Com proposta inovadora, a SBD lança em março o III Curso de Telemedicina e Responsabilidade Digital. O objetivo é apresentar e debater diferentes conceitos relacionados à telemedicina e sua relação com o atual momento dos atendimentos médicos no Brasil, bem como aspectos sobre as regulamentações para teleassistência, teleconsulta, telepropedêutica, entre outros assuntos. Sob a coordenação do Prof. Chao Lung Wen, da Universidade de São Paulo (USP), a atividade é gratuita e voltada exclusivamente para o associado
No total, o conteúdo programático abrange 14 temas, como ética nas redes sociais; segurança digital e HIPAA; critérios para escolha de plataformas tecnológicas; normas e compliance institucionais em telemedicina e como elaborar TCLE e TCI, que serão ministrados em quatro webinares por meio de plataforma exclusiva nos dias 24/03 (abertura); 31/03 (contextualização); 07/04 (contextualização e media training em saúde) e 14/04 (encerramento). Os cursos ocorrerão das 19h30 às 20h30, totalizando 15 horas de conteúdo científico. O restante da carga programática, correspondente a 11 horas, poderá ser assistida de forma assíncrona de acordo com a disponibilidade do aluno.
Utilizando metodologia ativa de ensino, o espaço permitirá a resolução de dúvidas dos participantes por meio de votadores. A intenção da SBD é que a iniciativa leve conhecimento sobre a temática para todos os interessados, sabendo que parte do acesso às aulas poderá ser feita a qualquer hora do dia.
Temas das aulas:
1. Histórico e fundamentos da telemedicina
2. Ética – fotografia digital
3. Ética – redes sociais
4. Segurança digital e HIPAA
5. Segurança: nuvens públicas, nuvens corporativas
6. Ética: porque WhatsApp e telefone não são recursos para teleconsulta?
7. Critérios para escolha de plataformas tecnológicas
8. Certificados digitais, prontuários eletrônicos e prescrição eletrônica
9. Telemedicina: leis, portarias, resoluções e normas técnicas
10. Tipos de serviços assistenciais em telemedicina
11. Telepropedêutica
12. Media training digital em saúde para teleassistência
13. Normas e compliance institucionais em telemedicina e como elaborar TCLE e TCI
14. Pilares da teleconsulta médica
Certificados – Para receber o certificado de conclusão, o aluno deverá acessar todos os conteúdos obrigatórios e ter assistido 75% da carga de atividades programadas (votadores); além de assistir a um webinar de forma síncrona e a outros dois webinares gravados. O participante também deverá enviar resumo do conteúdo assimilado durante o curso.
A iniciativa conta com o patrocínio da Johnson&Johnson e as vagas são limitadas.
A senha de acesso é a mesma utilizada aqui no site e no aplicativo da SBD.
Os vídeos ao vivo têm sido uma forma de comunicação utilizada pela SBD para compartilhar conhecimento e promover a educação médica continuada durante a pandemia de Covid-19.
Se você perdeu alguma live realizada pela Sociedade ou deseja assistir novamente, basta acessar as lives já gravadas disponibilizadas na plataforma da SBD. Para acessar, é necessário entrar na área restrita do site. Elas estão disponibilizadas em ordem cronológica.
A economia colaborativa tem transformado diversos setores, entre eles, o da saúde. Por meio dela, médicos podem conduzir suas equipes a atingir melhores resultados e a buscar o aprimoramento pessoal. Portanto, é muito importante o entendimento do conceito de Inovação 4.0 e das inteligências necessárias que vão nortear esses novos tempos. A inteligência artificial e a nanotecnologia são algumas delas.
Pensando nisso, a Sociedade lança o “SBD Inovação 4.0”, um programa de capacitação científica e de gestão por meio de canais digitais e inteligência artificial, visando ao aprimoramento empreendedor e científico dos médicos dermatologistas.
O objetivo do programa é inovar, capacitar e conectar o associado da SBD aos conceitos de empreendedorismo e de liderança colaborativa, criando um senso de propósito coletivo e contribuindo para a evolução da carreira do médico dermatologista.
Atualmente, o projeto conta com três atividades. A primeira delas é direcionada às Recepcionistas e Secretárias e traz conteúdo inédito sobre a importância desse colaborador na qualidade do atendimento e na experiência oferecida ao paciente.
O curso de Gestão para Clínicas Dermatológicas é a segunda atividade oferecida. O objetivo é orientar o dermatologista a administrar seu negócio em qualquer momento da carreira. Em aulas compostas de apresentações interativas, o associado agrega conhecimentos sobre Recursos Humanos, Finanças e Marketing Ético para Clínicas e Consultórios. Para quem está no início da profissão, há módulos de Planejamento Estratégico para a abertura e expansão de clínicas. Além disso, o curso apresenta novos temas como:
– Direito Médico;
– Gestão Tributária para Clínicas;
– Sucessão Familiar e Proteção Patrimonial;
– Neuromarketing;
– Normas de Vigilância Sanitária;
– Guia de Orientação para Abertura de Consultórios e Clínicas Dermatológicas.
