Com simpósio Internacional, SBD busca estimular o debate sobre a hanseníase




8 de setembro de 2021 0

O mês de setembro será importante para a discussão sobre avanços na assistência aos pacientes com hanseníase no País. No dia 17 (sexta-feira), pela manhã, ocorrerá um simpósio internacional sobre o tema, organizado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Especialistas nacionais e convidados estrangeiros vão, juntos, debater diferentes aspectos relacionados a essa doença. 

Novidades no diagnóstico e tratamento da hanseníase, uso de medicamentos e desenvolvimento de pesquisas, entre outros temas, são destaque na programação. Dentre os palestrantes confirmados, estão o italiano Cesare Massone e a britânica Diana Lockwood, considerados duas das maiores referências da atualidade neste tema.

Acesso – O evento será gratuito, on-line e com tradução simultânea para inglês e português. Não é necessária inscrição prévia, bastando acessar o link de acesso enviado por e-mail a todos os associados e residentes e disponível na página do evento no site da SBD. 

A coordenação está sob responsabilidade de Heitor de Sá Gonçalves, vice-presidente da SBD, e de Sandra Maria Barbosa Durães, coordenadora do Departamento de Hanseníase. Entre os apoiadores estão, o Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a ONG DAHWL.

“No Brasil, apesar do tratamento ter início nos postos de saúde, os centros de referência na doença, credenciados pelo Ministério da Saúde, são serviços de dermatologia. Por isso, é fundamental que nossos associados participem deste simpósio e acompanhem as últimas novidades sobre o tema”, disse Gonçalves. 

Capacitação – As atividades serão abertas aos dermatologistas associados à SBD e aos médicos e outros membros das equipes de saúde da Atenção Primária que participaram do curso de capacitação em hanseníase, organizado pela Sociedade nos meses de junho e julho. No total, foram capacitados cerca de 1.900 profissionais, distribuídos em sete estados (Bahia, Pernambuco, Maranhão, Goiás, Mato Grosso, Pará e Tocantins).

Segundo o presidente da SBD, Mauro Enokihara, a hanseníase ainda é um importante problema de saúde pública. “Sabemos da relevância que nossa Sociedade tem na disseminação de informações sobre o assunto entre os dermatologistas, outros profissionais de saúde e a população em geral. Por isso, é tão preponderante a participação neste evento, ampliando a troca de conhecimento e a qualificação da assistência”, ressaltou. 

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

08h00 – 8h10 – Abertura – Mauro Enokihara, Heitor de Sá Gonçalves e Sandra Durães.
08h10 – 08h40 – Quimioprofilaxia na hanseníase – Sinésio Talhari.
08h40 – 09h00 – Discussão.
09h00 – 09h30 – 12 doses de PQT: isto é o bastante? – Diana Lockwood (Inglaterra) | Moderador – Gerson Penna.
09h30 – 09h50 – Discussão.
09h50 – 10h20 – Hanseníase e genética: o que nós podemos aprender com esta doença antiga – Marcelo Távora Mira.
10h20 – 10h50 – Pesquisa básica aplicada à hanseníase – Mariane Stefani.
10h50 – 11h10 – Discussão.
11h10 – 10h40 – Correlação clínico-histopatológica e diagnóstico diferencial em hanseníase – Cesare Massone (Itália).
11h40 – 12h00 – Discussão e encerramento.
 


13 de julho de 2021 0

“O nível da participação dos inscritos mostrou que o 13º Teraderm se mantém altamente relevante para a especialidade”. Essa é a avaliação de John Veasey, um dos coordenadores da Comissão de Organizadora do evento ao fazer o balanço da atividade. O encontro aconteceu no período de 2 a 4 julho, no formato online, sob organização da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Além desse fator, dentre os motivos que levaram ao êxito do encontro está o cuidado no preparo da programação científica. Para Jayme de Oliveira Filho, outro dos coordenadores do 13º Teraderm, trata-se de um evento já tradicional entre os médicos dermatologistas, sempre muito aguardado e bem recebido pelos associados por conta do seu dinamismo e do elo com a prática diária.

Terapêutica – A fórmula que deu certo, lembra Jayme Filho, passa pela abordagem de diversas áreas da terapêutica dermatológica (cirúrgica, cosmiátrica, clínica, entre outras) de forma didática, com foco em problemas do cotidiano de clínicas e hospitais. “As aulas são sempre conduzidas por palestrantes experientes que, em poucos minutos, detalham condutas úteis a todos os dermatologistas”, ponderou Ricardo Shiratsu, outro dos quatro coordenadores.

