Nota de Repúdio da SBD-RS sobre I Curso de Estética da UFRGS destinado a não médicos




6 de agosto de 2018 0

A Sociedade Brasileira de Dermatologia Secção RS vem a público manifestar o descontentamento com a conduta levada a efeito pela Magª Reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul no âmbito da realização do assim denominado “I Curso de Estética da UFRGS”, destinado a não médicos.

Além de inusitado ao prestígio e a qualidade técnico-científico-acadêmica que historicamente identificam a Universidade em seus mais de 120 anos de existência, causa estranheza a ausência da sequer análise e manifestação quanto ao pedido formalizado pela SBD-RS para o imediato cancelamento do curso.

A SBD-RS entende que a realização do curso pode representar disseminação de conhecimento médico de forma inadequada, contribuindo com a preocupante e crescente atuação de não especialistas na área e com o aumento público e notório de complicações graves de procedimentos estéticos invasivos realizados por não médicos ou médicos não especialistas em Dermatologia ou Cirurgia Plástica.

A SBD-RS considera que a saúde é o bem maior do indivíduo e, portanto, não medirá esforços na proteção à população.

Diretoria SBD-RS 2017/2018
Presidente
Clarissa Prati


3 de agosto de 2018 0

Planejada pela Associação dos Amigos da Biblioteca em 1931 e inaugurada no Pavilhão São Miguel da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, em 1933, a Biblioteca da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) é considerada uma das mais ricas da América Latina na área da dermatologia, aproximando-se dos 30 mil itens, incluindo livros, teses, periódicos, acervo raro e especializado datado do século 18, além documentos relativos à especialidade e sua história. No mês de outubro, completará 85 anos de criação, e o acervo permanece em ampliação contínua.

“Vejo com muito carinho a biblioteca que muitos ilustres dermatologistas ajudaram a criar e destaco a competência de todos os coordenadores anteriores desse espaço histórico e tão importante para quem busca ampliar o saber dermatológico”, observou Luna Azulay, a atual e 35ª coordenadora da Biblioteca da SBD.

Em 21 de fevereiro de 1994, a SBD inaugurou a atual sede, na Avenida Rio Branco (RJ), ocasião em que também foi feita a mudança da Biblioteca. A pedido dos ex-presidentes da SBD, Profs. Rubem David Azulay e Sebastião Sampaio, o espaço foi equipado com novos móveis e providenciados normas técnicas, manuais e catálogos. Atualmente, a Biblioteca conta com a assinatura de duas bases importantes para auxiliar seus usuários nas pesquisas, a EBSCO e a Rima, além do catálogo online e dos recursos Bireme e SciELO.

Também disponibiliza uma série de serviços, incluindo a comutação bibliográfica, referente a documentos técnico-científicos que não estão disponíveis no acervo, mas que podem ser encontrados em outras bibliotecas e centros de documentação brasileiros e em serviços de informação internacionais (ver detalhes no quadro Serviços e Bases).

O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira das 9h30 às 18h, e o contato pode ser feito pelo telefone (21) 2253-6747 ou pelo e-mail biblioteca@sbd.org.br. “Convidamos a comunidade dermatológica a utilizar nossos espaços e acervo para localização das obras existentes nas prateleiras das bibliotecas e/ou disponíveis em meio eletrônico”, completa a coordenadora.

Matéria originalmente publicada na edição de maio-junho do JSBD.

 


2 de agosto de 2018 0

Uma agenda pública, composta por medidas prioritárias e exequíveis, que tem como objetivo maior assegurar os direitos dos pacientes e a qualidade do exercício da medicina e do atendimento em saúde no País. Esta é a intensão do Manifesto dos Médicos em Defesa da Saúde do Brasil, documento elaborado pelas entidades médicas nacionais durante o XIII Encontro Nacional de Entidades Médicas (XIII Enem) e que a partir desta quinta-feira (2) passará a ser encaminhado aos candidatos à Presidência da República devidamente registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). CONHEÇA AQUI A ÍNTEGRA DO MANIFESTO.

