Dermatologista fala de micoses de unha e de pele




27 de dezembro de 2018 0

A médica dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) Sylvia Ypiranga responde às principais dúvidas do público sobre micoses de unha e de pele. Várias dúvidas foram sobre o chamado “pano branco".

A entrevista foi concedida para o portal do Dr. Drauzio Varella.

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17 de dezembro de 2018 0

Neste domingo (16/12), o dermatologista Bernardo Gontijo participou do Fantástico, da TV Globo, para falar sobre piebaldismo, condição que compromete a produção da melanina em partes do corpo, geralmente pernas, braços e couro cabeludo. Maya nasceu com mechinha branca no cabelo e o sucesso no hospital ganhou a internet. O primeiro da família a ter piebaldismo foi o avô materno da Talita.

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14 de novembro de 2018 0

R$ 3,48 ao dia: esse é valor per capita que o governo utiliza – em seus três níveis de gestão (federal, estadual e municipal) – para cobrir as despesas com saúde dos mais de 207 milhões de brasileiros. Esse é o resultado de uma análise detalhada das informações mais recentes disponíveis, relativas às contas públicas do segmento em 2017. Segundo o cálculo inédito feito pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), a partir de dados oficiais, naquele ano, o gasto por habitante com saúde em todo o País foi de R$ 1.271,65.
    
Este valor absoluto – apesar de apresentar um aumento médio de 3% ao ano entre 2008 e 2017 – está defasado frente ao principal indicador que mede a inflação oficial do País, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). No período analisado, este indicador teve uma variação positiva de 80%. Por outro lado, a correção da despesa per capita em ações e serviços públicos de saúde foi de 26%, o que dá uma defasagem média, segundo a análise do CFM, de quase 42%.

As informações levantadas pelo CFM consideraram as despesas em Ações e Serviços Públicos de Saúde (ASPS) declaradas no Sistema de Informações sobre os Orçamentos Públicos em Saúde (Siops), do Ministério da Saúde. Pela lei, cada ente federativo deve investir percentuais mínimos dos recursos arrecadados com impostos e transferências constitucionais e legais. No caso dos Estados e do Distrito Federal, este índice deve ser de pelo menos 12% do total de seus orçamentos. No caso dos municípios, o valor de base corresponde a 15%. Para a União, a regra prevê aplicação mínima, pelos próximos 20 anos, de 15% da receita corrente líquida, mais a correção da inflação.

Segundo o apurado pelo CFM, em 2017, as despesas nos três níveis de gestão atingiram a cifra de R$ 262,8 bilhões. O montante agrega a cobertura das ações e serviços de aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde (SUS), como o custeio da rede de atendimento e pagamento de funcionários, dentre outras. Na avaliação do presidente da autarquia, Carlos Vital, os indicadores de saúde e as más condições de trabalho no setor revelam que os valores gastos ainda estão abaixo do ideal.

Na avaliação dele, embora o número absoluto tenha aumentado ao longo dos últimos dez anos, período avaliado pela autarquia, o valor continua abaixo de parâmetros internacionais e tem sido insuficiente para responder às demandas crescentes da população, impulsionadas por mudanças nos perfis socioeconômico e epidemiológico.

“Por exemplo, aspectos como a maior incidência de doenças crônicas, o envelhecimento da população e o impacto crescente das causas externas (acidentes, violência, etc.) têm gerado maior procura por produtos e serviços de média e alta complexidade. Por outro lado, o aumento da população de desempregados, que fez com que quase três milhões de brasileiros abandonassem os planos de saúde nos últimos anos, repercutiu na procura por atendimento em cuidados básicos e ambulatoriais”, afirmou o presidente do CFM.

Vital reitera posicionamento da autarquia segundo o qual o combate à recessão, cumprimento das metas fiscais, reequilíbrio das contas públicas e retomada do crescimento econômico não podem ser justificativas para medidas de restrição orçamentárias à saúde pública, o que compromete a assistência da população por conta de impactos negativos nas condições de atendimento em termos de infraestrutura e recursos humanos.

