SBD esclarece os brasileiros sobre os riscos relacionados à mucormicose, doença oportunista que pode afetar pacientes com covid-19




2 de junho de 2021 0

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) divulga nesta quarta-feira (2) esclarecimento à população sobre fungo causador de micoses que, de acordo com relatos clínicos científicos, podem afetar pacientes de covid-19 com problemas respiratórios e na pele. Segundo o Departamento de Micoses da SBD, a chamada mucormicose é uma doença oportunista que, em geral, não tem potencial patogênico. Ou seja, pessoas sadias entram em contato com os fungos, mas não ficam doentes. Contudo, organismos debilitados ficam suscetíveis a maiores complicações.

“O conhecimento da doença e dos fatores predisponentes, como o descontrole da glicemia e da cetoacidose, facilitam o diagnóstico e o tratamento precoces da mucormicose. Esse é o principal aliado para salvar vidas, pois essa micose oportunista tem progressão rápida e é muitas vezes fatal, com mortalidade em 40-50% dos casos. No Brasil, outras doenças do mesmo tipo, como a aspergilose invasiva e a candidíase sistêmica, são mais comuns do que a mucormicose nos pacientes com covd-19, sendo que também exigem atenção semelhante”, disse a coordenadora do Departamento de Micoses da SBD, Rosane Orofino.

Grupo de risco – Os indivíduos mais vulneráveis à mucormicose são portadores de diabetes melito descompensado ou com cetoacidose. No grupo de risco, ainda estão usuários de corticoides de forma prolongada, além de pacientes com alguns tipos de câncer, queimados graves, portadores de feridas abertas e transplantados de órgãos sólidos. O aumento do ferro sérico e a diminuição dos linfócitos, que ocorrem na covid-19, também são fatores que predispõem a essa micose oportunista.

“Há algum tempo a Índia vem relatando aumento dos números da mucormicose e curiosamente é também o segundo país em casos de diabetes melito do mundo, o que pode ser fator de predisposição ao seu surgimento. Dos 101 casos dessa micose oportunista relacionados à covid-19 descritos recentemente, 82 deles aconteceram na Índia”, lembrou Rosane Orofino.

A apresentação clínica mais frequente da mucormicose é rino-ocular. Começa com edema (inchaço) e endurecimento da região nasal ou em volta dos olhos, dor na face e secreção nasal sanguinolenta. Essa doença pode rapidamente progredir para lesão cerebral e morte, se não houver diagnóstico e tratamento precoces. Os fungos entram nos vasos sanguíneos, causam embolia e infarto, levando à necrose tecidual. A maioria dos casos que chegam a acometer o cérebro são fatais. Pode ainda ter acometimento pulmonar ou de outros órgãos.

Sintomas – Quando acomete os pulmões, os sintomas da mucormicose são parecidos com os da covid-19 (febre, tosse e falta de ar). O uso de corticoides, usados para diminuir a inflamação intensa em pacientes com o coronavírus, também pode ser um dos fatores envolvidos no aparecimento dessa micose oportunista.

Sobre o tratamento, a SBD explica que ele consiste na retirada cirúrgica do tecido necrosado e infectado (desbridamento), o que ajuda na melhoria da cicatrização e na diminuição de secreções. Ainda é recomendado o emprego de antifúngicos sistêmicos em ambiente hospitalar, como anfotericina B, posaconazol e isavuconazol.

Os fungos da Ordem Mucorales são adquiridos pela inalação de conídios (esporos). Estão presentes no ar, solo, material orgânico em decomposição e contaminam alimentos como frutas, pães etc. Os principais são Rhizopus sp, Mucor sp, Lichtheimia sp, Rhizomucor sp, entre outros, que não são pretos, como vem sendo divulgado pelos meios de comunicação. “Talvez a cor escura da lesão da pele e mucosa decorrente da necrose do tecido tenha levado a esse termo equivocado”, ressaltou a coordernadora do Departamento de Micoses da SBD.

 


2 de junho de 2021 0

A covid-19 pode gerar manifestações cutâneas em pacientes afetados pelo novo coronavírus, o que já pode ser comprovado por meio de exames como PCR, imunohistoquímica e microscopia eletrônica. As lesões de pele surgem em até quatro semanas depois do início dos sintomas gerais da covid-19, mas principalmente nas duas primeiras. Os quadros de exantema e urticária costumam ser mais precoces, com início concomitante aos sintomas gerais ou nos dois primeiros dias, embora existam relatos de surgimento tardio, até um mês depois. As manifestações vasculares, como pseudo-eritema pérnio, púrpura e necrose são tardias, ocorrendo em geral após a segunda semana de infecção.

