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29/10: Dia Nacional e Mundial da Psoríase


Para a campanha mundial do ano de 2020 a International Federation of Psoriasis Associations (IFPA), escolheu o tema "Informe-se". Através de informações confiáveis, é possível coletar dados, criar ferramentas e outros recursos para melhorar a qualidade de vida das pessoas com psoríase, promovendo conscientização, empoderamento e ação.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) abre oficialmente em outubro, desde 2016, a Campanha Nacional de Conscientização da Psoríase. Nesse período, elabora ações anuais de esclarecimento para mostrar que os pacientes podem conviver com a doença, considerada crônica, sistêmica, autoimune e não contagiosa. Afeta a pele de cerca de 3% da população mundial, isto é, 125 milhões de pessoas em todo o mundo.

No Brasil, a prevalência da doença é de 1,3%, variando entre 0,9 a 1,1% nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e 1,9% no Sul e Sudeste, o que representa 5 milhoões de pessoas.
A psoríase é uma doença crônica da pele, não contagiosa, caracterizada pela presença de manchas róseas ou avermelhadas, recobertas por escamas esbranquiçadas. Sua causa é ainda desconhecida e embora exista uma predisposição familiar, não é necessariamente transmitida aos descendentes.

Atinge homens e mulheres, em qualquer idade, podendo ocorrer desde formas localizadas e discretas, até formas muito severas acometendo grande área da superfície corporal. A psoríase está sujeita a melhoras dos sintomas e a recaídas, relacionadas a diversos fatores: traumas (físico, químico, queimadura solar), infecções, drogas, estresse emocional, etc.

Os locais mais atingidos são o couro cabeludo, cotovelos, joelhos, palmas das mãos, plantas dos pés, unhas e tronco, com lesões em ambos os lados do corpo.

Tipos e sintomas:

- Psoríase Vulgar: lesões de tamanhos variados, delimitadas e avermelhadas, com escamas secas, aderentes, prateadas ou acinzentadas que surgem no couro cabeludo, joelhos e cotovelos.

- Psoríase Invertida: lesões mais úmidas, localizadas em áreas de dobras como couro cabeludo, joelhos e cotovelos.

- Psoríase Gutata: pequenas lesões localizadas, em forma de gotas, associadas a processos infecciosos. Geralmente, aparecem no tronco, braços e coxas (bem próximas aos ombros e quadril) e ocorrem com maior freqüência em crianças e adultos jovens.

- Psoríase Eritrodérmica: lesões generalizadas em 75% ou mais do corpo.

- Psoríase Ungueal: surgem depressões puntiformes ou manchas amareladas, principalmente nas unhas das mãos.

- Psoríase Artropática: além da inflamação na pele e da descamação, a artrite psoriática, como também é conhecida, causa fortes dores nas articulações. Afeta mais comumente as articulações dos dedos dos pés e mãos, coluna e juntas dos quadris e pode causar rigidez progressiva e até deformidades permanentes. Também pode estar associada a qualquer forma clínica da psoríase.

- Psoríase Pustulosa: aparecem lesões com pus nos pés e nas mãos (forma localizada) ou espalhadas pelo corpo.

- Psoríase Palmo-Plantar: as lesões aparecem como fissuras nas palmas das mãos e solas dos pés.

Tratamento:

A psoríase é uma doença de evolução crônica e não há como preveni-la, sendo possível controlar sua reincidência. O tratamento procura principalmente reduzir o número e a gravidade das lesões e vai depender das características do paciente.

Hoje, com as diversas opções terapêuticas disponíveis, é possível viver com uma pele sem ou quase sem lesões, independentemente da gravidade da psoríase.

Cada tipo e gravidade de psoríase podem responder melhor a um tipo diferente de tratamento (ou a uma combinação de terapias). O que funciona bem para uma pessoa não necessariamente funcionará para outra, dessa forma, o tratamento da psoríase é individualizado.

Os medicamentos utilizados podem ser tópicos (para passar no corpo) ou sistêmicos (devem ser ingeridos). Casos leves e moderados (cerca de 80%) podem ser controlados com o uso de medicação local, hidratação da pele e exposição ao sol.

É importante salientar que qualquer tratamento deve ser feito sob rigorosa orientação médica, de forma persistente, sendo necessário, em alguns casos, suporte psicológico para uma melhor adaptação ao impacto provocado pela doença.

Fonte: Biblioteca Virtual em Saúde - MS

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