Diante do que ocorreu, Clarisse Zaitz, que completa o time da Coordenação do 13º Teraderm, já está animada para a próxima edição, em 2022. “A torcida é para que esse novo encontro aconteça presencialmente. Assim, estaremos num ambiente capaz de estimular o aprendizado pelo acesso à atualização de técnicas e abordagens terapêuticos e de proporcionar momentos de confraternização e troca de experiências”, concluiu.


10 de junho de 2021 0

As mais recentes descobertas nas áreas de cosmiatria e tricologia, bem como novas abordagens no tratamento de doenças, serão destaque na programação do 13º Teraderm, organizado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). O encontro acontece de 2 a 4 de julho, ainda em formato virtual, mas com a proposta de manter o tradicional dinamismo nos debates, mas sem abrir mão da qualidade das abordagens.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA E INSCREVA-SE

Dentre os temas em perspectiva no 13º Teraderm estão:  gestão de consultório na pandemia, uso de minoxidil oral nas alopecias, a relação entre covid-19 e manifestações cutâneas, transtorno dismórfico corporal e transgêneros; e prescrição de imunobiológicos. No total, serão abordados mais 20 temas relacionados à vivência em consultório. Além disso, haverá simpósios satélites diariamente disponíveis aos inscritos.

Dúvidas – Para estimular a interação, serão disponibilizados canais para que os participantes enviem perguntas aos palestrantes e coordenadores. “O objetivo é garantir que haja efetivamente a possibilidade de sanar dúvidas, em tempo real”, complementa John Veasey, coordenador do 13º Teraderm.

O presidente da SBD, Mauro Enokihara, ressalta que a organização do encontro sinaliza o compromisso da Gestão 2021-2022 com a qualificação do médico dermatologista. “Apesar da do distanciamento físico, a SBD oferece opções de educação continuada. Neste sentido, o Teraderm é um exemplo de como unir a modernidade das tecnologias de comunicação à melhor tradição do ensino médico”, disse.

A Comissão Organizadora lembra ainda que o conteúdo gravado durante o 13º Teraderm ficará disponível por mais 30 dias aos inscritos, após a realização do evento. Isso permitirá aos interessados rever apresentações preferidas. Além de John Veasey compõem o grupo de coordenadores, os seguintes dermatologistas: Clarisse Zaitz, Jayme de Oliveira Filho e Ricardo Shiratsu. A coordenação científica da SBD está a cargo de Flávia Vasques Bittencourt.

 


10 de junho de 2021 0

Os dermatologistas têm três grandes encontros marcados com o aperfeiçoamento técnico científico nos meses de junho e de julho. O informe foi dado pelo presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Mauro Enokihara, no encerramento do Simpósio de Cabelos e Unhas, realizado entre os dias 27 e 29 de maio, em conjunto pela SBD e SBD Regional São Paulo (SBD-RESP).

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DA SBD PARA JUNHO E JULHO

Segundo ele, os associados devem reservar espaço em suas agendas para participarem do Conexão SBD – Edição especial sobre biológicos, em 5 de junho; do II Simpósio de Cirurgia Micrográfica, em 19 de junho; e do 13º Teraderm, de 2 a 4 de julho. “Estas atividades oferecem aos especialistas acesso a conteúdo atualizado e relevante neste momento de pandemia. Independentemente dos problemas em curso, os dermatologistas precisam estar preparados para responder às necessidades dos pacientes”, disse.

O Simpósio de Cabelos e Unhas abordou avanços e atualizações da especialidade sobre estes temas, a partir da análise de pesquisas e novas abordagens terapêuticas. Mais de 80 palestrantes brasileiros e estrangeiros, com experiência em doenças capilares e ungueais, trouxeram nesta nova edição discussões sobre questões relacionadas a essas duas áreas fundamentais à dermatologia.

Cursos de aprofundamento – Biópsia de leito ungueal com punch leito, envelhecimento capilar e doenças inflamatórias foram alguns dos temas abordados. Além disso, seis cursos de aprofundamento também fizeram parte da programação científica, lançando luzes sobre aspectos da alopecia areata, dermatoscopia nas unhas, alopecia frontal fibrosante, alopecia androgenética masculina e feminina e cirurgia de unhas em consultório.