As conclusões fazem parte de documento divulgado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) que fez uma revisão ampla de estudos científicos dedicados ao tema. O trabalho, que será disponibilizado aos especialistas, ressalta que as manifestações cutâneas, apesar de possíveis, são menos específicas do que outros sinais clínicos relacionados à covid-19, exigindo sempre uma avaliação criteriosa dos dermatologistas antes de sua classificação final.

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A assessora do Departamento de Medicina Interna da SBD, Camila Seque, responsável pela revisão, explica que a frequência das manifestações dermatológicas nos pacientes com covid-19 ainda é um dado bastante variável na literatura internacional. “Diferentes pesquisas estimam prevalências entre 0,2% e 45%. São inúmeros fatores que influenciam essa ampla variabilidade, tais como: a metodologia do estudo científico; o perfil epidemiológico das amostras; a avaliação presencial ou por telemedicina; a exclusão ou não dos diagnósticos diferenciais; entre outros”, enumera. Segundo ela, no Brasil, até o momento não há estatística sobre esses achados.

Sintomas – Alguns estudos apontam a possibilidade das lesões cutâneas surgirem antes dos sintomas gerais da covid-19, ou seja, de serem os primeiros sinais da infecção. “Isso pode ocorrer entre 8 a 17% dos pacientes que desenvolvem quadro cutâneo”, alerta Camila Seque.

Segundo informa a nota técnica da SBD, nesses casos, as lesões de pele precedem em média três dias os sintomas gerais e os quadros de urticária são os mais relatados. “Tal dado é relevante, pois aponta para as manifestações cutâneas como possíveis marcadores iniciais da infecção por SARS-CoV-2, e ainda na fase pré-clínica, o que contribuiria para o diagnóstico precoce da covid-19”, complementa o texto.

A coordenadora Científica da SBD, Flávia Bittencourt, adverte que outro ponto controverso na literatura científica é a presença de lesões de pele como manifestação única da covid-19, ou seja, lesões cutâneas sem qualquer outro sintoma geral. “Até o momento, há poucos estudos que sustentem essa afirmação”.

Outro dado importante da nota técnica é sobre a relação entre as manifestações cutâneas e as formas leves e graves da doença. Segundo a especialista, elas podem se apresentar em ambas as formas, pois acometem diferentes perfis de pacientes. A nota técnica da SBD também aponta que as manifestações cutâneas mais comuns encontradas na literatura internacional como possível infecção pelo SARS-CoV-2 são: erupções máculo-papulares; urticariformes; tipo pseudo eritema pérnio; vesico-bolhosas; e livedo/necrose.

“Vale ressaltar que até mesmo a frequência de cada um desses padrões é variável de acordo com cada estudo. Grande parte das pesquisas de revisão sistemática relata maior frequência das erupções maculo-papulares (até 70%), seguida das lesões vasculares (incluindo pseudo eritema pérnio), enquanto outros relatam que o padrão mais comum seriam as lesões tipo eritema pérnio (até 75%). Já os quadros urticariformes, vesiculares e livedo/necrose parecem ser mais raros”, salienta o texto.

Alopécia – A revisão divulgada pela SBD aborda uma questão que pode ter relação com a maior susceptibilidade de adoecimento dos homens em relação às mulheres, inclusive com chance de evolução para a forma mais grave da doença, com risco de internação e óbito.

De acordo com a dermatologista Camila Seque, uma possível explicação para essa predisposição do sexo masculino à infecção e ao pior prognóstico seria a associação entre a via dos andrógenos e a infectividade do SARS-CoV-2. Ele explica que um dos marcadores clínicos da expressão dos andrógenos é justamente a alopécia androgenética (AGA), que pode ser um possível fator de risco para a covid-19, uma vez que estudos observaram elevada frequência de AGA entre os homens internados por covid-19.

Além disso, o uso de medicações antiandrógenas, amplamente indicadas nos casos de AGA, parecem ter um efeito protetor na doença, com redução dos sintomas e menores chances de necessitarem de cuidados em UTIs. Porém, a pesquisadora salienta que ainda não há estudos, com metodologia adequada, que demonstrem efetivamente se a introdução dessas medicações após o diagnóstico de covid-19 teria algum benefício terapêutico ou, até mesmo, risco adicional.

Evolução – O tema deve gerar novos documentos. Segundo especialistas que acompanham a evolução da pandemia, por se tratar de uma doença recente, cujo conhecimento ainda está em construção, as informações sobre a covid-19 podem mudar em semanas ou meses. No caso das manifestações cutâneas, ainda há dúvidas sobre a real frequência das manifestações dermatológicas na covid-19, quais as mais relevantes e mecanismos fisiopatológicos envolvidos, entre outros.