O objetivo dos signatários do manifesto – Conselho Federal de Medicina (CFM), Associação Médica Brasileira (AMB), Federação Médica Brasileira (FMB), Federação Nacional dos Médicos (Fenam) e Associação Nacional dos Médicos Residentes (ANMR) – é exigir respostas e soluções aos problemas que comprometem os rumos da saúde e da Medicina. O documento também será entregue pelos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) aos candidatos ao Governo dos Estados, ao Senado Federal, à Câmara dos Deputados e às Assembleias Legislativas Estaduais e Distrital.

“Nossa intenção é a melhor assistência à saúde da população, com a correção das distorções que temos diagnosticado e denunciado constantemente à sociedade”, destaca o presidente do CFM, Carlos Vital. O mais importante – ressalta o dirigente – “é estabelecermos canais de diálogo e trabalharmos junto aos tomadores de decisão para sensibilizá-los sobre a importância de mudar os rumos da saúde no Brasil com atenção aos princípios legais que regulam a assistência nas redes pública, suplementar e privada no País”.

Para o presidente da Fenam, Jorge Darze, “este momento pode representar a bússola do movimento médico, ao se constituir em uma importante plataforma de debate, especialmente para orientar o próximo presidente da República sobre as pautas dos médicos e da saúde”.

Problemas urgentes – Entre as questões consideradas mais urgentes e importantes pelas entidades médicas estão itens como a defesa do Sistema Único de Saúde (SUS); uma maior participação da União no investimento e no custeio da saúde no País; a qualificação da gestão para a melhoria da infraestrutura para atendimento a pacientes; e a criação de políticas de recursos humanos que valorizem profissionais brasileiros, estimulando sua migração e fixação em áreas de difícil provimento – como uma carreira de Estado, sob responsabilidade da União, para médicos que atuam na rede pública.

Outros pontos considerados fundamentais são o fortalecimento de mecanismos efetivos de fiscalização, controle e avaliação dos gastos públicos em saúde; o fim da abertura desenfreada de escolas médicas e da oferta de cursos e programas em condições precárias de funcionamento; e a exigência de uma atuação isenta da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) contra os abusos praticados por operadoras de planos de saúde.

A melhoria da formação médica é outro ponto de destaque no documento. As entidades médicas votaram e aprovaram no XIII Enem a criação do Exame Nacional Obrigatório de Proficiência em Medicina. De acordo com as lideranças, médicos sem a formação adequada representam riscos à segurança do paciente, além de sobrecarregar o sistema.

“A criação do exame de proficiência em Medicina é uma luta antiga da AMB. Inclusive em março, o assunto foi levado ao Conselho Deliberativo da entidade, quando ficou definido, por unanimidade, que a Associação atuaria em prol da aprovação de lei para instituir o exame nacional obrigatório de proficiência em Medicina. O Exame é urgente e necessário para protegermos os pacientes de serem atendidos por médicos sem formação de qualidade. As escolas médicas precisam ser avaliadas e os alunos também. E quem não estiver preparado não poderá exercer a medicina”, ressalta Lincoln Lopes, presidente da AMB.

Já o presidente da FMB, Waldir Cardoso, ressaltou que “as entidades médicas nacionais e as lideranças médicas presentes ao XIII Enem deram uma demonstração de organização e compromisso público. Para além da questão meramente corporativa, as propostas aprovadas refletem o compromisso dos médicos com a medicina e com a atenção à saúde de qualidade para todos”.

Contexto nacional – O Manifesto dos Médicos em Defesa da Saúde do Brasil retoma o cenário de crise que aflige a assistência em saúde, evidenciado em diferentes estudos, pesquisas e levantamentos divulgados pelo Conselho Federal de Medicina ao longo dos últimos anos. O mais recente deles foi apresentado em agosto, quando o CFM apresentou os resultados das quase cinco mil fiscalizações realizadas em postos de saúde da rede pública, no período de 2014 a 2017.