As duas primeiras atividades contam com o apoio da MedConsulting Consultoria Médica para o desenvolvimento técnico do material.
CURSO DE RECEPCIONISTAS E SECRETÁRIAS, inscreva-se aqui.
CURSO DE GESTÃO PARA CLÍNICAS DERMATOLÓGICAS, inscreva-se aqui.
O Projeto Capacita, idealizado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), oferece gratuitamente uma série de cursos rápidos de capacitação dermatologistas associados e residentes/especializandos de Serviços Credenciados interessados em desenvolver, aperfeiçoar e adequar habilidades e competências profissionais.
Atualmente o projeto conta com três atividades. A primeira delas, iniciada em 2016, é direcionada a recepcionistas e secretárias, e mostra ao profissional que qualidade no atendimento é um diferencial competitivo.
A segunda fase aborda Gestão para Clínicas Dermatológicas com o objetivo de orientar o especialista a administrar seu negócio em qualquer momento da carreira. Em aulas formadas por apresentações interativas, o associado agrega conhecimentos sobre recursos humanos, finanças, marketing ético para clínicas dermatológicas e planejamento estratégico para a abertura e expansão de clínicas dermatológicas, bem como sobre as resoluções do Conselho Federal de Medicina (CFM) para todos os tipos de mídias.
A terceira atividade do Projeto SBD Capacita, com previsão de lançamento para o final de novembro, aborda o curso de micologia, que inclui metodologias ativas de aprendizagem ligadas à tecnologia. O conteúdo está sob a responsabilidade da coordenadora do Departamento de Micologia, Regina Casz Schechtman. Com a colaboração de uma equipe de dermatologistas e pós-graduandos do Instituto de Dermatologia Prof. David Azulay da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, o curso aborda nos três blocos (básico, intermediário e avançado) assuntos como noções gerais sobre micologia e taxonomia dos fungos patogênicos; micoses superficiais, subcutâneas e sistêmicas; etiologia e epidemiologia; diagnóstico clínico e diferencial, além do laboratorial; casos clínicos de complexidade fácil, média e difícil, entre outros.
No SBD Capacita não há limite de visualizações das aulas. O cadastro pode ser feito por e-mail, que a cada curso é enviado aos associados, e também na área restrita aqui do site da SBD. Todos os cursos têm o desenvolvimento técnico da MedConsulting Consultoria Médica.
CLIQUE AQUI PARA FAZER A SUA INSCRIÇÃO NO CURSO PARA SECRETÁRIAS
CLIQUE AQUI PARA FAZER A SUA INSCRIÇÃO NO CURSO DE MICOLOGIA
Obs: Caso já esteja inscrito(a) no curso de Micologia, clique aqui.
Com o objetivo de ressaltar a competência do médico para realizar diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças relacionadas à pele, aos cabelos e às unhas, incluindo procedimentos cirúrgicos e estéticos, que nas mãos de profissionais não habilitados, podem expor pacientes a situações de risco, a SBD lança hoje sua nova Campanha de Valorização do Dermatologista: “Sua pele sua vida”.
A campanha, que ocorrerá durante 2018 e 2019, destaca a importância de a população certificar se o profissional escolhido para realizar procedimentos estéticos ou cuidar das doenças da pele, cabelos e unhas é médico e especialista capacitado. Expressões como “É sarna para se coçar”, “O barato pode sair caro” e “Pode dar zebra” são utilizadas nas peças de divulgação como consequências para pessoas que não marcaram consulta com um dermatologista ou compraram pacotes de beleza em sites de compras coletivas.
A divulgação ocorrerá durante o ano todo nas redes sociais da SBD, sites formadores de opinião, veículos de comunicação impressos, cinemas e rádios nacionais.
A SBD faz um convite a todos os especialistas participarem desse pacto pela valorização do médico dermatologista e pela saúde da população.
A campanha reforça o valor da saúde de cada brasileiro e alertar e proteger merecem todo o esforço da entidade.