“Acompanhar o crescimento diário do conhecimento sobre a covid-19 em todas as áreas da medicina, inclusive na dermatologia, é uma excelente oportunidade de aprendizado e contribuição para sua construção, sempre com a esperança de que a ciência traga mais respostas que se reflitam em benefícios, tanto para os pacientes quanto para a sociedade”, concluiu Camila Seque.

 


13 de maio de 2021 0

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) emitiu informe, nesta quinta-feira (13), para esclarecer a população e os médicos sobre cuidados na vacinação de pacientes com dermatoses imunomediadas – tais como psoríase, dermatite atópica, hidradenite supurativa e outras.  A SBD destaca que a vacinação é recomendada a pessoas com esse perfil, pois estudos têm demonstrado que portadores dessas doenças apresentam taxas de contaminação pelo SARS-CoV-2 e de desfechos da covid-19 similares às encontradas na população geral.

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“Nota-se ainda que a maioria dos tratamentos utilizados para estas doenças, incluindo os imunobiológicos, também parece alterar pouco o desfecho da covid-19”, cita o documento que, no entanto, recomenda atenção especial em algumas situações. Por isso, reitera a SBD, cada caso deve ser avaliado de forma individualizada e a decisão da vacinação precisa ser sempre compartilhada entre médico e paciente.

“A vacinação para covid-19 é o meio mais seguro e eficaz, reconhecido até agora, para conter o avanço da pandemia causada pelo coronavírus. É importante que a imunização da maioria da população brasileira ocorra de forma rápida. No entanto, diante das dúvidas percebidas entre pacientes e médicos que acompanham doenças dermatológicas sobre possíveis efeitos da vacina, entendeu-se ser relevante a produção de um esclarecimento”, disse Heitor de Sá Gonçalves, vice-presidente da SBD.


12 de abril de 2021 0

Até o momento, não há evidências científicas que demonstrem que a infecção pelo coronavirus Sars-CoV-2 ou a vacinação contra covid-19, independentemente do fabricante do insumo, possam interferir na ação ou no tempo de duração dos tratamentos com toxina botulínica. O esclarecimento foi feito pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), que divulgou nota sobre o tema nesta segunda-feira (12), na qual rebate publicações feitas por alguns veículos de imprensa e nas redes sociais com base em trabalhos que ainda não passaram por critérios adequados de validação de validação científica. O documento também foi assinado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD) e Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional São Paulo.

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A SBD ressalta que esses dados não devem ser usados como fontes seguras de informações científicas. Na avaliação da entidade, conclusões definitivas sobre assuntos científicos ocorrem apenas após a realizados de estudos controlados, randomizados, com número significativo de casos e publicados em revistas científicas reconhecidas pela sua capacitação de análise dos resultados, incluindo os aspectos metodológicos envolvidos.

Critério – A coordenadora do Departamento de Cosmiatria da SBD, Edileia Bagatin, lembra que o fato da covid-19 ser uma doença recente, com novidades aparecendo a cada dia, abre espaço para que indivíduos, inclusive profissionais da saúde, divulguem ideias e experiências pessoais como se fossem verdades comprovadas. Por outro lado, todas as pesquisas devem ser analisadas com rigor e critério antes da divulgação de resultados.

Segundo ela, sem essa cautela, há o risco de que informações incorretas sejam transmitidas, gerando dúvidas e angústias na população. Para a SBD, deve-se analisar todas as informações com atenção e evitar disseminar notícias que não tenham base e comprovação na ciência. Por isso, ressalta a entidade, é muito importante buscar orientação em fontes seguras e confiáveis. Em caso de dúvidas, procure um médico dermatologista, que está capacitado para esclarecê-las e indicar os tratamentos adequados para cada paciente.

 


8 de janeiro de 2021 0

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) divulgou nesta sexta-feira (8/1) esclarecimento para a população e médicos sobre efeito de vacinas de Covid-19 em pessoas que realizaram procedimentos estéticos. A nota foi elaborada em decorrência de relatório divulgado pela Food and Drug Administration (FDA), agência do Departamento de Saúde dos Estados Unidos que regulamenta drogas e alimentos. 

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O texto americano apontou relatos de edema (inchaço) em duas voluntárias de um estudo para desenvolvimento de vacinas que haviam se submetido a preenchimento facial. No seu esclarecimento, a SBD alerta que o assunto deve ser tratado com cautela, sendo que reações adversas em pacientes com preenchimento, apesar de extremamente raras, são conhecidas e descritas em estudos sobre o tema. 

