éticos, vem a público convocar a população brasileira em geral e a comunidade médica, em particular, a se manifestarem politicamente neste importante momento no Brasil: a eleição presidencial do dia 26 de outubro de 2014. Conscientes de nossas responsabilidades perante o desmando, abandono e sucateamento da saúde em nosso país, consternados pelo alto grau de desassistência e desumanidade a que nossos pacientes são submetidos diariamente nos mais variados serviços e rincões de nossa sociedade. Indignados com o desrespeito e a vulgarização do exercício da medicina por parte de gestores de saúde, nós entendemos que o momento atual não mais comporta omissões e fraquezas. Urge mudarmos todas estas mazelas e descasos, frutos de um ideário político-partidário que nunca teve, na sua essência, a legítima e real preocupação com a saúde no Brasil. Para tal, soberana e democraticamente, precisamos retirar do poder aqueles que não se preocuparam com os anseios e necessidades da população, em prol da saúde brasileira. Neste momento, convidamos todos os médicos, profissionais de saúde e o povo brasileiro, de forma coerente e consciente, que também concordam com este ideal, a votar em quem verdadeira e declaradamente poderá trazer de volta o respeito e a dignidade para a saúde pela qual tanto lutamos e necessitamos. Conclamamos todos a votar em Aécio Neves (45) para presidente do Brasil, a fim de que possamos trabalhar juntos, orgulhosos e confiantes, podendo proporcionar melhor saúde e assistência aos nossos pacientes. Esperançosamente caminhemos no dia 26 de outubro à vitória!  

ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA COMISSÃO DE DEFESA PROFISSIONAL  

Fonte: AMB


8 de outubro de 2014 0

Faleceu em São Paulo, na tarde desta terça-feira (7/10), a dermatologista Lu Hui Hsien, aos 47 anos. Formada na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e com residência em dermatologia no Hospital das Clínicas da FMUSP, a Dra. Lu tinha uma rotina diária de atendimento em sua clínica, no bairro de Moema, São Paulo. A cerimônia de despedida e o sepultamento vão ocorrer no dia 9 de outubro, às 14h, no Cemitério da Paz (Rua Doutor Luís Migriano, 644, no Morumbi). Aos familiares e amigos, nossos sentimentos neste momento de dor.


28 de novembro de 2011 0

Um estudo mostra que os gastos com saúde e higiene representam  8% do consumo dos brasileiros em 2011, o que equivale a a R$ 187 bilhões. O Projeto Farma/Cosméticos revela que 74% desses gastos (R$ 187,0 bilhões) da população são destinados à  Saúde. Metade dessa fatia (cerca de R$ 69,8 bilhões) é puxada por medicamentos e a outra metade (cerca de R$ 68,4 bilhões) recai sobre todas as demais despesas, tais como planos de saúde, consultas (médicas/dentárias), tratamentos ambulatoriais, hospitalização, exames, cirurgias etc. A demanda por produtos e serviços de cuidados pessoais, de higiene e cosméticos, responde por 26%, ou seja, R$ 48,8 bilhões, em 2011.

O estudo leva em conta a população urbana que ascende a 84% dos 192,4 milhões de brasileiros (51% mulheres e 49% homens), 81% alfabetizados, apontando uma taxa de crescimento de 0,85% ao ano, numa densidade demográfica da ordem de 22,63 habitantes por km².  Ao todo são 57,5 milhões de domicílios, sendo 49 milhões localizados em áreas urbanas. O consumo per capita brasileiro está estimado em R$ 14.337,68.  A informação é de Marcos Pazzini, responsável pelo Projeto Farma/Cosméticos e diretor da IPC Marketing Editora, adiantando que este novo estudo emprega metodologia própria da empresa e dados de fontes oficiais inclusive os de entidades de classe e/ou conselhos profissionais.

No âmbito nacional, observa-se que a distribuição da fatia dos gastos com saúde equivalentes a R$ 68,4 bilhões tem maior influência sobre planos de saúde (R$ 39,4 bilhões), consultas médicas (R$ 5,3 bilhões), consultas dentárias/tratamentos (R$ 6 bilhões), cirurgias (R$ 4,2 bilhões), exames (R$ 4,4 bilhões), tratamentos ambulatoriais (R$ 1,5 bilhão), hospitalizações (R$ 893,6 milhões), materiais para tratamentos (R$ 5,6 bilhões), e sucessivamente entre outros itens.

A correlação entre esses gastos por categoria econômica e o IPC (índice de Potencialidade de Consumo) indica que a classe B lidera esse universo, absorvendo praticamente a metade dos gastos, ao desembolsar valores da ordem de R$ 34,5 bilhões. A classe C registra dispêndios de R$ 14,4 bilhões, enquanto as classes de menor poder aquisitivo respondem por R$ 1,6 bilhão (classe D)  e R$ 49,2 milhões (classe E).  A classe A, no topo da pirâmide social e com menor fatia da população, participa com R$ 17,9 bilhões.

O estudo indica haver uma distância muito grande entre as regiões brasileiras, apontando para a concentração de consumo de produtos e serviços de higiene e saúde.  No Sudeste, essa concentração é 30% superior a média nacional, e no Sul ultrapassa em 9%.  Nas outras três regiões  a concentração é inferior à média nacional:  Norte apresenta 45% abaixo da média nacional, Nordeste está com 35% inferior, e a região Centro-Oeste indica 5% abaixo da m&eacut…


12 de novembro de 2011 0

Um estudo nacional realizado pelo Centro de Referência e Treinamento em DST/aids, unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, indicou alta prevalência de infecção por clamídia entre jovens brasileiras atendidas nos serviços públicos de saúde. Ao todo, 2.071 jovens entre 15 e 24 anos atendidas nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) participaram do estudo. A prevalência de clamídia entre as avaliadas foi de 9,8%, sendo que 4% delas também tiveram resultado positivo para gonorreia.

A clamídia é uma doença sexualmente transmissível causada pela bactéria Chlamydia trachomatis, que pode infectar homens e mulheres e ser transmitida da mãe ao bebê na passagem pelo canal do parto. A infecção atinge especialmente a uretra e órgãos genitais, mas também pode atingir a região anal, a faringe e ser responsável por doenças pulmonares. Além de causar infertilidade masculina e feminina, pode aumentar de três a seis vezes o risco da infecção pelo HIV.

Não há vacina contra a clamídia. A única forma de prevenir a transmissão da bactéria é através do sexo com preservativos. Uma vez instalada a infecção, o tratamento deve ser realizado com o uso de antibióticos específicos e deve incluir o tratamento do parceiro a fim de garantir a cura e evitar a reinfecção.

‘A mulher infectada pela Chlamyda trachomatis durante a gestação está mais sujeita a partos prematuros e a abortos. Nos casos de transmissão vertical, na hora do parto, o recém-nascido corre o risco de desenvolver um tipo de conjuntivite e pneumonia’, afirmou o médico coordenador do estudo, Valdir Monteiro Pinto. O profissional disse ainda que os sintomas incluem dor ou ardor ao urinar, aumento do número de micções, presença de secreção fluida para ambos os sexos. Mulheres podem apresentar, ainda, perda de sangue nos intervalos do período menstrual, dor às relações sexuais e no baixo ventre, além de doença inflamatória pélvica.





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