Durante o encontro, também merecem destaque as homenagens feitas a três especialistas que atuam na área de cabelos e que possuem as maiores publicações internacionais: Rodrigo Pirmez, Paulo Muller Ramos e Daniel Fernandes Melo; além do dermatologista Ival Peres Rosa, chefe do Serviço do Hospital do Servidor de São Paulo, pela sua contribuição à dermatologia brasileira. Ao final, a dermatologista Aline Donati recebeu agradecimento especial pelo trabalho desenvolvido na organização do Simpósio. Além dela, participaram desse processo de coordenação do evento: Fabiane Brenner, Alessandra Anzai, Priscila Kakikazi, Nilton Gioia Di Chiacchio e Nilton Di Chiachio.

“Foram três dias de aprendizado contínuo e dinâmico, com espaço para muita troca de experiências e acesso a conteúdo repleto de inovações úteis à prática médica”, sintetizou Fabiane Brenner, que fez um lembrete aos que participaram: o conteúdo gravado ficará disponível aos inscritos por mais 30 dias, após o encerramento do evento.

 


10 de junho de 2021 0

Mais de 800 inscritos, 28 palestrantes e uma programação científica multidisciplinar e aprimorada. Esse é o saldo do 43º Simpósio de Dermatologia Tropical (Dermatrop). O evento, realizado em formato online pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), nos dias 21 e 22 de maio, discutiu as principais novidades a respeito do diagnóstico e tratamento de doenças infecciosas, parasitárias e outros temas que impactam a saúde pública do país. “A aceitação do público foi a melhor possível”, sintetizou o presidente da SBD, Mauro Enokihara.

CLIQUE AQUI PARA REVER O CONTEÚDO ABORDADO

Numa avaliação direta sobre a relevância do Dermatrop, ele também fez questão de frisar que o evento atende justamente à preocupação da SBD com o ensino, o aprendizado e a pesquisa em dermatologia em todos os campos da especialidade, sendo direcionado aos profissionais de todas as gerações. A coordenação do 43º Dermatrop da SBD ficou a cargo dos especialistas Mauro Enokihara; Heitor de Sá Gonçalves (vice-presidente da SBD); Sinésio Talhari (um dos idealizadores do evento); e Sérgio Palma.

“O evento acontece há mais de 40 anos, com apenas duas interrupções ao longo desse período. Sem dúvida é um dos encontros mais tradicionais da dermatologia brasileira, com contribuições para o aprimoramento do atendimento e para a ampliação dos estudos das dermatoses que tanto acometem as populações negligenciadas do nosso país”, disse.

Tropical – O vice-presidente da SBD, Heitor Gonçalves de Sá, salientou que a atual gestão da SBD tem trabalhado em diversas frentes para promover o resgate da dermatologia tropical aplicada às doenças negligenciadas. O esforço visa fortalecer o especialista da entidade e reforçar a dermatologia clínica e sanitária do Brasil.

Segundo adiantou, ao longo deste ano serão implementadas diferentes ações voltadas às doenças tropicais. Entre elas, a capacitação em hanseníase para dermatologistas que atuam nesta área, por meio do programa de atenção básica e estratégia de saúde da família de diferentes estados brasileiros; a criação de nova Campanha de Hanseníase; e ainda a realização do Simpósio Internacional de Hanseníase, programado para agosto.

“São projetos que visam cumprir uma das muitas vocações técnicas científicas da entidade, que é a área de doenças tropicais, bem como seu papel como instituição civil responsável por apoiar a saúde pública brasileira”, salienta Heitor Gonçalves de Sá.

Temas – O total de 31 temas sobre micologia, infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), hanseníase, doenças virais, bacterianas e outros ganharam destaque durante os seis blocos de programação científica do 43° Dermatrop. O encontro também contou com duas sessões de discussão de casos clínicos dos Serviços Credenciados.

Nelas, os especialistas trocaram experiências e ampliaram sua capacidade diagnóstica e terapêutica das doenças tropicais. Além disso, durante todo o evento os participantes puderam esclarecer as dúvidas dos congressistas por meio de um chat exclusivo.

“A importante adesão dos dermatologistas neste evento mostrou o alto interesse em aprimorar conhecimentos a respeito de atuais tratamentos e condutas de dermatoses mais prevalentes nas populações negligenciadas. Nosso compromisso, ao promover eventos de alta qualidade técnica como este, é de incentivar a educação médica continuada, sempre pensando em oferecer o melhor tratamento possível ao paciente”, disse o presidente da SBD.