Saiba mais:
Campanha Nacional de Combate e Prevenção para o tratamento precoce e enfrentamento da hanseníase
Considerada a enfermidade mais antiga da humanidade, a hanseníase tem cura, mas ainda hoje representa um problema de saúde pública no Brasil. Doença tropical negligenciada, infectocontagiosa de evolução crônica, se manifesta principalmente por meio de lesões na pele e sintomas neurológicos como dormências e diminuição de força nas mãos e nos pés. É transmitida por um bacilo por meio do contato próximo e prolongado entre as pessoas. Seu diagnóstico, tratamento e cura dependem de exames clínicos minuciosos e, principalmente, da capacitação do médico. No entanto, fica o alerta: quando descoberta e tratada tardiamente, a hanseníase pode trazer deformidades e incapacidades físicas. No Brasil, o tratamento é gratuito e oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os pacientes podem se tratar em casa, com supervisão periódica nas unidades básicas de saúde.
Anualmente, em janeiro, são promovidas ações de conscientização sobre a hanseníase para marcar o Dia Nacional de Combate e Prevenção, lembrado no último domingo do mês. Conhecido como Janeiro Roxo, a iniciativa é apoiada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), por intermédio do Departamento de Hanseníase. A iniciativa busca melhorar o controle da doença por meio da disseminação de informações especializadas e conscientização da população sobre sua gravidade, bem como a necessidade de diagnóstico e tratamento precoces, contribuindo para a redução do preconceito acerca da doença.
Os sinais da hanseníase são manchas claras, róseas ou avermelhadas no corpo, geralmente com diminuição ou ausência de sensibilidade ao calor, frio ou ao tato. Também podem ocorrer caroços na pele, dormências, diminuição de força e inchaços nas mãos e nos pés, formigamentos ou sensação de choque nos braços e nas pernas, entupimento nasal e problemas nos olhos. “O atendimento é feito por equipes multiprofissionais e o dermatologista tem um importante papel no diagnóstico e tratamento. É responsável pela avaliação clínica do paciente, com aplicação de testes de sensibilidade, avaliação e monitoramento da função dos nervos periféricos. É um médico que está apto a fazer uma biópsia ou pedir exames laboratoriais, caso evidencie alguma lesão suspeita no paciente”, explica a médica dermatologista Sandra Durães, coordenadora da Campanha Nacional de Hanseníase da SBD.
Alerta – O Brasil vem se mantendo em segundo lugar mundial no número de casos novos de hanseníase diagnosticados anualmente, sendo superado apenas pela Índia. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2017, 150 países contabilizaram 210.671 novos casos da doença, o que corresponde a 2,8 casos a cada 100 mil habitantes. No Brasil, no mesmo ano, foram detectados 26.875 casos novos, o que expressa 12,9 casos a cada 100 mil habitantes. Entretanto, há uma heterogeneidade dos números nas regiões do país. Os estados do Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, Pará, e Piauí são os que apresentam os maiores índices de casos da doença.
A transmissão da hanseníase ocorre pela respiração e a partir do contato com pacientes ainda não tratados. Em tese, todas as pessoas estão expostas, no entanto, a maioria delas possui uma resistência natural e não adoece, mesmo quando entram em contato com o bacilo. Os grupos de maior risco são familiares e pessoas próximas de pacientes. Dessa forma, como parte das ações de controle, todos os indivíduos que mantêm contatos próximos com os pacientes devem ser examinados visando ao diagnóstico precoce.
“Apesar de ser uma doença manifestada na pele, a transmissão acontece por pequenas gotas de secreção que saem na respiração, do paciente, sem tratamento. Ao penetrar no organismo, a bactéria inicia uma luta com o sistema de defesa do paciente. O período em que a doença pode ficar escondida no organismo é prolongado, e pode variar de dois a sete anos”, explica o médico dermatologista da Diretoria da SBD, Dr. Egon Daxbacher.
A doença acometeu a humanidade por centenas de anos sem que houvesse tratamento, o que provocou muita discriminação e isolamento dos pacientes. No entanto, atualmente existem antibióticos bastante eficazes contra a hanseníase, que pode ser tratada e curada, sem que o paciente precise se afastar da sua rotina. Quanto mais rápido o paciente iniciar o tratamento adequado, mais rapidamente a doença deixa de ser transmissível e menor as chances de surgirem incapacidades físicas. Por isso, é muito importante a conscientização da população e dos profissionais de saúde visando ao reconhecimento rápido e do maior número de casos precoces da doença. O terapia atual é feita entre seis a doze meses a base de medicamentos.
A SBD tem participado ativamente das atividades promovidas pelo Ministério da Saúde quanto à adoção de um novo esquema terapêutico, reafirmando seu compromisso em auxiliar no controle da hanseníase no Brasil.
“Estamos no caminho certo para transformar essa realidade. Mas sabemos que ainda temos muito trabalho pela frente no enfrentamento dessa doença”, afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Sergio Palma.
Para aumentar a visibilidade nacional da doença e de seus pacientes foi instituído por meio da Lei Federal 12.135 de 2009 o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase.