 O balanço, resultado do intenso trabalho do sistema nacional de fiscalização dos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs), indica a existência de inúmeras inconsistências que desrespeitam normas de funcionamento determinados pelos órgãos de fiscalização sanitária ou não contam com recursos para resolver problemas de infraestrutura e insumos, entre outros.

Em junho, a pesquisa encomendada pelo CFM ao Instituto Datafolha revelou ainda que 55% dos brasileiros classifica a saúde (pública ou privada) como péssima ou ruim. Além disso, 26% dos entrevistados pediram dos escolhidos nas Eleições Gerais de 2018 que combatam a corrupção na área da saúde; 18% pediram a redução do tempo de espera por consultas, exames, cirurgias; e 13% querem o aperfeiçoamento da fiscalização dos serviços na rede pública – entre outras demandas.

Outro problema significativo que compõe o atual contexto da saúde no Brasil é o fechamento de mais de 34,2 mil leitos de internação na rede pública de saúde nos últimos oito anos. Também se destacam as deficiências no controle, prevenção e tratamento do câncer, que já é a principal causa de morte em 516 dos 5.570 municípios brasileiros; e a má qualidade da gestão financeira na saúde pública, que deixou de contar com cerca de R$ 174 bilhões não aplicados pelo Ministério da Saúde entre os anos de 2003 e 2017, segundo dados apurados pela organização Contas Abertas, a pedido do CFM.

Confira os principais pontos do Manifesto dos Médicos aos candidatos às Eleições Gerais de 2018:


31 de julho de 2018 0

Com o objetivo de avaliar os principais diagnósticos e tratamentos prescritos em consultas dermatológicas no Brasil, tanto no setor público quanto no privado, a SBD realizou de 21 a 27 de maio a pesquisa Perfil das Consultas Dermatológicas – 2018. As análises por composição etária e racial, por sexo e tipo de atendimento, e região do país foram comparadas com dados do primeiro estudo realizado pela Sociedade, em 2005. Coletados por meio de formulário online, os dados clínicos e demográficos fornecidos pelos associados contribuirão para a implementação de políticas públicas de saúde no Brasil, além de definição de ações institucionais estratégicas, de educação/formação e defesa profissional.

Participaram 885 dermatologistas de 25 estados e foram registradas 13.293 doenças. Nas 9.629 consultas dermatológicas, a maioria dos pacientes (65,1%) foi do sexo feminino, e a idade média de 42,4 anos. Quanto ao tipo de atendimento, 48,7% dos pacientes foram atendidos por convênio e seguros saúde; 26,3% pelo Sistema Único de Saúde (SUS); e 25% em clínicas e consultórios privados.

Os diagnósticos foram organizados em 83 grupos, sendo a acne, com 771 (8%) referências, o principal motivo de consulta, seguida por fotoenvelhecimento, 746 (7,7%); carcinoma basocelular, 516 (5,4%); queratose actínica, 451 (4,7%); psoríase, 421 (4,4%); e melasma, 357 (3,7%).

“Os resultados reforçam o fato de que a acne, o envelhecimento e o câncer da pele são problemas de saúde pública e que necessitam de ações voltadas para educação em saúde visando à prevenção, sobretudo das neoplasias de pele”, argumentou o 1º secretário da SBD, Hélio Miot, coordenador da pesquisa juntamente com os médicos dermatologistas Andrea Machado Ramos e Gerson Penna.

Quanto a tratamentos e condutas, os mais comuns foram medicação tópica, com 4.922 (51,1%) citações; filtro solar, 4.232 (44%); hidratantes, 3.003, (31,2%); medicamentos orais, 2.382 (24,7%); cosméticos, 1.863 (19,3%); e procedimentos cirúrgicos terapêuticos, 1.852 (19,2%).

