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Dicas e Cuidados

Escolha suas armas para combater ou disfarçar olheiras

27/10/2010 12:00 Atire os primeiros óculos escuros aquele que nunca amanheceu com olheiras. E que nunca buscou alguma receitinha milagrosa para acabar com o estrago da noite maldormida, da balada ou do excesso de trabalho. ‘Quem não mudar hábitos vai ter que chamar as olheiras de meu bem e conviver com elas’, avisa o cirurgião plástico Nelson Letízio. Mas nem só de maus hábitos são feitos os círculos escuros debaixo dos olhos. ‘As olheiras têm um componente constitucional. Se a pessoa tem predisposição, terá o problema por mais que durma bem’, diz Flávia Addor, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia - Regional São Paulo. As causas têm relação com a circulação sanguínea e a pigmentação. A vasodilatação local faz o sangue extravasar e depositar na região pigmentos que dão a cor azulada e ferro, que escurece a pele quando oxida. Além disso, algumas pessoas têm tendência à hiperpigmentação: produzem excesso de melanina, que se acumula em áreas da pele, formando manchas escuras. TRATAMENTOS Para essas olheiras crônicas, a saída são tratamentos com dermatologista. ‘Há soluções à base de hidroquinona ou alguns ácidos que tiram a pigmentação da pele’, diz o oftalmologista Renato Neves, do Eye Care Hospital de Olhos, de São Paulo. O clareamento dura algum tempo, mas, como os vasos sanguíneos continuam lá fazendo seu serviço, as olheiras acabam voltando. Uma solução de mais longo prazo é o uso de laser para secar os vasos sob as pálpebras. Segundo Letízio, são feitas, em média, de três a seis sessões, com intervalos de um mês entre cada uma. O paciente usa um protetor de olhos em forma de meia concha e, se quiser, uma pomada anestésica. A região pode ficar um pouco avermelhada e inchada, mas esses efeitos desaparecem em cerca de dois dias, de acordo com Letízio. No caso de hiperpigmentação, é aplicada a luz pulsada, mais suave do que o laser usado para os vasinhos. O número de sessões vai depender do tom da pele. Para a manutenção, não tem jeito: dormir bem e usar protetor solar são garantias para quem não quer acordar com cara de urso panda. Quando a olheira não é crônica, soluções de emergência podem minimizar o estrago de noites em claro.<...
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