 


30 de março de 2021 0

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) lançou no início de março mais uma iniciativa exclusiva para os associados. Trata-se do Conexão SBD, uma série de lives sobre temas de interesse da especialidade que serão realizadas sempre na primeira e na terceira terças-feiras de cada mês, às 20h. Até então, foram debatidos os seguintes assuntos: aspectos dermatológicos e especificidades da saúde da população LGBT; o manejo da acne vulgar e na mulher adulta; e fototerapia: principais indicações, mecanismo de ação, manejo e lançamento do manual prático da SBD.

Clique para acessar o Conexão SBD na área restrita do associado

Departamentos – Os programas têm em média cerca de uma hora e meia cada e formato de pequenas exposições, debates e abordagem de casos clínicos. Outra característica do Conexão SBD é que o público é convidado para interagir com os especialistas por meio de um chat.

Segundo coordenadora Científica da SBD, Flavia Vasques Bittencourt, a proposta consiste em envolver os 21 departamentos da SBD na condução da iniciativa, de forma que durante o ano, todos possam estar presentes nas lives, abordando temáticas pertinentes ao enriquecimento científico dos associados. “Pretendemos, assim, transitar pelas grandes áreas da dermatologia: clínica, cirúrgica e cosmiátrica”, ressaltou.

Por meio do Projeto Conexão SBD a entidade consegue “promover a educação médica continuada, fortalecendo cada vez mais o conhecimento científico dos nossos associados e mantendo-os sempre atualizados”, afirmou Flavia Vasques Bittencourt que, em conjunto com a Diretoria Executiva, trabalha na definição dos temas que serão abordados nas próximas edições.

 


11 de fevereiro de 2020 0

JSBD – Ano 23 – N.06 – 01 – DEZEMBRO-FEVEREIRO

Em 6 e 7 de março serão realizados o 13º Simpósio de Cosmiatria, Laser e Tecnologias da SBD Nacional e o 6º Simpósio de Cosmiatria & Tecnologias da SBD-RESP, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. Especialistas de todo o país estarão reunidos para debater as novidades em pesquisa, diagnóstico e tratamento nas áreas de cosmiatria, laser e tecnologias. Em meio aos grandes destaques da programação, estão os painéis de procedimento ao vivo no paciente com demonstração simultânea na peça anatômica, importada dos Estados Unidos.

“Pela primeira vez será feita a transmissão simultânea da aplicação do procedimento no paciente ao vivo e da simulação da aplicação no cadáver não formolizado. Essa será uma oportunidade de visualizar as estruturas anatômicas, as áreas de risco, os pontos de aplicação, ao mesmo tempo em que o procedimento está sendo realizado no paciente. Realmente vamos poder tirar as dúvidas e levar muita informação útil para o dia a dia do consultório”, afirma Alessandra Romitti, do Departamento de Cosmiatria da SBD.

A presidente da RESP, Eliandre Palermo, corrobora: “Os participantes terão a chance de observar os principais pontos anatômicos de determinada região por meio de explicações na peça dissecada previamente, o que será pareado com procedimentos injetáveis ao vivo no paciente, melhorando os resultados e minimizando os riscos. Esse procedimento é algo inédito nos congressos de cosmiatria da SBD e SBD-RESP”, realça.

Além do aprendizado de anatomia em procedimentos estéticos, serão oferecidos aos congressistas conteúdos bastante atuais e relevantes, como preenchimento no rosto do homem, combinação de tecnologias para otimizar o resultado, procedimentos de baixo custo que valem a pena, rejuvenescimento íntimo, abordagem dos millennials e dos pacientes transgêneros, abordagem e a condução do paciente com complicação após passar por procedimentos estéticos invasivos por pessoas sem formação médica, entre outros.

Encontro de 2020 quer repetir o sucesso de público e de programa científico de 2019

A importância do conhecimento e da atualização científica
O domínio das técnicas para a realização de procedimentos, bem como da anatomia e da fisiopatologia, é imprescindível para a obtenção de melhores resultados e segurança do paciente. Portanto, é fundamental que o médico dermatologista esteja preparado para realizar diagnóstico prévio de doença que possa impedir o procedimento, além de reconhecer e controlar os possíveis efeitos adversos.

A SBD frisa que a capacidade técnica, o treinamento e a experiência do médico dermatologistas são fundamentais para a segurança do paciente em procedimentos dermatológicos estéticos, por isso é tão importante a atualização científica.

“O evento está com programação atual, dinâmica e de grande aplicabilidade para a nossa prática nos consultórios. Trata-se de SBD Nacional e RESP unidas e proporcionando um excelente encontro. Aguardamos os dermatologistas, nos dias 6 e 7 de março, em São Paulo!”, convida o presidente da SBD, Sérgio Palma.