“A análise dos dados da pesquisa nos leva a considerar que as preocupações do público feminino com os aspectos relacionados à saúde da pele são superiores às do público masculino e estão associadas com o cuidado com a exposição solar, prevenção de doenças e melhora da aparência”, realça.

A conclusão do trabalho será publicada na forma de suplemento nos Anais Brasileiros de Dermatologia (ABD). O trabalho contou com a consultoria da Profa. Maria Lúcia Penna, do Instituto de Medicina Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).

Matéria originalmente publicada na edição de maio-junho do JSBD.

 

 


25 de julho de 2018 0

A edição maio-junho do JSBD detalha a Campanha de Mídia da SBD pela valorização profissional: "Sua pele sua vida". No texto, o associado saberá quais ações estão sendo trabalhadas ao longo do ano pela Diretoria.

A pesquisa Perfil das Consultas Dermatológicas no Brasil revelou a necessidade da implementação de ações voltadas para a educação, visando, por exemplo, a melhor atenção à acne e à redução dos casos de câncer da pele. A matéria destaca que 8% dos pacientes procuram um médico para cuidar de acne; 7,7% para tratar de fotoenvelhecimento; e 5,4% citaram o carcinoma basocelular como principal motivo para a consulta.

Nesta edição, o jornal também destaca a eleição das Regionais e Delegados 2019/2020 a ocorrer entre julho e agosto e a importância dos associados participarem do processo eleitoral que definirá os nomes dos futuros dirigentes, responsáveis pela missão institucional das Regionais da SBD.

Aborda também as campanhas promovidas no mês de junho pela Sociedade: a Campanha de Esclarecimento de Albinismo, com amplas divulgações nas redes sociais; e a Campanha de Conscientização do Vitiligo, com lançamento de filme publicitário com a modelo profissional Eliane Medeiros, que tem a doença, leva uma vida normal e deu seu depoimento de superação.

Outros temas abordados são: dicas de locais interessantes para visitar em Curitiba estão na matéria sobre o Congresso Brasileiro de 2018; os 85 anos da Biblioteca da SBD; o lançamento do Guia de Boas Práticas nas Redes Sociais; a entrevista com a dermatologista Marcia Ramos-e-Silva, presidente do Comissão de Candidatura do WCD 2023 Rio; o Seminário Envelhecimento além das Rugas realizado pela SBD em parceria com O Globo a ocorrer em agosto, no Rio, entre outros assuntos.

Acesse o jornal clicando na imagem da capa da publicação. O periódico está disponível para leitura na área restrita do site.


25 de julho de 2018 0

Os participantes do 73º Congresso Brasileiro de Dermatologia contam com uma importante ferramenta de conectividade: o aplicativo SBD Eventos, que pode ser baixado gratuitamente a partir das plataformas Play Store (Android) ou na Apple Store (Iphone). O download é rápido e o app utiliza pouca memória dos smartphones e tablets, além de ser de fácil utilização.

Para ter acesso ao conteúdo completo do app é necessário fazer o login.

Aproveite o aplicativo e agregue uma experiência a mais durante o Congresso Brasileiro de Dermatologia 2018!

 


18 de julho de 2018 0

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) vem a público para chamar a atenção da população sobre a importância de saber reconhecer quem é especialista nas atividades profissionais para as quais anunciam habilitação. A forma mais eficaz de saber se o médico é especialista na área que lhe atribui e  atua dentro dos conceitos éticos difundidos pelas sociedades científicas e Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) é o RQE: Registro de Qualificação de Especialista, documento que todo médico deve ter ao se anunciar especialista em alguma área.

O número é obtido no momento em que o médico registra o certificado de conclusão de residência médica credenciada pela CNRM ou o Título de Especialista no CRM do estado em que trabalha.