“A produção de documentos desse tipo faz parte da missão diária da SBD, de dar suporte aos dermatologistas, oferecendo maior segurança e eficácia aos pacientes que contam com seu atendimento. Na Gestão 2021-2022, esse trabalho será mantido. No momento atual, em que a pandemia de Covid-19 ainda gera incertezas, é importante orientar os profissionais e a população sobre as adequadas percepções clínica, técnica e ética”, afirmou Mauro Enokihara, presidente da entidade.

Reação – No caso, o efeito descrito pela FDA é conhecido como edema tardio recorrente. Trata-se de uma reação inflamatória na área onde houve preenchimento facial ou labial. Em 2017, a ocorrência de reações desse tipo foi tratada no artigo “Edema tardio intermitente e persistente ETIP: reação adversa tardia ao preenchedor de ácido hialurônico”, na revista Surgical & Cosmetic Dermatology, publicação da SBD. 

O estudo reportou que essa substância ao ser aplicada em indivíduos com predisposição e na presença de gatilhos (infecções respiratórias, bacterianas ou virais e vacinação, entre outros) pode desencadear processo inflamatório devido à característica imunogênica (de gerar resposta imune) do preenchedor. Na avaliação da SBD, a possibilidade desse tipo de reação é reduzida e não deve impedir a adesão das pessoas à vacinação contra a Covid-19. 

Preenchimento – “Não há motivo para alarde nem para preocupação. De forma nenhuma as pessoas que fizeram preenchimento devem evitar a vacina, pois existe uma alta recomendação para que todos saibam as vantagens de se imunizar e de não se preocupar com esses eventos adversos, que geralmente são leves e regridem rapidamente”, salienta a coordenadora do Departamento de Cosmiatria Dermatológica da SBD, Edileia Bagatin.

Caso algum sinal ou sintoma inesperado surja após tomar a vacina, qualquer pessoa deve procurar orientação médica para ser devidamente avaliada e tratada. O coordenador do Departamento de Medicina Interna da SBD, Paulo Criado, reiterou que “perante 30 mil pessoas que participaram desse estudo, o número de pessoas que teve reação adversa é bastante reduzido e isso pode ter ocorrido por associação casual ou causal”. 

Contudo, lembrou ele, “os benefícios da vacinação contra a Covid-19, que é uma doença potencialmente fatal, são muito maiores do que eventuais pequenos riscos de uma reação


8 de janeiro de 2021 0

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) divulgou nesta sexta-feira (8/1) esclarecimento para a população e médicos sobre efeito de vacinas de Covid-19 em pessoas que realizaram procedimentos estéticos. A nota foi elaborada em decorrência de relatório divulgado pela Food and Drug Administration (FDA), agência do Departamento de Saúde dos Estados Unidos que regulamenta drogas e alimentos.

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O texto americano apontou relatos de edema (inchaço) em duas voluntárias de um estudo para desenvolvimento de vacinas que haviam se submetido a preenchimento facial. No seu esclarecimento, a SBD alerta que o assunto deve ser tratado com cautela, sendo que reações adversas em pacientes com preenchimento, apesar de extremamente raras, são conhecidas e descritas em estudos sobre o tema.

“A produção de documentos desse tipo faz parte da missão diária da SBD, de dar suporte aos dermatologistas, oferecendo maior segurança e eficácia aos pacientes que contam com seu atendimento. Na Gestão 2021-2022, esse trabalho será mantido. No momento atual, em que a pandemia de Covid-19 ainda gera incertezas, é importante orientar os profissionais e a população sobre as adequadas percepções clínica, técnica e ética”, afirmou Mauro Enokihara, presidente da entidade.

Reação – No caso, o efeito descrito pela FDA é conhecido como edema tardio recorrente. Trata-se de uma reação inflamatória na área onde houve preenchimento facial ou labial. Em 2017, a ocorrência de reações desse tipo foi tratada no artigo “Edema tardio intermitente e persistente ETIP: reação adversa tardia ao preenchedor de ácido hialurônico”, na revista Surgical & Cosmetic Dermatology, publicação da SBD.

O estudo reportou que essa substância ao ser aplicada em indivíduos com predisposição e na presença de gatilhos (infecções respiratórias, bacterianas ou virais e vacinação, entre outros) pode desencadear processo inflamatório devido à característica imunogênica (de gerar resposta imune) do preenchedor. Na avaliação da SBD, a possibilidade desse tipo de reação é reduzida e não deve impedir a adesão das pessoas à vacinação contra a Covid-19.

Preenchimento – “Não há motivo para alarde nem para preocupação. De forma nenhuma as pessoas que fizeram preenchimento devem evitar a vacina, pois existe uma alta recomendação para que todos saibam as vantagens de se imunizar e de não se preocupar com esses eventos adversos, que geralmente são leves e regridem rapidamente”, salienta a coordenadora do Departamento de Cosmiatria Dermatológica da SBD, Edileia Bagatin.

