Bronzeamento artificial está ligado a casos de câncer



Bronzeamento artificial está ligado a casos de câncer

22 de junho de 2010

O presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dirceu Barbano, afirmou há pouco que há evidências claras entre a utilização das câmaras de bronzeamento artificial e o aumento dos casos de câncer de pele.

Barbano participa de audiência pública da Comissão de Seguridade Social e Família que começou há pouco e discute a proibição pela Anvisa do uso de equipamentos para bronzeamento artificial.

O dirigente citou o Rio Grande do Sul como o estado brasileiro com maior número dessas máquinas e também o que apresenta o maior percentual da doença entre a população. ‘Não dá para dissociar o bronzeamento artificial da incidência de melanomas’, ressaltou.

O presidente acrescentou que desde 2007, a partir de estudos técnicos, a agência já cogitava vetar o uso das câmaras artificiais – a proibição foi confirmada em todo o País no ano passado, por meio da Resolução 56/09 da Anvisa. ‘Não podemos permitir o uso de um equipamento que comprovadamente não traz qualquer benefício à saúde da população’, disse.

Também participam do debate:

– o integrante da Câmara Técnica de Cirurgia Plástica do Conselho Federal de Medicina Ognev Cosac;

– o presidente e o advogado do Sindicato dos Salões de Barbeiro, Cabeleireiro, Institutos de Beleza e Similares do Rio Grande do Sul, respectivamente, Marcelo Francisco Chiodo e Emilio Martin Stade;

– o representante da Associação Brasileira de Bronzeamento Miguel Carlos de Andrade Vietri; e

– a presidente do Sindicato Patronal dos Empregadores e Profissionais Liberais em Estética e Cosmetologia de São Paulo (Sindestética), Daniela Oliveira Lopes.

A audiência ocorre no plenário 7.





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