Para ficar mais claro: o CRM é o número que o médico recebe para exercer a medicina e o RQE é a identificação que o especialista tem para que sua especialidade médica seja reconhecida. Ou seja, um médico que se anuncia dermatologista deverá provar que possui esse número de registro, o qual é concedido aos especialistas que comprovadamente concluíram residência médica em dermatologia ou foram aprovados no Exame de Título de Especialista em Dermatologia (TED) promovido pela SBD/AMB, capaz de mensurar sua qualificação para o atendimento.

Para saber se o médico possui registro de especialista, basta fazer uma simples consulta no site do CFM (www.cfm.org.br) e clicar no campo "Cidadão" e depois “Busca por médico”.

No caso do médico dermatologista, a consulta também pode ser feita pelo nosso site oficial: www.sbd.org.br.

Não fique exposto a profissionais não habilitados que possam colocar sua vida em risco.

 

 


18 de julho de 2018 0

Entre as regras do CFM está a obrigatoriedade de que médicos que detêm especialidades informem seus respectivos números de RQE sempre que expedirem documentos ou se anunciarem na condição de especialistas

No carimbo de identificação médica, além do número do Conselho Regional de Medicina (CRM) consta o RQE. Você sabe o que essa sigla significa?

RQE é o Registro de Qualificação de Especialista que todo médico deve ter ao se anunciar especialista em alguma área. O documento é emitido pelo CRM do estado em que o médico atua.

Para registrá-lo, basta levar o Certificado de conclusão da Residência Médica ou o Título de Especialista emitido pela AMB com a Sociedade de Especialidade.

Sempre válido ressaltar a importância da formação do médico que está prestando os cuidados à sua saúde do paciente, bem como alertá-lo para prevenir profissionais de saúde não habilitados.

 

 


16 de julho de 2018 0

A Diretoria da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) agradece a participação do associado no preenchimento do Censo Dermatoscópico e comunica que o sistema ficará aberto até as 23h59 do dia 18 de junho.

Aproveite para enviar seus dados.

O objetivo da pesquisa é traçar um panorama preciso do uso da técnica e embasar futuras ações do Departamento de Imagem.

Para responder ao Censo Dermatoscópico, clique neste link.


9 de julho de 2018 0

Prezados associados,

Na Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo, que ocorrerá no dia 5 de setembro de 2018, no Hotel Sheraton, Salas Paraná A, B e C, localizadas na Av. Sete de Setembro, 4211 | Curitiba – PR –  CEP: 80250-210, será escolhida a cidade-sede do Congresso da SBD do ano de 2022.

As cidades candidatas para sediar o Congresso de 2022 são Florianópolis (Regional Santa Catarina), Goiás (Regional Goiás) e São Paulo (Regional São Paulo). 

Os associados que preencherem os requisitos dispostos abaixo poderão inscrever sua candidatura para o cargo de Presidente do Congresso de 2022 na secretaria da Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo, das 08h30min às 11h30min. O endereço da reunião para inscrição da candidatura que deve ser acompanhada de carta assinada pelo próprio candidato consta do primeiro parágrafo desse comunicado. São requisitos para o cargo de presidente do Congresso da Sociedade Brasileira de Dermatologia:

– ser associado honorário ou titular com mais de 10 (dez) anos nessa categoria;

– estar quite com suas obrigações sociais;

– ter desempenhado cargos diretivos em Regional ou na SBD;

– ser filiado à Regional sede do Congresso;

– residir no Estado que sediará o Congresso.

Informamos, ainda, que serão concedidos 10 minutos durante a reunião do Conselho para que as cidades candidatas, representadas por suas Regionais, defendam a candidatura. É essencial que nessa apresentação a Regional comprove que a cidade candidata possui condições de infraestrutura para sediar o Congresso da Sociedade Brasileira de Dermatologia. 

Após a escolha da cidade-sede, serão concedidos cinco minutos para que cada candidato a presidente do Congresso de 2022 residente no estado da cidade eleita defenda a sua candidatura. Em seguida, na mesma será eleito ao cargo presidente do Congresso de 2022.

Atenciosamente,

Diretoria da SBD
Gestão 2017/2018 

 





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