SBD grava filme com paciente curado para esclarecer sobre a doença
Conhecido como Canário, Nilson dos Anjos (60 anos) teve hanseníase e está curado. Seu depoimento no filme produzido pela SBD mostra que leva uma vida normal. Canário buscou tratamento que, além de ser gratuito, é disponibilizado em todo o território nacional. Diversos autores têm apontado que tanto a hanseníase, principalmente, nas formas avançadas (multibacilares), são mais frequentes nos homens do que nas mulheres. Esse predomínio é explicado geralmente pela maior exposição à bactéria e pelo menor cuidado de indivíduos do sexo masculino com a saúde, o que retarda o diagnóstico e aumenta o risco para o desenvolvimento de incapacidades físicas.
Ao suspeitar dos sintomas, procure uma unidade de saúde da família mais próxima ou um dermatologista nas unidades de saúde do SUS e, também, aqui no site da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Com a intenção de estimular a população na prevenção e no diagnóstico ao câncer da pele, em 2014 a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) deu iniciou ao movimento de combate ao câncer da pele batizado “Dezembro Laranja”. Desde então, sempre no último mês do ano, a entidade realiza ações para lembrar como evitar o câncer mais comum no país e convida a população a compartilhar nas redes sociais uma foto vestindo uma peça de roupa laranja, publicando-a com a hashtag #dezembrolaranja.
As ações incluem iluminação de monumentos, iniciativas de conscientização em praias e parques com distribuição de filtro solar, entre outras. Todo ano o tema da campanha é renovado para atrair um maior número de pessoas nessa luta de conscientização. O câncer da pele é o tipo da doença mais incidente no Brasil, com 176 mil novos casos ao ano.
Acesse a nova página do Dezembro Laranja.
O câncer da pele é mais comum em pessoas com mais de 40 anos, sendo relativamente raro em crianças e negros, com exceção daqueles já portadores de doenças cutâneas anteriores. Pessoas de pele clara, sensível à ação dos raios solares, ou com doenças cutâneas prévias são as principais vítimas. Como a pele, maior órgão do corpo humano, é heterogênea, o câncer de pele não melanoma pode apresentar tumores de diferentes linhagens. Os mais frequentes são o carcinoma basocelular e o carcinoma epidermoide. O carcinoma basocelular, apesar de mais incidente, é também o menos agressivo.
Vale lembrar que a maioria dos casos de câncer da pele pode ser evitada com medidas simples de proteção solar. Confira a seguir as estatísticas da SBD, baseadas nas informações fornecidas pelos pacientes no ato do atendimento.
Estatísticas de incidência de câncer da pele – Campanha SBD – 2009
Estatísticas de incidência de câncer da pele – Campanha SBD – 2010
Estatísticas de incidência de câncer da pele – Campanha SBD – 2011
Estatísticas de incidência de câncer da pele – Campanha SBD – 2012
Estatísticas de incidência de câncer da pele – Campanha SBD – 2013
Estatísticas de incidência de câncer da pele – Campanha SBD – 2014
Estatísticas de incidência de câncer da pele – Campanha SBD – 2015
Estatísticas de incidência de câncer da pele – Campanha SBD – 2016
Estatísticas de incidência de câncer da pele – Campanha SBD – 2017
O índice ultravioleta (IUV) mede o nível de radiação solar na superfície da Terra. Quanto mais alto o IUV, maiores os riscos de câncer da pele e outros danos causados pela radiação UV. Confira o índice de IUV diariamente antes de sair ao ar livre e tome as medidas de proteção adequadas. Clique aqui para verificar o IUV em sua cidade.
A Sociedade Brasileira de Dermatologia recebeu a certificação do Guinness World Records, maior e mais respeitado órgão do segmento, por ter organizado, no dia 5 de dezembro de 2009, a maior campanha médica do mundo realizada em um único dia e a maior campanha de prevenção ao câncer da pele mundial, com mais de 34 mil atendimentos em todo o Brasil. Com isso, passou a deter o recorde que, até então, pertencia à Academia Americana Dermatologia (AAD). Mais do que isso, recebeu um reconhecimento digno da grandeza da sua maior campanha. Para que isso se tornasse possível, foi necessário atender a diversas exigências e organizar a ação de modo a mantê-la grande e sincronizada em todo o país. Esse momento tornou-se um marco na história da SBD.
A campanha contra o câncer da pele existe desde 1999, e ao longo de suas edições tornou-se cada vez mais organizada, respeitada e reconhecida pela sociedade. Um trabalho árduo que só foi possível graças à doação dos associados pela causa, premiada com a certificação internacional de “a maior do mundo”.

Copyright Sociedade Brasileira de Dermatologia – 2021. Todos os direitos reservados
