‘Psoríase: a verdade nua’ chega ao Rio de Janeiro



‘Psoríase: a verdade nua’ chega ao Rio de Janeiro

22 de agosto de 2010

Após passagem por São Paulo, exposição do renomado fotógrafo alemão Ralf Tooten chegou ao Rio de Janeiro no dia 09 de setembro (quinta-feira).

Conscientizar e compreender a psoríase, mostrando suas causas, seus tratamentos e, sobretudo, o impacto na vida dos portadores dessa doença. Esta é a proposta da exposição ‘Psoríase: A Verdade Nua’, que chegou ao Rio de Janeiro no dia 09 de setembro (quinta-feira). Captados pelas lentes do premiado fotógrafo Ralf Tooten, 10 homens e mulheres, sendo quatro brasileiros, pousaram, na Costa Rica, para mostrar a outras pessoas que, apesar da psoríase ou por causa dela, é possível conviver com a doença. A exibição de fotos, que percorrerá diversos países da América Latina, pode ser visitada no Metrô General Osório, entre 09 e 28 de setembro.

Promovida, no Brasil, pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e com apoio da Pfizer, a exposição ‘Psoríase: A Verdade Nua’ no Rio de Janeiro foi precedida por uma campanha ocorrida em 2009 na Europa, onde foram exibidas fotos de pessoas de 19 países em um evento realizado em Amsterdã. Após o continente europeu, a iniciativa seguiu para Buenos Aires, Argentina, e desembarcou em São Paulo para uma turnê entre 27 de julho e 30 de agosto.

A exposição fotográfica vem acompanhada por um documentário curto que mostra os bastidores da jornada que reuniu Ralf Tooten e os participantes dos quatro países da América Latina (Argentina, Brasil, México e Venezuela). O documentário aprofunda o contexto das fotos e explora ainda mais as histórias dos pacientes participantes. A exposição e o documentário podem ser vistos no site www.psoriaseaverdadenua.com.br.

A psoríase é uma doença crônica da pele, não contagiosa, caracterizada por manchas avermelhadas e descamativas, com períodos de melhora e piora. Frequentemente a doença é confundida com condições infecciosas ou contagiosas, o que gera discriminação e leva os pacientes a cobrirem as zonas afetadas. “É importante entender que a maioria das pessoas com psoríase se sente estigmatizada por causa das lesões na pele e sofrem de isolamento e depressão”, explica Dr. Omar Lupi, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Seu impacto na qualidade de vida dos pacientes, em sua maioria jovens, pode ser comparado, ou inclusive superar, o de outras doenças crônicas como a hipertensão, o câncer e as doenças coronárias.

De acordo com uma pesquisa realizada pela National Psoriais Foundation, dos Estados Unidos, 39% das pessoas que sofrem de psoríase moderada ou grave não recebem nenhum tratamento, enquanto 57% do total de pacientes com psoríase não se trata adequadamente. “Frequentemente, o paciente com psoríase faz uma verdadeira peregrinação por consultórios até encontrar um especialista que indique o tratamento correto, que irá melhorar tanto suas lesões como sua quali…





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