Confira o programa completo na página do evento no site da SBD  e inscreva-se com valores especiais até o dia 26 de fevereiro.

 


7 de fevereiro de 2020 0

JSBD – Ano 23 – N.06 – 01 – DEZEMBRO-FEVEREIRO

De 5 a 8 de setembro ocorrerá o maior e mais importante Congresso de Dermatologia do Brasil, o Dermato São Paulo. Sob o slogan “Dermatologia: novos horizontes”, o evento presidido pelo dermatologista Cyro Festa Netto reunirá milhares de dermatologistas do país para atualização científica num contexto de muitas transformações e avanços na tecnologia aplicada à medicina, à dermatologia e à comunicação. Ainda no ano passado, após reuniões para a troca de ideias entre comissão organizadora, departamentos científicos e especialistas da SBD, iniciou-se o trabalho de desenvolvimento da programação científica.

O coordenador de mídia eletrônica e redes sociais, Moyses Lemos, afirma que o planejamento das atividades científicas foi pensado de forma minuciosa, com a inclusão de cursos pré-congresso em salas que variam de 180 a 600 lugares, além de 347 atividades científicas estruturadas para essa edição. Serão realizados cursos de dia inteiro, com módulos e coordenadores diferentes, além de cursos pontuais de uma hora e meia.

“Estamos desenvolvendo o trabalho visando à oferta de excelente atualização científica e ótimo aprendizado, e priorizando a participação de novos talentos. Gostaríamos de lembrar que, como os cursos pré-congresso são gratuitos, quanto antes o associado se inscrever, mais chances terá de encontrar vagas no curso desejado”, observa Moyses Lemos.

Os associados terão acesso a 44 atividades gratuitas no primeiro dia de evento, que abordarão assuntos como lasers e outras tecnologias, oncologia cutânea, dermatologia cosmiátrica, cirúrgica, marketing de consultório, entre outros. “Além disso, no último dia teremos a novidade da sala única com os destaques do congresso nas sessões especiais”, completa. Até o momento, seis convidados estrangeiros confirmaram a participação: Antonella Tosti (Itália); Johannes Ring (Alemanha); Oscar Colegio (Estados Unidos); Gustavo Camino (Peru); Margarida Gonçalo (Portugal); Rolf Markus Szeimes (Alemanha).

Todas as áreas de interesse da especialidade serão discutidas por renomados especialistas compondo uma agenda científica que manterá a marca dos eventos da Sociedade. Para isso, estão previstos 42 cursos teóricos; 31 cursos práticos em vídeo; 85 simpósios; oito sessões de anatomoclínica; 24 sessões de discussão de casos clínicos com os departamentos da SBD; 29 sessões especiais; 87 fóruns; 12 casos clínicos. Entre os temas dessas discussões estão os mais frequentes do dia a dia do consultório, como acne, melasma, alopecia e câncer da pele.

Ao longo dos meses, os participantes poderão acompanhar as novidades sobre o congresso nas redes sociais e no site da SBD. As inscrições foram abertas no ano passado, antecedência que visou facilitar o planejamento dos dermatologistas. O segundo prazo para inscrições com valores diferenciados termina em 30 de março. Aproveite para se inscrever até lá.

Trabalhos científicos

A partir de 30 de março estarão abertas as inscrições para trabalhos científicos. Tudo pode ser feito pela página oficial do congresso no site da SBD: DermatoSBD 2020, e o médico dermatologista terá até o dia 15 de maio para submeter seu artigo nas categorias disponíveis.

Acesse e saiba mais detalhes do maior evento da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), que retorna a São Paulo após cinco anos.

 

Maior e mais importante evento no calendário da SBD, o Congresso Brasileiro de Dermatologia ocorrerá em setembro na cidade de São Paulo


30 de janeiro de 2020 0

JSBD – Ano 23 – N.06 – 01 – DEZEMBRO-FEVEREIRO

Com a chegada do verão e das altas temperaturas, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) reforça as recomendações sobre os cuidados para evitar o câncer da pele por meio da campanha Verão Laranja, que é uma continuidade do movimento Dezembro Laranja. No site e nas redes sociais da instituição, estão sendo publicadas diferentes reportagens sobre o assunto, incluindo cuidados diários em relação à exposição aos raios ultravioletas como forma reduzir a incidência dos danos solares cumulativos relacionados ao câncer da pele.

De acordo com dados da Campanha Nacional do Câncer da Pele realizada em dezembro pela SBD, mais de 60% dos brasileiros não usam nenhum tipo de proteção no dia a dia.

