Campanha Nacional de Conscientização da Psoríase
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Campanha Nacional de Conscientização da Psoríase

A Campanha Nacional de Conscientização da Psoríase, realizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) desde 2006, visa combater o preconceito e melhorar a qualidade de vida das pessoas, por meio de ações de esclarecimento da psoríase e mostrando como os pacientes podem conviver com a doença – que é crônica sistêmica, autoimune e não contagiosa que afeta principalmente a pele de cerca de 3% da população mundial, mas que possui inúmeras opções de tratamentos (tópicos, sistêmicos e com fototerapia).

Este ano, a entidade lança a campanha “Psoríase, um assunto para todos” com a exibição de um vídeo de quatro minutos contando a história de duas pacientes que atestam a importância do afeto e do apoio de familiares e pessoas mais próximas na superação da doença. A psoríase se manifesta, predominantemente, por lesões avermelhadas e descamativas na pele. Esse apoio afetivo e psicológico por parte dos familiares tem-se mostrado fundamental para que os pacientes se informem, adotem e não abandonem o tratamento adequado no combate à psoríase.

Além do filme, estão programadas ações digitais com a publicação de cards no Instagram e posts no Facebook. Essas peças desmistificam o preconceito, informam sobre a doença para torná-la cada vez mais conhecida, apresentam as principais formas de tratamento e orientam o paciente a procurar um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Acesse informações completas sobre a campanha no site www.psoriasetemtratamento.com.br e espalhe esta mensagem!

A Campanha Nacional de Conscientização da Psoríase tem apoio dos laboratórios farmacêuticos Abbvie, Janssen, Novartis e Lilly.

 



OMS

A Sociedade Brasileira de Dermatologia defende que o Ministério da Saúde implante a Resolução da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2014, que reconhece a psoríase como uma doença crônica grave, incapacitante, não transmissível, dolorosa, desfigurante e para a qual ainda não existe cura. A implementação da Resolução implica a necessidade da oferta de tratamentos públicos adequados, o que inclui os medicamentos biológicos para os casos de moderados a graves (de 10 a 20% dos pacientes).

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