Além do subfinanciamento, outro ponto destacado por ele é a má gestão dos recursos orçamentários disponíveis. Entre 2003 e 2017, o Ministério da Saúde deixou de aplicar quase R$ 174 bilhões do que havia previsto. “Os caminhos da reconstrução do Brasil e de seu desenvolvimento sustentável não podem ter, como preço a ser pago, mais sequelas e mortes evitáveis de milhares de cidadãos. É imperativo ético e moral, na pior das hipóteses, o adequado proveito do orçamento liberado para a área da saúde pela União”, ressaltou o presidente.

Outro lado – Em resposta ao levantamento feito pelo Conselho Federal de Medicina, o Ministério da Saúde divulgou nota à imprensa, por meio da qual questiona a metodologia utilizada. O CFM reitera que as informações são de caráter público e foram homologadas pelos Estados e municípios por meio do Sistema de Informações sobre os Orçamentos Públicos em Saúde (Siops) e, no caso da União, no Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (SIOP). Esclarece também que, para a simulação da defasagem frente à inflação, foram utilizados parâmetros reconhecidos no campo da economia, os quais foram validados por especialistas da área.

Surpreende, ainda, a informação prestada pela pasta à imprensa, de que “em dez anos, os valores executados do orçamento cresceram 133%”. Como se sabe, R$ 100 em dezembro de 2008 não é equivalente a R$ 100 em dezembro de 2017. Para que os efeitos da inflação não distorçam as análises que comparam os dados em diferentes anos, é importante que se considere o efeito da mudança de valor da moeda. Por este motivo, a avaliação do CFM, diferente da ministerial, considerou dados reais, isto é, valores trazidos a preços presentes (deflacionados).

Fonte: CFM

 


1 de setembro de 2018 0


Luis Fernando Correia, Márcia Gerbara, Ana Lúcia Azevedo, Antonio Tadeu e José Antonio Sanches na mesa "Estamos Envelhecendo"Fabio Cordeiro

Eles estão na categoria “prioridade da prioridade”. Ganharam preferência na fila preferencial. Agora, os octogenários querem ganhar seu lugar ao sol. Trocaram as cadeiras de balanço pelas dos cinemas e teatros. As bengalas pelos smartphones. E o pó de arroz deu lugar ao protetor solar. De acordo com o IBGE, no estado do Rio há 305 mil pessoas com 80 anos ou mais. Em São Paulo, 668 mil. E em todo o país, chegam a 3 milhões. Trata-se de uma faixa etária da população que cresce em velocidade impressionante, trazendo desafios aos setores de saúde, habitação, transporte e previdenciário. Enquanto as políticas públicas engatinham, a ciência avança a passos largos na compreensão das causas do envelhecimento. A medicina evoluiu, nos deu anos de vida, mas a sociedade está preparada para a longevidade? O assunto foi tema do seminário “Envelhecendo Além das Rugas”, que aconteceu no auditório do GLOBO, no Rio, no último dia 21.

O evento, realizado em parceria com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), reuniu especialistas num debate sobre a beleza do envelhecimento saudável e o desafio da construção de políticas públicas que proporcionem à população mais anos de vida com qualidade.

“A vida era uma corrida de cem metros. Agora, é uma maratona”, resumiu o médico Alexandre Kalache, que dirigiu o programa de envelhecimento da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 1995 a 2008 e hoje é presidente do Centro Internacional de Longevidade Brasil e da Aliança Global de International Longevity Centre. A tal maratona está prestes a transformar o Brasil, um país obcecado pela juventude e pela beleza, numa nação de idosos.

“O envelhecimento populacional é irreversível. Em 2060, teremos 58 milhões de idosos. E isso impacta na saúde, na previdência social, mas pouco se fala dos cuidados com essas pessoas. Não apenas quanto à vida saudável, mas também da interação social”, diz Antonio Tadeu, pesquisador do IBGE.


