SBD reforça posição contrária ao uso estético do PMMA após nova morte associada ao produto



SBD reforça posição contrária ao uso estético do PMMA após nova morte associada ao produto

27 de maio de 2026
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A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) lamenta profundamente mais uma morte associada ao uso do polimetilmetacrilato (PMMA) em procedimentos estéticos e reafirma seu posicionamento contrário ao uso da substância para fins estéticos e cosmiátricos. 

A atual diretoria da SBD defende, inclusive, o endurecimento do controle sanitário e regulatório do produto junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), diante dos riscos graves e permanentes associados ao seu uso. 

Esse entendimento está em consonância com manifestações técnicas anteriormente divulgadas pela SBD, isoladamente e em conjunto com o Conselho Federal de Medicina (CFM), sempre pautadas na defesa da segurança do paciente, da boa prática médica e da medicina baseada em evidências. 

Embora existam propostas de restrição do uso do produto a determinadas especialidades médicas, a SBD ressalta que tal limitação não elimina os riscos intrínsecos relacionados ao PMMA, especialmente em procedimentos estéticos eletivos. 

O PMMA é um preenchedor permanente, não absorvível, associado a complicações imediatas e tardias, incluindo processos inflamatórios, infecções, granulomas, deformidades, sequelas permanentes e, em situações graves, complicações sistêmicas potencialmente fatais. 

A Sociedade Brasileira de Dermatologia reafirma seu compromisso com a proteção da saúde da população brasileira e seguirá atuando de forma técnica, ética e responsável em defesa da medicina segura. 





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