Caso algum sinal ou sintoma inesperado surja após tomar a vacina, qualquer pessoa deve procurar orientação médica para ser devidamente avaliada e tratada. O coordenador do Departamento de Medicina Interna da SBD, Paulo Criado, reiterou que “perante 30 mil pessoas que participaram desse estudo, o número de pessoas que teve reação adversa é bastante reduzido e isso pode ter ocorrido por associação casual ou causal”.

Contudo, lembrou ele, “os benefícios da vacinação contra a Covid-19, que é uma doença potencialmente fatal, são muito maiores do que eventuais pequenos riscos de uma reação

 


30 de junho de 2020 0

Em virtude do período de retomada das atividades em clínicas e consultórios médicos, mesmo durante a  pandemia da Covid-19, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) divulgou, nesta terça-feira (30/6), um guia com recomendações para o funcionamento e a manutenção desses estabelecimentos de saúde, em especial aqueles que oferecem serviços de fototerapia, utilizada no tratamento do vitiligo. As orientações incluem desde o cuidado na marcação das consultas até a indicação dos produtos adequados para a higienização dos equipamentos.

Acesse a íntegra do Guia da SBD

O documento é dividido em seis tópicos, que versam sobre os diversos aspectos para a manutenção das clínicas: “Screening e orientação de pacientes pré-consulta dermatológica/tratamento fototerápico”; “Cuidados com a manutenção do consultório ou clínica”; “Higienização dos equipamentos”; “Acolhimento dos pacientes”; “Entre tratamentos de pacientes em cabine fototerápicas”; “Aferição da irradiância da RUVB-FE”; e “Cuidados com a manutenção e limpeza dos equipamentos”.

Medidas de prevenção – Na avaliação do presidente da SBD, Sérgio Palma, as medidas de prevenção são necessárias para garantir o bem-estar de todos: pacientes, acompanhantes, médicos e equipes de apoio. “Sem essa atenção, os consultórios ficam vulneráveis. Estamos num momento em que as medidas devem reforçadas e toda atenção deve ser dada aos detalhes, como ter sempre álcool em gel à disposição e assegurar a presença do menor número possível de pessoas em cada ambiente”, disse. 

Porém, lembrou ele, isso não significa que antes da pandemia o cuidado era menor: “as clínicas e os consultórios sempre foram lugares seguros. Isso por que os médicos, em sua rotina, sempre respeitam muito as normas de biossegurança, que são vistas como prioritárias. Só que num momento de pandemia, como o atual, esses cuidados redobram”. 

A cautela começa antes mesmo da chegada do paciente, orienta a SBD. Na hora da marcação da consulta, é importante que as recepcionistas e secretárias reforcem a necessidade de pontualidade e assiduidade, para evitar acúmulo de pessoas na sala de espera. A presença de acompanhantes não é recomendada, salvo se for absolutamente indispensável.  

Além disso, pacientes com tosse, febre ou sintomas respiratórios devem ter seu atendimento remarcado para após três semanas. De acordo com a SBD, também se deve questioná-los sobre possibilidade de contato com pessoa sabidamente portadora de Covid-19 ou que apresente sinais e sintomas (febre, tosse, coriza, entre outros). Se isso for confirmado, o atendimento será reagendado para 15 dias depois. Mas essas são apenas algumas das recomendações presentes no guia. 

Manutenção e higienização – Assim como as orientações com foco nos pacientes, é de suma importância que as equipes dos consultórios (médicos, enfermeiras, técnicos e recepcionistas) tenham acesso e portem equipamentos de proteção individual (EPIs), sobretudo se prestam assistência a menos de um metro. Na sala de espera, as cadeiras devem estar organizadas com, pelo menos, 1,5 metro de distância entre si e, caso não exista espaço físico suficiente, o paciente deve aguardar do lado de fora até sua hora do atendimento.

Hábitos e gentilezas como oferta de água, café e lanches devem ser suspensos nos consultórios nesse momento de reabertura, mas com a pandemia ainda em curso. Da mesma, se desaconselha o uso de canetas e pranchetas e a permanência de plantas, folders e revistas nas salas de espera. Para manter a circulação, avisa a SBD, o ideal é deixar as janelas abertas ou o ar condicionado ligado na função exaustão. 

Solução – Outra orientação às clínicas e consultórios é que reforcem as medidas de limpeza e desinfecção. Para tanto, pode-se usar solução de hipoclorito de sódio a 1%, álcool isopropílico 70° ou desinfetante hospitalar a base de peróxido de hidrogênio ativado em diluição própria para descontaminação de superfícies. No caso específico das cabines fototerápicas, utilizadas no tratamento do vitiligo, recomenda-se a aspiração da superfície dos equipamentos para remover resíduos de descamação, o uso de pano úmido ou toalha de papel com álcool 70° nas superfícies da sala, especialmente aquelas com as quais o paciente tem contato físico.