Rosamaria Murtinho só começou a cuidar da pele aos 60 anos – Fabio Cordeiro

Kalache dividiu com a plateia o seu mantra: Quanto mais cedo, melhor, mas nunca é tarde demais. “Não se cuidou aos 20? Começa aos 30. Não se cuidou aos 30, começa aos 50. Não foi aos 50, começa aos 80. Porque sempre haverá ganhos, mas quanto mais cedo começar, melhor. Isso vale para nós individualmente e também para o governo e o Congresso. Se não começaram a se preparar para o envelhecimento da população, que comecem agora”, defende ele.

É o que Márcia Gebara, coordenadora da Secretaria Nacional da Pessoa Idosa, ligada ao Ministério dos Direitos Humanos, garante estar acontecendo em Brasília. “Estamos começando a trabalhar muito fortemente no Ministério dos Direitos Humanos numa política de cuidados”, afirmou ela.

Para o presidente da SBD, José Antônio Sanches, o envelhecimento da população traz um universo novo também para a medicina. “A dermatologia evoluiu muito no sentido de minimizar os efeitos do envelhecimento através da cosmiatria. Hoje, com procedimentos muito menos invasivos, conseguimos manter um aspecto jovial. Mas a pele é um órgão que nos defende das agressões do meio ambiente. Por isso, temos que cuidar dela muito além das rugas”, destaca. Sanches frisa que, cada vez mais, idosos estarão chegando aos consultórios, com demandas específicas. “A questão fundamental é envelhecer com o máximo de graça e saúde possível. A gente vai ficando um repositório de saber, de conhecimento, de história”.

E histórias para contar não faltam à atriz Rosamaria Murtinho. Aos 82 anos, ela contagia a todos com seu alto astral e elevada autoestima. “Comecei a me cuidar aos 60 anos. Eu fazia teatro e chegava em casa tarde da noite e só lavava o rosto no outro dia de manhã. Uma loucura. Ter uma boa autoestima é importante. Há coisas que ainda posso fazer, outras que não. Mas isso não deve ser um problema”, diz ela, que está em cartaz no teatro com a peça Isaura Garcia.

O médico Renato Veras, diretor da Universidade Aberta da Terceira Idade (Unati), da Uerj, concorda que a autoestima é um ponto fundamental na cartilha da longevidade, que inclui ainda dieta saudável e colorida, atividades físicas, evitar o álcool, não fumar e aprender a lidar com o estresse. “Mas você não precisa seguir a cartilha de estilo de vida para ser perfeito. A questão é saber como usufruir das coisas boas da vida, sem prejudicar a saúde”, explica.

Já o dermatologista Luiz Gameiro, da SBD, acrescenta à cartilha a proteção contra o sol desde a infância para se chegar à terceira idade com a pele bonita: “A pele começa a envelhecer quando nascemos, e o sol é o principal agente externo que interfere nesse processo. Manchas, rugas, sinais de aspereza são muito mais relacionados ao envelhecimento extrínseco, ou seja, causado por cigarro, radiação ultravioleta e poluição atmosférica”, ensina.

Os excessos praticados pela indústria da beleza também foram abordados no seminário. “Devemos orientar o paciente a evitar exageros e a busca desenfreada pela juventude. Podemos trabalhar de forma correta na recuperação da autoestima. Para isso, podemos lançar mão de cosmecêuticos, medicamentos e um grande arsenal, que vai da toxina botulínica aos preenchedores, dos peelings aos lasers e outras tecnologias”, destacou o vice-presidente da SBD, Sérgio Palma.


Carlinhos de Jesus comanda a Macarena ao final do evento – Fabio Cordeiro

O médico Luis Fernando Correia, comentarista de saúde da rádio CBN e da TV Globo, ressalta que equilíbrio é a palavra-chave para o envelhecimento saudável. A exceção fica com o item alegria. Aos 65 anos, esbanjando energia, o dançarino Carlinhos de Jesus fala que não há idade para começar a requebrar as cadeiras. “Se não posso mais dançar rock fazendo cabide, jogando a parceira para cima, posso balançar os quadris ou o ombro. Dançar queima calorias, libera endorfina e serotonina, melhora a hidratação da pele, a respiração, a circulação e o equilíbrio e previne doenças articulares”, destaca.