Lembrando que a radiação solar ultravioleta do país é uma das maiores do mundo, o coordenador nacional da campanha, Elimar Gomes, ressalta a necessidade de se proteger o ano inteiro com filtro solar, roupa adequada, óculos escuros com fotoproteção e recomenda a redução da exposição desprotegida e em horários de maior incidência dos raios solares, que é das 9h às 15h.

Saiba mais sobre o assunto: Câncer de pele mata 33 mil brasileiros em dez anos e causa 30% dos tumores malignos, disponível aqui.

 


27 de janeiro de 2020 0

JSBD – Ano 23 – N.06 – 01 – DEZEMBRO-FEVEREIRO

Janeiro é o mês dedicado à conscientização, combate e prevenção da hanseníase. E a SBD aproveitou este momento para divulgar informações sobre a doença, que, por diferentes motivos, ainda hoje representa um problema de saúde pública no Brasil. Este ano, a campanha de esclarecimento coordenada pela médica dermatologista Sandra Durães destacou o que é mito e o que é verdade sobre a hanseníase por meio de vídeo informativo e de fácil compreensão disponibilizado no site institucional. Dermatologistas da SBD também abordaram o tema em matérias publicadas em diversos meios de comunicação do país.

Assista ao vídeo:

O Jornal da SBD conversou com a médica Sandra Durães sobre a importância da conscientização das pessoas sobre essa doença tropical negligenciada. Também quis saber sua opinião sobre a abordagem da hanseníase na campanha deste ano que esclarece o que é mito e o que é verdade na abordagem da doença.

“Crenças populares ainda predominam sobre a enfermidade, que continua suscitando muito preconceito pela sua imagem negativa, de doença estigmatizante e causadora de incapacidades físicas. No entanto, essa imagem não corresponde mais à atual realidade da hanseníase, para a qual existe uma terapêutica mais eficaz, o que a tornou doença curável. Aproveitar este jargão “mitos x verdades” para desmitificar ideias falsas é uma estratégia atual de comunicação rápida para esclarecer e informar a população”, explica.

A hanseníase é uma infecção curável e, na maioria dos casos, com bom prognóstico, que, no entanto, está ligado ao tempo de evolução da doença, já que com o passar dos anos as chances de danos neurais aumentam. E esses danos são irreversíveis. “A estratégia básica para seu controle é a diminuição da carga bacilar da população com o tratamento de todos os casos. Portanto, é muito importante que a população seja informada sobre os principais sinais e sintomas da doença e procure assistência médica o mais rápido possível, e a campanha do Janeiro Roxo tem um papel importante nessa ação”, frisa Sandra Durães.

A médica afirma que a fim de alcançar o controle da doença, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde (MS) promoveram a integração da atenção à pessoa acometida por hanseníase na rede de atenção primária à saúde, ampliando a cobertura dos atendimentos de hanseníase.

“Atualmente cerca de 70 % dos casos são diagnosticados na atenção primária. Durante esse processo a colaboração dos médicos dermatologistas da SBD, que possuem acurácia mais desenvolvida para o diagnóstico das lesões cutâneas, foi fundamental no treinamento desses profissionais para o diagnóstico precoce. No entanto, a alta rotatividade das equipes treinadas na atenção primária gera a necessidade contínua de novos treinamentos”, explica.

Sandra Durães informa que este ano haverá um aumento dessas ações por meio de parceria da SBD com o Ministério da Saúde para a realização de campanhas visando ao diagnóstico precoce e à capacitação dos profissionais da rede básica de saúde nas áreas endêmicas. A intenção é oferecer um atendimento integral aos pacientes.

“Após o diagnóstico, além da antibioticoterapia e das orientações para prevenção de incapacidades, os pacientes terão acesso ao atendimento especializado por médicos neurologistas, neurocirurgiões, oftalmologistas, ortopedistas, além de psicólogos. Haverá ainda uma rede adequada de referência e contrarreferência para casos de difícil diagnóstico diferencial, efeitos adversos dos medicamentos e reações hansênicas, essenciais para o atendimento completo. Além dessas ações são fundamentais outras formas de controle, como o exame dos contactantes dos pacientes e aplicação da vacina BCG”, complementa.

Cabe frisar que para o controle efetivo da hanseníase, além dessas importantes ações que envolvem ampliação de cobertura para atendimentos e treinamento de equipes de saúde, é preciso pensar também nos determinantes sociais da doença.

 





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