“Esses são apenas alguns dos cuidados”, ressalta Sérgio Palma. Segundo ele, o guia, que será disponibilizado imediatamente aos dermatologistas associados à SBD, não será uma iniciativa isolada. “Estamos acompanhando o processo de reabertura dos consultórios. Com base, há outras iniciativas em avaliação para tornar esse momento mais tranquilo para todos. A pandemia trouxe grandes perdas e estresse, mas nos obrigou a buscar soluções rápidas para a superação da crise”, concluiu. 

A elaboração do guia ficou a cargo das dermatologistas Daniela Antelo, professora adjunta de Dermatologia na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ); e Ivonise Follador, médica dermatologista, mestre e doutora pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).


25 de junho de 2020 0

Esclarecer as principais dúvidas dos dermatologistas sobre o tratamento de pacientes com psoríase durante a pandemia deflagrada pelo novo coronavírus. Esse é o intuito do “Guia prático de manejo da psoríase e Covid-19” lançado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), em parceria com a Novartis, na terça-feira (23/6), durante a sexta edição do projeto SBD Live: série de encontros virtuais que vêm sendo organizados para informar e capacitar tecnicamente os especialistas da entidade sobre temas relacionados à Covid-19. 

Clique aqui para acessar a apresentação

O evento foi organizado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia com patrocínio da Novartis e apoio da Manole. Na oportunidade, as centenas de associados que acompanharam a conferência – transmitida por meio de plataforma virtual exclusiva – puderam verificar uma introdução sobre os aspectos mais relevantes na condução da psoríase abordados no guia. Os três expositores do dia eram os autores do documento.  

A mediação do evento foi conduzida pelo presidente da SBD, Sérgio Palma, que salientou o empenho da entidade em fornecer fontes confiáveis voltadas para a qualificação profissional dos dermatologistas, em meio a atual crise. “Os associados já tem à sua disposição a página especial “SBD Coronavírus", na qual estão reunidas informações científicas de interesse da nossa especialidade sobre Covid-19. É um repositório de textos e documentos, no qual já é possível acessar inclusive esse novo e-book com recomendações práticas para a assistência médica dos pacientes com psoríase”, afirmou. 

Clique aqui para acessar a plataforma SBD Coronavírus

Comorbidades – Na ocasião, o coordenador do Ambulatório de Psoríase do Hospital de Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), Ricardo Romiti, destacou o resultado de estudos recentes que demonstram não existir risco aumentado de complicações da Covid-19 em pacientes com psoríase. No entanto, segundo disse, os especialistas devem ficar em alerta, uma vez que a associação da psoríase com outras comorbidades é comum.

“Hipertensão, obesidade e outras comorbidades são mais prevalentes em pacientes com psoríase. Em média, indivíduos com manifestações graves da doença têm uma expectativa de vida de três a quatro anos mais curta, se comparado à população em geral. Isso ocorre porque trata-se de uma patologia sistêmica, com repercussões amplas e não apenas na pele. Por isso, é recomendado atenção, pois sabemos que essas comorbidades são apontadas como fator de risco para o agravamento da Covid-19”, pontuou.

Tratamento – O dermatologista comentou ainda sobre a interação dos tratamentos convencionais para psoríase e possíveis riscos relacionados diante do cenário atual de pandemia. Entre os medicamentos apontados pelo Ricardo Romiti, constam: acitretina e imunossupressores, como metotrexato e ciclosporina. 

Na sequência, o coordenador dos Ambulatórios de Psoríase e Imunossupressores do Hospital Federal dos Servidores do Estado (RJ) e do Hospital Naval Marcílio Dias, Paulo Oldani, indicou a condução mais adequada para os pacientes que utilizam imunossupressores, em caso de infecção pelo novo coronavírus, segundo as recomendações de diferentes entidades internacionais. 

“Se o paciente apresentar sintomas agudos da Covid-19, a indicação é suspender os imunossupressores. Para aqueles saudáveis, que já fazem seu tratamento há tempos, o ideal é continuar com a terapêutica para evitar uma recidiva da psoríase, com retorno dos sintomas. No entanto, se o paciente possui um quadro mais leve e estável da doença e ainda não iniciou o tratamento, a recomendação é aguardar. Isso porque a introdução de imunossupressores pode estar associada a eventuais efeitos adversos, motivo este de apreensão na atual crise”, declarou. De acordo com o especialista, em todos os casos, o paciente deve visitar seu dermatologista para uma avaliação individual do caso. 