Como diz o mantra de Kalache, nunca é tarde para começar. Mãos à obra! Ou melhor, mãos nas cadeiras! Ao final do encontro, Carlinhos de Jesus fez a plateia dançar a Macarena.

Por: Sociedade Brasileira de Dermatologia – Publicado na Revista Época.


23 de agosto de 2018 0

O uso da toxina botulínica, em dermatologia, visa à atenuação de rugas dinâmicas da face e do pescoço, e ao tratamento do excesso de transpiração (hiperidrose). A toxina botulínica, obtida pela cultura de bactérias Clostridium botulinum, é um tratamento farmacológico local para músculos hiperativos que age bloqueando temporariamente a liberação do neurotransmissor acetilcolina nas junções neuromusculares, o que desencadeia um processo de inatividade muscular por denervação química, permitindo o relaxamento provisório dos músculos atingidos.

Existem, no mercado brasileiro, diferentes preparações de toxina botulínica tipo A. O médico tem que estar devidamente treinado para fazer a diluição do frasco do medicamento e aplicá- lo na dose correta em cada ponto de injeção. A indicação do tratamento se baseia em diagnóstico médico, e sua aplicação com agulhas transfixa a barreira da pele.

Em geral, os efeitos adversos mais comuns são secundários à injeção de toxina botulínica, como equimose, eritema, dor e edema. As maiores complicações ocorrem quando a toxina atinge músculos adjacentes que não são alvos do tratamento, por difusão ou migração, por causa da aplicação em locais inadequados, erro de técnica, como queda da pálpebra superior e/ou das sobrancelhas, visão dupla, assimetria do sorriso e boca seca. Outras ocorrências referidas são edema e aparência de inchaço nas pálpebras inferiores. A queda da pálpebra superior é secundária à difusão da toxina para o músculo elevador da pálpebra, que pode ocorrer após tratamento da glabela (rugas entre as sobrancelhas). A assimetria do sorriso pode ocorrer após o tratamento do sorriso gengival e das rugas labiais.

Assim, a aplicação da toxina botulínica, apesar de ser hoje uma técnica muito divulgada, é um tratamento médico que deve ser feito de forma criteriosa, tanto na seleção do paciente, como na aplicação correta, para se atingir bons resultados e evitar complicações graves. O médico deve ter conhecimento abrangente da anatomia facial, incluindo não somente os músculos a serem tratados, mas também a inervação e a circulação. Precisa, ainda, ser capaz de identificar possíveis patologias subclínicas que possam ser contraindicações formais ao tratamento.

A SBD esclarece e alerta a população sobre os perigos da realização de procedimentos invasivos por não médicos, sejam esses procedimentos diagnósticos, terapêuticos ou estéticos.

A Lei do Ato Médico (Lei Federal nº 12.842/2013) define os atos privativos de médico no seu art. 4º, entre eles a indicação da execução e execução de procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos. Dessa forma, biomédicos, farmacêuticos, enfermeiros, fisioterapeutas e odontologistas não possuem em suas leis regulamentadoras autorização para a realização de procedimentos invasivos estéticos como aplicação de toxina botulínica, ácido hialurônico, microagulhamento, peelings (médios e profundos) e laser, por exemplo.

Nesse sentido e acreditando no estado democrático de direito em vigor no Brasil, onde às profissões regulamentadas somente é permitido a realização de atos prévia e expressamente previstos em lei, a SBD reitera que somente o médico possui essa autorização legislativa.

Ademais, é essencial destacar que o médico dermatologista estuda 6 anos na faculdade de medicina e mais três anos de formação na residência médica para ser especialista em dermatologia. Além da aprovação no Exame de Título de Especialista da Associação Médica Brasileira (AMB) com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Finalmente, é essencial alertar a população de que a realização desses procedimentos invasivos por não médicos caracteriza exercício ilegal da Medicina e pode acarretar danos às pessoas como os amplamente noticiados recentemente pelos meios de comunicação.

Ressaltamos que não se trata aqui de uma briga entre profissões ou uma reserva de mercado, mas sim uma luta em defesa da saúde da população e de se tentar respeitar no Brasil a lei que regulamenta as profissões e a Constituição Federal. A SBD respeita todos os profissionais da área da saúde e conclama todos a seguirem e obedecerem as definições estabelecidas em suas leis regulamentadoras.

As constantes vitórias do movimento médico junto ao Poder Judiciário, anulando atos administrativos de outras profissões, dão prova de que as autoridades começam a agir de forma específica sobre o tema.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia é a única instituição reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Associação Médica Brasileira (AMB), como representante dos dermatologistas no Brasil.

Para mais informações acesse nosso site: www.sbd.org.br.


18 de agosto de 2018 0

Além das clínicas médicas e dos hospitais, a toxina botulínica poderá ser aplicada em farmácias na Grã-Bretanha a partir da semana que vem. A reportagem foi divulgada pelo Jornal Nacional desta sexta-feira (17/8). Médicos fizeram um alerta para os riscos impostos ao paciente com essa medida.

“O procedimento tem risco maior de complicações e efeitos indesejados se não forem feitos por médicos”, disse o dermatologista do Reino Unido, Ariel Haus, reforçando que médicos têm muito mais ferramentas para atuar em caso de emergência.

No Brasil, uma liminar do Tribunal Regional da 1a Região (TRF 1) determinou que procedimentos dermatológicos como a aplicação da toxina botulínica só podem ser realizados por médicos. A decisão foi dada em ação ajuizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

O resultado se insere dentro de uma iniciativa conjunta de várias entidades médicas na defesa do ato médico (Lei nº 12.842/2013) e contra a invasão da área de atuação da Medicina.


14 de agosto de 2018 0


Clique na imagem para assistir a entrevista completa.

Para falar sobre os impactos do envelhecimento e orientar as pessoas sobre saúde da pele, a SBD e O Globo convidaram seus seguidores no Facebook para enviar perguntas para o dermatologista e assessor do Departamento de Dermatologia Geriátrica da SBD, Luiz Gameiro, que esteve ao vivo no Facebook Live do jornal nesta quarta-feira (14/08), a partir das 15h.

Em sua participação, Luiz Gameiro ressaltou a atenção nos cuidados com a pele desde a infância para um envelhecimento com qualidade de vida, além das doenças mais comuns nos idosos. "O envelhecimento é uma realidade mundial. E nesse processo a fotoproteção é muito importante”, realçou.

De acordo com a estudo sobre perfil das consultas dermatológicas no Brasil realizado este ano pela SBD, a queratose actínica (queratose solar ou queratose senil) é uma das doenças que mais motivam a ida ao médico. O carcinoma basocelular também foi citado na pesquisa. Essas são doenças de pele mais comuns em pessoas na faixa dos 65 anos de idade.

O médico dermatologista enumerou quatro cuidados para prevenir o envelhecimento: boa higienização da pele com produto adequado; uso diário de filtro solar, de cremes hidratantes no rosto (especialmente a vitamina C e ácido hialurônico) e de ácido retinoico (vitamina A). Também falou sobre o vitiligo, a dermatite de contato e também sobre as micoses, infecções causadas por fungos e que atingem a pele principalmente do idoso.

Todos os assuntos abordados na entrevista serão debatidos no seminário “Envelhecimento Além das Rugas” promovido pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) numa parceria com O Globo. O encontro ocorrerá no dia 21 de agosto, na sede do jornal, e terá inscrições gratuitas, porém limitadas no site: www.alemdasrugas.com.br. Saiba mais e inscreva-se.

 

 





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