Orientações – A apresentação online contou ainda com a participação do membro do Group for Research and Assessment of Psoriasis and Psoriatic Arthritis, Gleison Duarte, que listou aspectos práticos de prevenção e segurança para clínicas e serviços de terapia assistida, com base nas orientações da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR).

Além disso, o especialista comentou sobre alterações legais em relação aos direitos do trabalhador e deveres do empregador, em função da pandemia. Segundo o médico, a mitigação de infecção ocupacional pode ser alcançada por meio do estabelecimento de medidas de biossegurança com foco na proteção do paciente e dos colaboradores, como flexibilização do horário de trabalho, adoção de escalas laborais, uso obrigatório de máscaras, entre outras. 

Por fim, os dermatologistas da SBD esclareceram ainda uma série de questionamentos dos espectadores, fornecendo dicas sobre a manutenção do trabalho em consultórios, uso de imunossupressores por profissionais de saúde com psoríase, critérios para retorno ao trabalho após a infecção por Covid-19 e mais.


23 de junho de 2020 0

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), em parceria com a Novartis, lança nesta terça-feira (23/6), o “Guia prático de manejo da psoríase e Covid-19”. O documento foi elaborado pelos dermatologistas Ricardo Romiti, coordenador do Ambulatório de Psoríase do Hospital de Clínicas da Universidade de São Paulo; Paulo Oldani, coordenador dos Ambulatórios de Psoríase e Imunossupressores do Hospital Federal dos Servidores do Estado (RJ) e do Hospital Naval Marcílio Dias; e Gleison Duarte, membro do Group for Research and Assessment of Psoriasis and Psoriatic Arthritis. 

Faça aqui o download do guia

O material será apresentado pelos especialistas durante a live com transmissão ao vivo, a partir das 19h de hoje (23 de junho), dentro do projeto SBD Live. Será a sexta edição de uma série de encontros virtuais organizados pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, em que convidados abordam diferentes temas relacionados à Covid-19. Além dos autores do guia, participa do evento online o presidente da SBD, Sergio Palma, que será o moderador dos debates. 

Recomendações – O "Guia prático de manejo da psoríase e Covid-19" é composto por 24 páginas. Desenvolvido na dinâmica de perguntas e respostas, aborda recomendações sobre os cuidados gerais com os pacientes com psoríase diante da pandemia do novo coronavírus. Dentre elas, estão aspectos como a avaliação do grau de imunossupressão (ausente, leve ou moderada a grave); a avaliação das características individuais e a atividade da doença; e a definição das estratégias de prevenção.

Outro tópico abordado no guia se refere às manifestações clínicas caso o paciente com psoríase adquira a infecção por SARS-Cov-2. O trabalho chama a atenção para a classificação que a Organização Mundial da Saúde (OMS) atribui à Covid-19, doença caracterizada de três formas: leve, pneumonia (sem sinais de gravidade ou necessidade de oxigênio) e pneumonia grave.

Diagnóstico – No material, também estão disponíveis tabelas, imagens e gráficos que facilitam a compreensão dos temas abordados e auxiliam os dermatologistas no diagnóstico da doença. O guia também traz uma abordagem sobre os pacientes com psoríase em uso de imunobiológicos. Estudos mostram que pacientes com psoríase apresentam mais chances de ser hospitalizados por eventos infecciosos, como infecções respiratórias, quando comparados com a população geral, porém tal risco está mais relacionado com a gravidade da psoríase do que com o uso de medicações sistêmicas para seu tratamento.

Manifestações – Com o aumento dos casos, outros sintomas começaram a ser observados nos pacientes com Covid-19, como anosmia e ageusia, quadros de dores abdominais, diarreia, eventos trombóticos e relatos de lesões cutâneas que poderiam estar relacionados à própria infecção ou a reações aos medicamentos utilizados para seu tratamento.

A OMS já incluiu manifestações cutâneas como sintomas menos frequentes da Covid-19. A Academia Americana de Dermatologia (AAD) recomendou que pacientes com lesões perniose-símiles sejam orientados conforme as recomendações da guia do Centers for Disease Control and Prevention (CDC) para pacientes suspeitos de Covid-19, seja feito o autoisolamento e sejam coletados testes diagnósticos para Covid-1991.

“O reconhecimento desses sinais é de suma importância não só por muitas vezes serem manifestações iniciais da infecção, possibilitando o diagnóstico clínico precoce de Covid-19, principalmente em locais onde o acesso a testes diagnósticos é limitado, mas também pelo valor prognóstico de algumas lesões”, finaliza o guia.

Para o presidente da SBD, “com o guia e com a série SBD Live, procuramos oferecer aos nossos associados acesso à informações importantes nesse momento de pandemia. Apesar de ser um momento de crise, a Gestão 2019-2020 não se desviou de seu compromisso de apoiar iniciativas de qualificação dos especialistas”. 

 

 


12 de junho de 2020 0

O impacto da Covid-19 sobre a saúde da população, em especial seus efeitos na pele, cabelo e unhas. Esse foi o tema da apresentação virtual promovida pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e transmitida gratuitamente, na terça-feira (9/6), por meio do canal oficial da entidade no YouTube. Durante o SBD Live – acompanhado por centenas de espectadores –, especialistas convidados orientaram o público em geral a respeito das manifestações clínicas relacionadas ao novo coronavírus, agente responsável pela contaminação de mais de 800 mil pessoas, até o momento, somente no Brasil. 

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Conforme destacou Sérgio Palma, presidente da SBD e responsável pela mediação do encontro, essa quinta edição do SBD Live trouxe uma novidade relevante: os pacientes e a população em geral puderam acompanhar a atividade e encaminhar suas dúvidas. “É uma maneira de democratizar a informação e disseminar orientações importantes para todos”, disse. A gravação está disponível para os interessados no canal da SBD no YouTube. 

Emocionais – Márcia Senra, coordenadora do Departamento Científico de Psicodermatologia da SBD, deu início às explanações, comentando a influência dos aspectos emocionais e sociais sobre a saúde física do corpo humano.  Conforme ressaltou a especialista, o alto nível de estresse ocasionado pela pandemia é um fator relevante para o agravamento de diferentes doenças, como vitiligo, queda de cabelo, psoríase, entre outras. 

Na sequência, a assessora do Departamento Científico de Cabelos e Unhas da SBD, Bruna Duque Estrada, alertou para a importância de se identificar os motivos para alterações capilares nesse momento de pandemia. “Pode ser uma queda aguda de cabelo, mas também apenas uma mudança na rotina, uma vez que a percepção sobre a perda de fios também está relacionada à frequência com a qual lavamos a cabeça. Além disso, pode existir uma doença de base associada. O mais indicado é entrar em contato com o dermatologista”, disse. 

Prevalência – Outro ponto destacado no encontro foi o aumento da prevalência de acne, durante o isolamento social. Segundo a coordenadora do Departamento Científico de Cosmiatria da SBD, Alessandra Romiti, a dieta mais rica em açúcar e carboidratos é um fator determinante para essa mudança. 

“As pessoas tendem a comer mais nesse momento de quarentena. O indicado é evitar o consumo de alimentos com alto índice glicêmico, como massas, bolos e pães, que aceleram o processo inflamatório do nosso organismo. Além disso, é fundamental manter uma rotina de limpeza adequada”, pontuou. 

Gatilhos – Na ocasião, as especialistas abordaram também a possibilidade de agravamento da tricotilomania – ato de arrancar fios de cabelo por razões não cosméticas –, principalmente entre crianças e adolescentes. “Pequenos gatilhos podem ter uma repercussão importante na saúde infantil. A ausência dos amigos, aulas à distância, aquela festa de aniversário que não vai mais acontecer. Os dermatologistas devem ficar atentos e acompanhar de perto os aspectos emocionais desses casos”, afirmou a Bruna Duque Estrada.

Além disso, a coordenadora do Departamento Científico de Psicodermatologia da SBD alertou para a necessidade de acolher corretamente, nesse momento, pacientes com transtorno de imagem corporal. Devido ao alto nível estresse, algumas pessoas podem procurar solucionar problemas emocionais por meio de procedimentos estéticos. “É importante que o médico saiba reconhecer esses casos e realizar o encaminhamento adequado. Muitos não precisam de intervenção estética e sim de suporte emocional”, disse. 

Tratamentos – Nesse contexto, a dermatologista Alessandra Romiti salientou a importância de os tratamentos cosméticos serem acompanhados por um dermatologista. “Muitos pacientes chegam ao consultório com uma ideia de procedimento em mente, mas antes de tudo, é preciso passar por uma avaliação profissional, baseada em rigor científico. Esse cuidado é imprescindível para garantir bons resultados tanto em termos estéticos quanto em bem-estar e qualidade de vida”, comentou. 

Por fim, as especialistas responderam ainda algumas das questões enviadas pelos espectadores da live. O evento, coordenado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), contou com o patrocínio da Bayer e o apoio da Editora Manole. Além desse SBD Live, já ocorreram outros encontros que trataram sobre temas como telemedicina, manifestações cutâneas causadas pela Covid-19 e psoríase. “Daremos continuidade a este projeto de capacitação dos dermatologistas por meio de outros eventos desse tipo”, ressaltou Palma, ao sugerir que os médicos acompanhem o anúncio de novas edições nos próximos dias. 
 





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